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Conta um amigo da família que, tendo-se deslocado, há tempos, a um outro país europeu, em viagem de negócios, quando alguém lhe perguntou a nacionalidade, e após a resposta, o indivíduo nem tentou disfarçar um sorriso de desprezo, de escárnio; " nunca me senti tão humilhado em toda a minha vida ", diz; e não consigo deixar de lembrar o orgulho paterno, de que já aqui falei, quando a um comerciante holandês, fins dos anos sessenta do século passado, " até os olhos se lhe riram " à vista dos escudos, com que o meu pai lhe propôs completar a conta em florins, que se lhe tinham acabado, já no fim da viagem, também de negócios. " Quando Portugal era respeitado ", era o título do post.