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40 anos de estagnação

por João Gomes de Almeida, em 04.10.11

Não queria ter que puxar novamente pelo assunto, mas o Felipe e o João Távora parece que não acharam muita piada ao meu exercício de estilo. Na verdade, como penso que bem sabem, sou sócio do Sporting e para vossa informação também do Belenenses, já fui várias vezes ao T-club, inclusivé à festa branca, não sou de esquerda e vou regularmente às corridas. No entanto, nasci no interior do país, não andei em colégios privados, não tenho irmãos e só tenho um nome próprio e três de família. Tenho blasers com botões dourados, mas tenho imensos amigos com piercings e rastas, que encontro regularmente no Musicbox. Resumindo e concluindo, o que escrevi foi apenas um exercício de estilo, sendo certo que não avalio ninguém pela sua imagem, ou maneira de estar na vida - muito menos os meus companheiros monárquicos.

No entanto, convém frisar alguns aspectos: não consigo perceber como é que são as mesmas famílias e os mesmo protagonistas a liderar desde sempre o movimento monárquico, não compreendo que a nobreza de sangue seja estatuto para dirigir o movimento monárquico, não acho que tenha sido feito qualquer trabalho minimamente relevante, nos últimos anos, no movimento monárquico português e não percebo o porquê dos actuais dirigentes da Causa continuarem a blindar estatutos e a criar reais associações, como forma de se manterem agarrados ao poder. Em suma, não percebo o porquê destes senhores, que afastaram muitos bons monárquicos da Causa, como o Miguel Esteves Cardoso, o Gonçalo Ribeiro Teles e o Pedro Ayres de Magalhães, entre outros, não tomarem uma de duas decisões: ou darem protagonismo e seriedade à Causa Real, ou em contrapartida, saírem e darem lugar aqueles que verdadeiramente podem dar uma lufada de ar fresco à causa e um pontapé no bolor que para lá anda.

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publicado às 15:21


23 comentários

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De Felipe de Araujo Ribeiro a 04.10.2011 às 15:34

Caro Joao, o que escreveu nao foi "apenas um exercício de estilo", foi uma tomada de posiçao floreada.

Talvez se mais monárquicos exercitássem menos o estilo e aderissem mais às iniciativas "patrocinadas" pela Causa Real, os nossos ideais partilhados ganhássem mais protagonismo e a nossa causa partilhada mais pujança.

Um abraço
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 15:37

Felipe,


Não é preciso ser um especialista em marketing, ou em comunicação, para perceber que esse tipo de iniciativas pouco mais são do que masturbação colectiva - desculpa-me a expressão, mas não encontrei nenhuma melhor. Achas que vão convencer alguém dessa maneira?
O 31 da armada fez mais pela monarquia em umas horas, do que a Causa Real nos últimos 40 anos. As coisas têm que ser discutidas e os caminhos também, acontece que existe medo de muita gente, que não quer perder o falso prestígio de dirigir a Causa Real.

Um abraço.

João
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De Felipe de Araujo Ribeiro a 04.10.2011 às 15:49

Ora bem, discuta-se entao o que se pretende discutir.

Cada iniciativa tem o seu propósito e utilidade. A que está marcada para dia 5 partilha, a meu ver, essencialmente um sentido simbólico - de assinalar aquele 5 de Outubro esquecido - e um objectivo de dar visibilidade à causa monárquica.

Parece-me a iniciativa perfeitamente legítima e util aos propósitos acima mencionados.

A irreverência das acçoes do 31 da Armada, por mais simpatia que tenhamos por elas, nao pode nunca ser correspondida por uma instituiçao como a Causa Real. Nao quer isto dizer que nao possa ser dinamica, criativa e provocadora. Pelo contrário, pode e deve sê-lo. Também nao quer dizer que seja tudo perfeito na Causa Real, mas o contributo de cada um será sem duvida uma mais valia.

Isto é válido se o que se quer atingir sao objectivos, e nao o estrelato. E cada um pode e deve ajudar como pode.

