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A revolta prossegue, alimentada em grande medida pelo exemplo dado por Vasco Graça Moura. E torna-se, neste caso, ainda mais forte e simbólica ao tratar-se de uma instituição que, por defeito, tem por obrigações estudar e acarinhar a língua portuguesa. Que se continuem a seguir outros exemplos. Como bem referiu o Miguel Castelo-Branco num dos seus habituais excelentes textos, "Força Vasco, nós seremos a muralha de aço", porque como nos recorda José Adelino Maltez no cabeçalho do seu blog, inspirado em La Boétie, na servidão voluntária "o grande ou pequeno tirano apenas têm o poder que se lhes dá".
Leitura complementar: Contra o processo de apagamento da identidade portuguesa em curso; Contra a novilíngua do acordês; Contra a submissão ao estado moderno na forma do acordês, acordai portugueses!