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O cada vez mais esquisito Público(zinho), prossegue o ensimesmamento copy-paste da "revolução" do Nilo. Até à colocação da última pedra que feche o acesso ao sarcófago, há sempre esperança de pôr a mão no ouro alheio. Volatilizadas as "multidões de milhões" que não passaram de milhares e após a 2ª Batalha das Pirâmides em que os cameleiros fizeram das suas, resta-lhes um estouro num pipeline. Vão mesmo ter de engolir a transição, ordeira como a todos - eles e nós - convém. Lá está a tropa a vigiar e a dizer o que se pode ou não fazer. Péssimas notícias para os do "espírito de Munique" e umas tantas cólicas para umas certas hirsutas barbichas, iconoclastas de "coisas ímpias".
Entretanto, a insignificante "Europa" apresenta pedidos e exigências, como se o tempo dos couraçados da Royal Navy nos molhes de Alexandria, ainda fizesse bater as horas do dia. Já não há farol que guie Merkels, Sarkozis e outras tantas vacuidades aflitas que melhor fariam em documentar-se, mesmo se apenas recorrendo às aventuras de Tintim. Já seria muito.
A "revolução" não está a correr como queriam? Parece que que não.