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O barato sai(nos) caro!

por Pedro Quartin Graça, em 30.12.11

Líder da China Three Gorges avalia negócio

"Comprar a EDP foi barato"

O presidente executivo da China Three Gorges (CTG), que comprou 21,35% da EDP, admitiu esta sexta-feira que o negócio com o Estado português, que arrecadou 2,7 mil milhões pela privatização da eléctrica, foi barato.

 

É só ouvi-lo(s). Quando o Presidente da Three Gorges diz que foi barato comprar a participação na EDP, é caso para os governantes lusos se interrogarem sobre a escolha que fizeram e o valor que aceitaram. Ainda estão "todos" convencidos dos méritos da proposta? Afinal foi ou não vendida ao desbarato? Pois...

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publicado às 16:04


3 comentários

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De Carlos Velasco a 30.12.2011 às 17:32

Caro Sr. Quartin Graça,

O presidente da TG tem toda a razão. Comprou acções de uma empresa durante uma depressão internacional, dando em troca papel pintado que não servirá nem para cobrir um mês de défice - com um prémio que não é excepcional para uma compra desse  tipo - e promessas.
Quanto às promessas feitas pelos chineses, é uma tradição que nunca sejam cumpridas. Os chineses são especialistas em usar a velha técnica da protelação perene, esperando por um momento em que o outro negociador está novamente em maus lençóis de maneira a arrancar dele mais vantagens em troca do cumprimento da promessa original.
Fazem-no sempre com elegância, sem nenhum toque de arrogância e demonstrando boa vontade, de maneira a nunca melindrar a vítima. Por outro lado, eles sabem como ninguém passar o dinheiro por baixo da mesa com a maior discrição, quando isso é necessário.
Enfim, é caso para perguntar: para que servem os militares? Diante do que se passa, que é a  pilhagem da nação por criminosos que estão a vender barato a sua soberania, conquistada a tanto custo pelo povo e pelos militares do passado, já deveriam há muito ter agido. Porém, me parece que nos dias de hoje não passam de burocratas que brincam aos soldadinhos.

Um abraço.
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De Pedro Quartin Graça a 30.12.2011 às 22:43

Sem dúvida. Um abraço
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De Felipe de Araujo Ribeiro a 31.12.2011 às 09:13

A estratégia é sempre a mesma, nunca falha. O agitar do papel pintado, o país de olhos a brilhar já a pensar em todos os i-phones que vai poder comprar. Mastiga, deita fora... passados uns dias o papel pintado desapareceu. E os i-phones estao no lixo, vamos precisar de aranjar uns trocos para o novo modelo. Quando perceberem que as esmolas, por muito bonitas que possam parecer à primeira vista, nao têm valor absolutamente nenhum, já estaremos nós a cantar adeus fronteiras, adeus moeda, adeus língua, adeus terras e mares. Adeus Portugal.

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