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No tempo do salazarismo, em particular nas décadas de 60 e 70, com o país internacionalmente isolado e com fronteiras fechadas, emigrar era uma coisa boa para fugir à guerra e à repressão política, embora esses fluxos migratórios acontecessem numa altura em que a economia portuguesa crescia a um ritmo que oscilava entre os 5 a 8% ao ano, tendo chegado aos 11,2% (1973) e 12,6% (1970). Neste tempo de abundância em que vivemos, com um crescimento pujante da economia e uma taxa de desemprego perto de 0 (ou pelo menos é o que transparece das declarações de muitos alheados da realidade) emigrar é uma coisa má? Isto é esquizofrénico e ofensivo para os portugueses que emigram ou é só impressão minha?