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É o mínimo que se pode dizer do mais recente artigo de João Cardoso Rosas. Como escreve Ricardo Arroja, trata-se de socialismo puro e duro, em que o estado esmaga o indivíduo. Este muy humilde escriba gostaria apenas de colocar as seguintes questões:
1) Como é que o estado pode saber se o(s) herdeiro(s) contribuíram ou não para construir aquilo que herdam?
2) Que dados tem João Cardoso Rosas que lhe permitam validar a afirmação de que "Todos sabemos que a maior parte dos herdeiros gasta mal o dinheiro dos progenitores em vez de o tornar socialmente útil"?
3) O que é gastar dinheiro de forma socialmente útil e que critérios são utilizados para operacionalizar essa concepção?
4) Que dados lhe garantem que a afirmação implícita de que o estado torna o dinheiro socialmente útil é verdadeira?
5) Quem é João Cardoso Rosas ou o estado para dizer aos outros como devem gastar o seu dinheiro (inclusive o que herdam)?
6) Como é que o estado pode ter moralmente direito a algo que não criou?
7) O que é desbaratar dinheiro e que critérios são utilizados para operacionalizar essa concepção?
8) Como é que se garante que o estado não irá desbaratar esse dinheiro?
Bem sei que escrever um artigo jornalístico não é a mesma coisa que escrever um artigo científico/académico. Mas isso não é justificação para descer ao nível panfletário.