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Caiu Ben Ali e já chovem pedras nas ruas egípcias. Mais a leste, o Iémen imita os seus irmãos "árabes" e também vocifera contra o seu eterno presidente. As inteligentsias do costume á se cantam hinos de louvor, porque as revoltas aparentemente indiciam um desejo de democracia, mas quando se sabe que a chamada Irmandade Muçulmana pode estar por detrás de todas estas movimentações, algo de bastante perigoso poderá acontecer. O Egipto dos 80 milhões de habitantes, não se limita a uma ida a Abu Simbel ou à Esfinge - que os radicais islamitas querem dinamitar - ou à compra de souvenirs em Karnak.