Um abraço.
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De João Távora a 04.10.2011 às 16:06

Devias saber o que me esforço (eu e a direcção a que pertenço) para dar credibilidade a Causa. Será para mim um alívio entregar o meu lugar na Causa (são muitas horas de trabalho gratuito e discreto) e na Real, a alguém que o queira e não seja um mitómano ou maluco. Chega-te à frente que eu (arrisco) abrir-te a passagem.
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:30

João,

Sabes melhor do que ninguém que sempre me ofereci para ajudar em tudo o fosse preciso. Já dei ideias e já as fui apresentar à própria RAL. Sempre estive disponível, sem precisar de títulos ou condecorações para isso. Infelizmente, como a maioria dos monárquicos, sou ignorado pelos dirigentes da Causa Real.
Mas repito novamente: querem ajuda? querem marcar  para quando? Vamos todos trabalhar em conjunto.


Um abraço.
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De José Tomaz de Mello Breyner a 04.10.2011 às 16:17

Caro João Gomes de Almeida

Ainda bem que eu não estou na Direcção quer da Causa Real quer da RAL pois se estivesse seria ainda hoje que te entregaria com todo o gosto o meu lugar.

E entregava-to para ficar a ver :

1 - Cobrares as quotas aos associados que nunca as pagam.

2 - Tomares iniciativas às quais ninguém comparece

3 - Seres diáriamente criticado quer por fazeres que por não fazeres

4 - Trabalhares de borla e ainda teres de entrar com dinheiro do teu bolso para despesas com as quais te comprometeste

5 - Roubares o teu pouco tempo livre à familia para o dedicares à Causa a que estás empenhado com a consequente quebra de qualidade de vida

Por estes e outros motivos entregava-te o meu lugar com todo o gosto.

Sou apenas Secretário do Conselho Monárquico, lugar honroso, mas de infima responsabilidade, mesmo assim é com muito gosto que se estiveres de acordo to entrego de imediato.

Um abraço


Zé Tomaz


P.S 1. Não esperava um post destes da tua parte na véspera de uma data tão importante para nós Monárquicos.

PS 2 - Para os nossos dirigentes, por favor não desanimem com a critica fácil que o João aqui vos deixa. A maior parte de nós sabe perfeitamente o trabalho que vocês têm e os sacrificios que vocês fazem, e creiam que vos estamos reconhecidos pelo vosso esforço.
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:38

José Tomaz,

Eu escrevi um mero exercício de estilo que visava defender o ideal monárquico. A interpretação que foi feita por vários companheiros da Causa Real é que não foi a melhor. Concordo contigo que esta não é a melhor data para estarmos com estas tricas.
No entanto, reafirmo que sempre estive disponível para ajudar em tudo aquilo que os dirigentes da Causa Real desejarem. Infelizmente, mesmo com todos esses sacrifícios pessoais, eles parecem querer continuar a fazer tudo, que continuo a achar pouco, sozinhos.


Um abraço.
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De José Tomaz de Mello Breyner a 04.10.2011 às 16:24

Por outro lado João, e sou sócio da RAL há MUITOS anos, nunca vi o teu nome como candidato a nada, e como tu sabes estes lugares são por eleição.

Todos os dirigentes que lá estão foram eleitos. Queres um lugar? Candida-te. Elabora uma lista, escreve um programa e apresenta-te a sufrágio dos eleitores. Só assim terás legitimidade.
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:41

José Tomaz,


Só existirão listas de oposição no dia em que essas estruturas se democratizarem e o presidente da Causa for eleito por voto directo de todas as reais associações, como acontece em todos os partidos, menos o PCP.


Mesmo assim, acho que o importante é estarmos unidos e sermos todos ouvidos. É por isso que eu luto Tomaz.


Um abraço.
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:42

De todos os associados das reais associações, queria eu dizer.
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De José Tomaz de Mello Breyner a 04.10.2011 às 16:29

" (...)não consigo perceber como é que são as mesmas famílias e os mesmo protagonistas a liderar desde sempre o movimento monárquico, não compreendo que a nobreza de sangue seja estatuto para dirigir o movimento monárquico,(...)"

