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Por razões "derivadas" da oposição americana à sua actuação na ONU, passou a detestar os EUA e colocou-se ao lado de todos aqueles que vêm os yankees como os inimigos da raça humana. Num ápice tornou-se de gauche e até o vimos em extasiada camaradaria com Louçã em pleno Rossio, em manif anti-NATO que faria Amaro da Costa corar de vergonha.
Sabe-se que "aderiu" a Sócrates e no dia da sua tomada de posse como ministro dos Negócios Estrangeiros - posto a que renunciaria devido a "dores na espinha" -, foi dizendo que ..."a direita está cheia de inveja da qualidade da gente deste governo". Pois a coisa não foi de feição e diz-se que se afastou, quando perdeu as ilusões quanto à possibilidade de ser o candidato do PS à eleição presidencial. Agora considera Sócrates como uma desgraça à escala nacional, ou seja, uma tragédia, possivelmente grega.
Pelos vistos, prepara-se para a tal eventualidade pós-Cavaco, não vá Durão Barroso ou um outro qualquer pindérico tirar-lhe o poleiro. Já faz fosquinhas a Passos Coelho e ao governo, aproveitando para bater forte e feio nos antigos líderes do PSD que andam a criticar o executivo.
Bem feitas as continhas de carvoaria, é isto, a República.