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Um belo par de cornos

por Nuno Castelo-Branco, em 28.09.11

Numa das mais absurdas discursatas do nosso tempo, o Sr. Durão Barroso atreveu-se a exigir o "amor incondicional dos europeus" a um projecto que há muito não existe. Falou da necessidade de um "sim" sem qualquer moderador "mas".

 

Já que o apaixonado Zé Manel se decidiu pelos métodos orais tão queridos de gente como Cohn-Bendit - aah que grande discurseiro ele é! -, aqui deixamos uma hipótese meramente académica: os seus ardores seriam os mesmos se ao deparar com a(s) sua(s) cara(s) metade(s), verificasse a total ausência de dentes e a omnipresença de viscosos e fedorentos corrimentos de fluidos provenientes de diversas cavidades do capitoso corpinho? Beijaria uma boca carregada de protuberâncias arroxeadas mais que indiciadoras de herpes em incontrolável expansão? Colocaria o definitivo anel de aliança num dedo inchado por pústulas contagiosas?

 

Não. Temos a certeza de que o Sr. Barroso recorreria ao famoso expediente do "par de cornos", coisa que Portugal deve seriamente considerar. À sucapa, numa espécie de reedição do velho, querido e eficaz método Tora Tora Tora. Se é que ainda a ele poderemos recorrer. É no mínimo, duvidoso.

publicado às 15:36


2 comentários

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De Carlos Velasco a 28.09.2011 às 21:12

Caro Nuno,

Depois de ler este post, fico estarrecido de não ter pensado nos mesmos termos depois de tanto tempo a observar aquelas figuras lombrosianas do 4º Reich. como a Catherine Ashton, o Rompuy e o já citado Barroso. 
As suas fisionomias sugerem mesmo isso...

Um abraço.
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De João Manuel Vicente a 29.09.2011 às 08:39


Quê??
Rien de rien j´ai compris...
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De detectives privados a 29.11.2011 às 02:05

boa noite mt obrigadao. foi extrmament belíssimo... aquele twit é fantastico, conxiderome fa nato deste bloge cumprs

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