Por acaso vejo aqui TODO o género de gente e não só a "nobreza de sangue" que falas

Órgãos Sociais da Causa Real

Direcção Nacional

Luís Lavradio (Presidente)*
João Távora (Vice-Presidente)*
Sérgio Rau Silva (Secretário Geral)*
Manuel Guerra Pinheiro (Tesoureiro)*
Alexandra Mascarenhas Vasconcellos (Vogal)*
Gonçalo de Brito e Cunha (Vogal)*
Lourenço Pereira Coutinho (Vogal)*
Miguel Esperança Pina (Vogal)*
António Emiliano (Vogal)
Domingos Patacho (Vogal)
José Carlos de Seabra Pereira (Vogal)

Álvaro Barba de Meneses (por inerência)*
Álvaro Diogo de Meneses (por inerência)
Conceição Monteiro Calado (por inerência)
Fábio Reis Fernandes (por inerência)
João Mattos e Silva (por inerência)
João Paredes (por inerência)
Joaquim Costa e Nora (por inerência)
Jorge Leão (por inerência)*
José Aníbal Marinho Gomes  (por inerência)
José Gaspar Robles Monteiro (por inerência)
Luís Damásio (por inerência)

(* membros da Comissão Executiva)

Mesa do Congresso


António de Souza-Cardoso (Presidente)
Vasco Soares da Veiga (Vice-Presidente)
Aníbal Pinto de Faria (Secretário)
António Macedo (Secretário)
João Afonso Machado (Vogal)
Ricardo Abraches (Vogal)


Conselho Superior

João de Brito e Cunha (Presidente)
João Bettencourt (Vice-Presidente)
Tomás Moreira (Secretário)
Diogo Lucena (Vogal)
Fernando Ká (Vogal)
Mendo Castro Henriques (Vogal)
Miguel de Sousa Otto (Vogal)
Rui Moreira (Vogal)
Teresa Sabugosa (Vogal)

Álvaro Diogo Meneses (por inerência)
António de Souza-Cardoso (por inerência)
Augusto Ferreira do Amaral (por inerência)
João Mattos e Silva (por inerência)
João Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa (por inerência)
Luis Lavradio (por inerência)
Nuno van Uden (por inerência)
Paulo Teixeira Pinto (por inerência)



Conselho de Jurisdição Nacional


Augusto Ferreira do Amaral (Presidente)
Alberto Baldaque (Vogal)
Luis Barata (Vogal)


Conselho Fiscal


Nuno van Uden (Presidente)
Alexandre Lafayette (Vogal)
Fernando de Sieuve e Menezes (Vogal)


Juventude Monárquica


Álvaro Diogo Meneses (Presidente)
Joel Moedas Miguel (Vice-Presidente)
Francisca Castro (Secretário)



Conselho Monárquico


João Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa (Presidente)
José Tomás de Mello Breyner (Secretário)
Adalberto Neiva de Oliveira
Alcino Cardoso
Aníbal Pinto de Castro
António Filipe Pimentel
António José Pinto Coelho
António Lobo Xavier
Bernardo Calheiros
Carlos Macedo
David Garcia
Duarte Athayde
Estêvão Gago da Câmara
Gonçalo Portocarrero de Almada
Gonçalo Ribeiro Telles
Hélder Macedo Sampaio
João Alarcão
João Amaral
João Resende
Joaquim Figueiredo Lobo
Jorge Costa Rosa
José Adelino Maltês
José Pedro Paço d’Arcos
Luís Barata
Luís Coimbra
Luís Pedro Mota Soares
Manuel Lancastre
Maria da Graça Sanches da Gama
Miguel Esteves Cardoso
Miguel Pignatelli Queiroz
Nuno Miguel Guedes
Pedro Ayres de Magalhães
Pedro Caçorino Dias
Pedro Policarpo
Rodrigo Moita de Deus
Rui Barbosa
Rui Carp
Rui Crull Tabosa
Teresa Costa Macedo
Vasco Telles da Gama
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:35

Tomaz,

Esses órgãos deviam ser representativos de toda a sociedade portuguesa, visto que o Rei é de todos. Diga-me lá, a quantidade de nobres é proporcional à realidade da sociedade portuguesa?

