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GRRRRRÓÓÓÓÓIIIIINK!

por Nuno Castelo-Branco, em 19.12.11

Os pobres ficaram mesmo de gatas, aliás a posição obrigatória naquelas paragens. Quando Estaline foi "despachado" pelo seu grupinho de camaradas da vodka, assistiram-se a cenas semelhantes bem organizadas fora de portas, porque a bem dizer, o país suspirou de alívio. Noutras paragens muito mais a sul, também saíram aos magotes para as ruas, mas com intenções bem mais risonhas: em Lourenço Marques, foi um segundo carnaval...

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publicado às 19:51


4 comentários

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De NanBanJin a 20.12.2011 às 03:13


Estimado Nuno, com vossa permissão reproduzo aqui o comentário que deixei no 'link' endereçado acima, no COMBUSTÕES.


Na verdade, isto é tudo teatro, e tão mal representado, que mete dó.

Esta gente sabe perfeitamente no que está metida: uma comunidade nacional inteira forçada a um suicídio colectivo por inanição e em nome do 'status quo' de um regime ignóbil de tão brutal quão falhado que é.

Os níveis de corrupção neste momento na RPDC são tais e abrangem de tal modo toda a estratificação social do país, permeando inclusive as unidades tidas por mais 'leais' nas forças militares e de segurança, que nem se percebe bem como é que a situação ainda se sustenta a si mesma.

E não esquecendo dois aspectos importantíssimos: 1. o próprio exército já está, pelo menos desde o ano passado, a sofrer os efeitos da mal-nutrição, com rações cortadas a menos de 400 cal./dia por homem, e 2. a entrega 'de bandeja' das principais jazidas de carvão do país à China, ao que consta no início deste ano, e a troco de remessas de bens essenciais (que se esgotarão a breve trecho como é evidente...), conseguiu agravar a situação energética do país, que, se já era de per si péssima, agora e desta feita passou para níveis de puro e simples pré-colapso.

Por estas e outras razões, tenho sérias dúvidas que Kim Jong-Un, venha a ter o cortejo triunfal de ascensão ao poder como o que o avô preparou para o pai, e que este preparou para si. 
Para para mais, efeito dos seus parcos e inexperientes 26 anos de idade, e tendo tido pouco tempo para preparar a sua inserção junto das forças militares e de segurança, KJU é apontado por vários analistas como incapaz de manter o punho cerrado do regime, pelo menos aos níveis a que este até hoje foi mantido — sob exigência de lealdade absoluta e inquestionável à liderança, sendo o mais ínfimo sinal de dissensão imediatamente punido de forma draconiana.

Este seria portanto o momento mais que propício para por fim a este absurdo e à tragédia do povo norte-coreano que diariamente assiste à degradação das suas condições de existência, hoje já arrastadas aos níveis da mais sub-humana das misérias. 
Porém só nos resta esperar e ver.

Luís F. Afonso, Japão

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