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Água vai

por Nuno Castelo-Branco, em 01.08.11

Não podemos tratar da água como se de uma fábrica, banco ou companhia de seguros fosse. Sem que disso se fale como se devia, pretendem "privatizar" a água. O primeiro objectivo consiste nas Águas de Portugal e depois inevitavelmente teremos a entrega da captação, tratamento, distribuição, etc. Hoje critica-se o termo "estratégico", apontando-o como um óbice ao desenvolvimento e liberdade do mercado. A verdade é outra, pois a água é um bem escasso e capaz de se tornar no principal objecto de conflitos futuros. Portugal em muito depende dos recursos hídricos e será uma completa insensatez depositá-los em mãos estrangeiras. Mais um disparate a juntar a décadas de tantos outros.

 

Está a circular uma petição on-line.

publicado às 17:11


2 comentários

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De Nuno Oliveira a 02.08.2011 às 18:22

Será interessante procurar no Youtube alguns vídeos de John Perkins, um auto-intitulado economic hitman. Privou com vários Presidentes na America Latina, no Médio Oriente, e conta num livro como foi contratado e para quê. Resumindo: como era muito arriscado utilizar agentes da CIA para forçar os países a vergarem-se perante os interesses das corporações americanas (entre outras), ele era enviado para convencer os líderes políticos a construirem projectos megalómanos, para os quais não tinham dinheiro, endividando-se até ao tutano. Em seguida, entraria o FMI para "salvar" esses países, emprestando-lhes dinheiro em troca dos recursos mais valiosos, nomeadamente petróleo, energia, água, etc. Controlado os recursos do planeta, estas corporações conseguem monopolizar todo o sistema económico e financeiro. Numa lista da WTO, creio que de 2004, das 100 maiores economias mundiais baseadas no PIB, 51 eram corporações. Dessas 51, 47 eram baseadas nos EUA. Coincidência? Talvez...
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De Nuno Castelo-Branco a 03.08.2011 às 21:45

Qual coincidência, qual quê...!

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