Penso que não.


Um abraço.
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De Rui Paiva Monteiro a 04.10.2011 às 16:50

João

Já o meu avô que faleceu este ano com 94 anos me disse que o problema de hoje era sempre o mesmo já no tempo dele, uns a acharem que os outros é que devem trabalhar e eles não, o Grande Professor José Adelino Maltez tem uma boa definição para eles.
Não quero apontar nomes mas o problema também existe nos republicanos, no caso do meu avô ele viu a morte de D.Manuel II e o aproveitamento do regime do Estado Novo para cativar a juventude para Vanguarda Ação Escolar que mais tarde se chamou Mocidade Portuguesa ... que tinha nas suas fileiras muitos jovens monárquicos como o meu avô e não era mais do que uma resposta aos camisas azuis de Rolão Preto que eram inimigos figadais e as suas pancadarias em Lisboa eram lendárias.

Agora temos muitos monárquicos no governo, vão fazer menos do que eu ou tu pela Causa ... um deles esteve ontem no Prós e Contras a falar.

Abraço companheiro
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De José Tomaz de Mello Breyner a 04.10.2011 às 16:45

João

Estive a fazer um rápido exercicio genealógico. Em 90 nomes encontro 17 "Nobres" como tu chamas o que dá 18,8%. Acho que o Clero está muitissimo pior representado.
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:47

João,


Não existem 18,8% de nobres na sociedade portuguesa, sabes isso perfeitamente.


Um abraço.
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 16:47

José, desculpa o João.
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De Pedro a 04.10.2011 às 22:06

Nobres ou não, com titulo ou sem titulo, a maioria dos que estão aí em cima (não só 17) são de facto aristocratas, daqueles de quem se pode traçar a árvore geneológica lá longe, aquilo que commumente se chama "sangue azul", e que fazem questão de encher as páginas da genealogia até ao Afonso Henriques ou ao Carlos Magno. Digam-me quantos José da Silva, comerciante, filho de tanoeiro e de empregada doméstica, aí estão..., seria já bom se fossem 17. 
É bom que vocês todos tenham a noção de que muito pouco representam da sociedade portuguesa. A Causa Real, para a grande maioria do povo português, tem tanta representatividade e relevo como o clube tauromáquico. É um motivo de curiosidade para alguns e só. 
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De José Tomaz de Mello Breyner a 04.10.2011 às 17:04

João,

Conforme te disse, o meu lugar é teu. Vamos falar com quem de direito? Aceitas?
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De João Gomes de Almeida a 04.10.2011 às 17:09

José,


A estima pessoal que te tenho, a legitimidade democrática para estares onde estás e a tua entrega à causa, nunca me deixariam aceitar tal proposta.


Um abraço.
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De Pedro Quartin Graça a 04.10.2011 às 17:34

Apelo à calma de todos. O João Gomes de Almeida não é menos monárquico do que qualquer um de nós.  Será muito útil poder ser devidamente aproveitado o excelente contributo de marketing, e não só, que pode dar. É esse o meu desejo. Abraço
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De José Tomaz de Mello Breyner a 04.10.2011 às 17:42

Pedro,

Estamos todos calmissimos, e ninguém disse que o João era menos Monárquico de quem quer que seja.

Eu sei que o João tem pressa, e por vezes a pressa é inimiga da perfeição.

Tenho de resto a maior consideração pelo João a quem espero dar um abraço amanhã em Coimbra.
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De Artur de Oliveira a 04.10.2011 às 18:47

Caríssimos, estes debates são bons para impulsionar o nosso movimento e caminharmos juntos pela mudança. Todos juntos podemos marcar a diferença...
Amanhã em Coimbra vamos mostrar o verdadeiro 5 de Outubro!

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