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Menos 600 milhões para a educação

por Pedro Quartin Graça, em 05.10.11

Quando um Governo decide "brindar" a educação com menos 600 milhões está tudo dito relativamente ao futuro do País. Ninguém pensa seguramente que, com esta poupança, a educação melhorará. Uma atitude miserável.

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publicado às 11:58


2 comentários

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De tiago a 06.10.2011 às 13:03

Então pela sua lógica, em sentido contrário, se se gastasse mais 600 milhões teríamos uma educação muito melhor?
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De WZD a 09.10.2011 às 21:11

Quando não há dinheiro, em algum lado se tem de cortar.

Infelizmente, em vez de reduzir lugares de administrador principescamente pagos e exterminar fundações e institutos que servem apenas para alimentar bocas de cortesãos que não sabem fazer mais nada na vida que parasitar os contribuintes, sem falar da necessária renegociação de tudo o que seja PPP, veremos cortes naquilo que o Estado tem por função providenciar, tendo em conta o pagamos em impostos. E nem vou falar dos municípios e respectivos desmandos...

Mas o problema maior está na gestão racional dos recursos colocados à disposição do Estado. Se houvesse bom senso e um gestão profissional da coisa pública, em que os eleitos não fizessem obra apenas para satisfação pessoal ou para ganharem eleições, este país poderia estar melhor, mas infelizmente, estas não são preocupações dos indivíduos investidos de responsabilidades, muitos deles gabando-se até de terem nascido duas vezes...

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