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Após os blitz lançados sobre os "referendos não" da Dinamarca e Irlanda - quem se recorda? -, teve agora início, o ataque à Hungria. Argumenta-se com alíneas referentes a questões de dinheiro, regulamentação bancária e aspectos do foro jurídico, mas sendo estes os pretextos, a verdade é outra: a soberania. A Hungria votou em massa na actual maioria e as consequências reflectiram-se na Constituição. Não se imagina o que esta pressão de Bruxelas, ou melhor, de Berlim e Paris poderão ocasionar, mas é quase certa a resistência. Em muito pior situação estavam os húngaros em 1956 e só a tiro de canhão o Império da altura - não era a CEE/UE, mas a URSS - impôs o que queria, ou seja, a submissão.