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Num país governado há anos e anos pelo malfadado " centrão ", o conservador não tem lugar: só pode aspirar ao mal menor - um centro uns milímetros à direita, por vezes, demasiadas vezes, rendido ao que lhe está à esquerda é o máximo a que podemos aspirar, nós os que rejeitamos quaisquer associações a totalitarismos: sem linha de rumo certo, oscilando à menor rajada de vento dos interesses partidários e pessoais, o que o aprisiona ao Sistema que nos trouxe até aqui, até este estado deplorável de coisas. Leio que na Irlanda as sondagens dão a vitória nas urnas aos conservadores; e nós? não podemos escolher? Aqueles que são chamados partidos de direita não se diferenciam, em substância, do que hoje está no governo. Coisas mínimas, que os leva a integrar, todos eles, o dito " centrão ", porque feridos dos não menos malfadados " complexos de direita " ; como leio num blogue d'além mar, O combate deve ser cultural (... ); as direitas precisam resgatar os valores comuns da vida, da liberdade, da família, do individualismo político, da tradição e da propriedade, além da livre iniciativa.