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Sala Thai em Lisboa

por Nuno Castelo-Branco, em 02.02.12

No próximo dia 21 de Fevereiro, será inaugurado em Lisboa, um monumento que celebra as relações entre Portugal e a Tailândia. Uma peça única que embelezará Belém, merecendo todo o cuidado e atenção por parte do Estado. A Sala Thai, é um dos quatro exemplares existentes fora daquele país asiático e a sua oferta a Portugal, consiste numa extraordinária atenção ao nosso país.

 

O acontecimento é visto pelos tailandeses como algo da maior importância, daí a não delegação no Embaixador para cumprir os deveres protocolares na inauguração da Sala Thai. Impossibilitado pela doença de que enferma há alguns anos, o Rei Bhumibol enviará a Princesa Sirindhorn - que naquele país beneficia de um estatuto similar ao de seu irmão, o sucessor Vachiralongkhorn - em sua representação, colocando esta cerimónia no nível protocolar mais elevado. A parte portuguesa deverá corresponder e nem por um momento podemos duvidar da presença do Chefe do Estado.

 

Num mundo em que a relação de forças parece indicar um seguro alvorecer do poder da zona Ásia-Pacífico, há que agir inteligentemente, não ferindo susceptibilidades. Bem sabemos do quase total desconhecimento de que a actual elite política europeia padece acerca do pensamento e forma de agir das diversas sociedades asiáticas, mas no caso português, a nossa longa história evita embaraços protocolares.

 

A Tailândia honra-nos ao mais alto nível e reconhece em Portugal, o seu mais antigo aliado. 

 

Estamos avisados de Portugal não poder falhar e Belém disso deve ter a plena consciência

publicado às 12:15


10 comentários

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De João Quaresma a 02.02.2012 às 13:33

É vê-lo e fotografá-lo enquanto está intacto. Quem é o responsável pela escolha do local? O MNE? A CML?
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De Nuno Castelo-Branco a 02.02.2012 às 14:06

Bem sei, João, o local é perfeitamente idiota e o monumento merece toda a segurança. Debalde sugeri o Jardim Tropical, a ajuda ou até, o Jardim do Palácio de Belém. Não quiseram saber e já imagino a mitragem de canivete em punho, levando "recordações" para casa. Esta gente que manda é assim mesmo: parva.
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De Tiago C a 02.02.2012 às 14:52

Por protocolo não deverá ser o presidente da assembleia da república a estar presente?
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De Nuno Castelo-Branco a 02.02.2012 às 17:46

Não me parece que os tailandeses achem que é a mesma coisa. 
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De Tiago C a 03.02.2012 às 08:59

Se o representante tailandês é o segundo na sua hierarquia protocolar, deverá ser recebido pelo nosso número dois na hierarquia do Estado, que é o presidente da ar.
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De Nuno Castelo-Branco a 03.02.2012 às 20:10

Diga-lhes isso e verá o que acontecerá quando Cavaco Silva lá for este ano. Não perdem por esperar.
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De Anónimo a 02.02.2012 às 18:43

QUÊ?! O palácio de Belém situa-se a uns 200 metros do local da prenda tailandesa. Não me diga que Cavaco Silva não pode lá ir, quando está sempre presente em qualquer reunião de patrões, banqueiros e outros "beneméritos". Era só o que mais faltava. 
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De Gungunhana da Silva a 02.02.2012 às 17:06

Querem ver que vai a KAVAKA ?
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De Flávio Gonçalves a 05.02.2012 às 18:54

De muito mau gosto a selecção do local, não se enquadra minimamente, e já imagino o cheiro a urina e a dejectos uma semana logo após a inauguração.

Os tailandeses hão-de ficar muito honrados quando lá forem daqui a uns meses ou um ano...
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De D a 19.02.2012 às 21:12

Pelo que li no texto e nos comentários, nós, humildes portugueses, devemos aceitar a vinda da número 2 da hierarquia política da Tailândia como um evento maravilhoso, quase como que uma bênção. Nem pensar em enviar o Presidente da Assembleia da República ou alguém que não seja Cavaco Silva para receber os excelsos representantes do Reino da Tailândia, sob pena de ofender suas sumidades! Francamente, que servilismo bacoco...

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