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"Não se pode ir para a guerra. A comunidade internacional não deve e, na minha opinião, não quer levar a cabo uma acção militar na Líbia", diz o ministro da potência que representa a pouco honorável distinção da derrotada militar por excelência. Compreende-se muito bem e existem pelo menos dois motivos.
Dos italianos, dizia-se que jamais terminavam uma guerra na mesmo aliança em que a tinham iniciado, a menos que entretanto tivessem mudado de campo duas vezes. Pelos vistos, adquiriram um imitador: Portugal.
País com a sofrível dupla reputação que unanimemente lhe é atribuída, a Itália de Berlusconi está demasiadamente interessada em segurar Kadhafi, outro perito em manipulação e negócios obscuros.