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Deus, pátria e família.

por João Gomes de Almeida, em 06.10.11

Três coisas: o Felipe não percebeu mesmo o que é buzz (aconselho a leitura do livro Buzzmarketing do Mark Hughes); o Felipe já devia saber que não falo do meu trabalho em blogs e por fim, as comparações entre o Steve Jobs (não tem nada a haver com buzz), o Angélico e a Causa Real, são ridículas.

publicado às 22:34


3 comentários

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De areia_do_deserto a 06.10.2011 às 23:06

João, li tudo por alto, mas em termos estruturais, se se quiser cativar públicos-alvo (a sociedade de consumo deixou esta marca irrecuperável...:) completamente modelados pela historieta dos "intelectuais" corajosos  que mataram o Rei pelas costas, pois não conseguiram acertar com o ângulo do disparo, para a Causa Real há que se perceber que as estratégias autopromocionais profundas são as mesmas de qualquer fenómeno sociocultural contemporâneo, o que muda são as de superfície. Em Inglaterra e Espanha (aqui um pouco menos, pois os Latinos têm aquela separação rígida entre cultura erudita e cultura pop, quando até a Literatura Moderna advém da elevação do cidadão comum a protagonista e restantes personagens e a ópera trata de arquétipos banais, já para não falar da pintura...:) não há pruridos com tal, logo, vejam-se os resultados- promove-se um regime catalisando as tendências dominantes...a Monarquia Inglesa, aliás, como a Monegasca com Grace Kelly soube muito bem fazê-lo e io facto é que não só o regime como o património agradeceram...e que melhor forma de o fazer pelo passa palavra informal? Tem é que se saber fazê-lo- não basta ler o livro do Hughes ou de outro qualquer...
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De baronete a 07.10.2011 às 00:07

A Coisa Real é uma coisa de bigodes. Ou são os bigodes de SAR Dom Duarte de Bragança, ou são os Bigodes do Buiça. Ou a sacristia, ou a carbonária.  Não vivem sem uns nem outros. Está tudo muito bem, mas parecem não entender que isso já não interessa a ninguém. A propósito, tenho mesmo muita pena, mas  a ter alguma empatia por alguma coisa desse mofo, o povo vai mais pelo Buiça do que pelo rei. As coisas são como são. Um tipo que vai para o meio da policia e dá um tiro num rei, sabendo que vai morrer de seguida, é um herói popular, aqui ou na China.  Não se metam nisso. 
Cá por coisas, estou até convencido de que nenhum monárquico realmente quer uma mudança de regime. Basta-lhes cumprir estes solenes rituais periódicos para darem sentido à existência da Causa. Ora, convém que desçam à terra e se convençam que metade da malta assiste àquilo como se estivesse a ler as colunas sociais, e a outra metade... ri-se. Eu não resisti quando vi SAR Dom Duarte Pio de Bragança (etc), a dirigir-se, em passo firme e de cabeça erguida, da Igreja de Santa Cruz para a Câmara Municipal (julgo que era isso), acompanhado de alguém que se julga seu súbdito. Portanto, nada disso ajuda. E pelos vistos, a única alternativa que encontram para quebrar a sagrada rotina, é vestirem-se de Darth Vader. É engraçado. Mas nem sequer estou a ver que mais podem fazer. O povo português nunca foi monárquico. Quando o podia ter sido, era quase completamente analfabeto, estava abandonado e mal sabia de que terra era. Agora, é tarde. 
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De não_me_chame_condensa_que_me_põe_tensa a 07.10.2011 às 00:48


Discordo, um cobarde é um cobarde aqui ou na ChinaImage, não só o Buíça como os mandantes da Leva da Morte. Olhe, se quer episódios caricatos com republicanos, basta ir buscar o Mário Soares a ser interpelado por Samora Machel assim" Mário, pá, como istássss?" ou quando se encavalitou numa tartaruga; ou António José Seguro ter uma memória tão curta; ou Duarte Lima ser o principal suspeito de um homicídio; ou o Major Valentim Loureiro comprar votos com electrodomésticos; ou a Fátima Felgueiras aproveitar e na fuga recauchutar-se no Brasil; ou o próprio Sócrates a acabar uma oral de Inglês Técnico de uma Licenciatura (?) a um Domingo; ou o tal de Ricardo Rodrigues roubar os telemóveis a dois jornalistas; ou Otelo Saraiva de Carvalho participar num filme B (esse pormenor falhou à Maria de Medeiros); ou Sócrates aos berros como na Praça da Ribeira ou no Bulhõ, ao mesmo tempo que distribuía Magalhães a outro que tal- o Hugo Chavez ou tantas gaffes de procolo já cometidas por tanta gente (bem, convenhmaos que o Obama tb se descaiu numa...); ou um dos maiores escândalos políticos envolver um sucateiro; ou de Paulo Pedroso ser recebido na AR como um herói...diga-me lá se um povo que não se insurge contra este tipo de histórias de cordel que davam mesmo para um filme hard core é alfabetizado? Até pode saber distinguir as letras, mas do analfabetismo funcional não se escapa. Ao menos o Sr. D. Duarte é uma Pessoa de uma Educação esmerada.  

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