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A revolta prossegue, alimentada em grande medida pelo exemplo dado por Vasco Graça Moura. E torna-se, neste caso, ainda mais forte e simbólica ao tratar-se de uma instituição que, por defeito, tem por obrigações estudar e acarinhar a língua portuguesa. Que se continuem a seguir outros exemplos. Como bem referiu o Miguel Castelo-Branco num dos seus habituais excelentes textos, "Força Vasco, nós seremos a muralha de aço", porque como nos recorda José Adelino Maltez no cabeçalho do seu blog, inspirado em La Boétie, na servidão voluntária "o grande ou pequeno tirano apenas têm o poder que se lhes dá".

 

Leitura complementar: Contra o processo de apagamento da identidade portuguesa em curso; Contra a novilíngua do acordês; Contra a submissão ao estado moderno na forma do acordês, acordai portugueses!

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publicado às 16:10


15 comentários

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De Miguel C.B. a 07.02.2012 às 18:05

Boa !!!
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De Anónimo a 07.02.2012 às 19:16

aquele "por defeito" está ali a mais, não? ;-) 
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De Samuel de Paiva Pires a 07.02.2012 às 23:30

Não creio, parece-me ajudar a enfatizar o carácter compulsório.
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De SC a 07.02.2012 às 19:38

É uma boa notícia!
Era angustiante ver as instituições do meu país impassíveis perante este crime!
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De Grândola Falcão a 07.02.2012 às 22:32

Bravo!!!
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De Anónimo a 08.02.2012 às 10:37


Por defeito? Erro crasso! Por vocação, por obrigação, por atribuição...

O engraçado é que toda a gente se arvora com o direito de inventar palavras para escrever, mas as regras do acordo, porque são impostas, já levantam toda a espécie de comentários...

Será que conhecem bem as alterações, que são com base na língua falada (na que é bem falada!) mas respeitando a etimologia? Tantas alterações houve ao léxico português desde que a língua protuguesa se afirmou como tal! Camões não escreveu no léxico de 1945 e todos nós estudámos a sua obra!

Experimentem consultar o Priberam, por exemplo, e tirar dúvidas sobre palavras com que brindam por aí, como FACTO, que nem uj terço da população sabe que se ciontinua a escrever do memso modo, julgando que se escreve FATO, como no Brasil.

http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx (http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx)
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De Samuel de Paiva Pires a 08.02.2012 às 10:46

Erro crasso nada. http://www.flip.pt/language/en-US/Duvidas-Linguisticas/Duvida-Linguistica/DID/1074.aspx
E para quem se aventura a corrigir ignorantemente os outros, convinha ter mais atenção aos próprios erros ortográficos.

De resto, não estou minimamente interessado nas justificações linguísticas que quer apresentar. Isto não se trata de uma questão linguística mas sim política. Não discuto os critérios do acordo porque simplesmente não deveria existir qualquer acordo. Se lhe aprouver, aqui fica o que penso: http://estadosentido.blogs.sapo.pt/1920302.html
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De joão j. a 08.02.2012 às 12:19

"que são com base na língua falada". Então porque não eliminamos o H, caro anónimo? Será o próximo passo, baseado em justificações como a sua? E aí a ereditariadade dos eróis feitos de atos compatos talvez já seja uma eresia. Para rimar, acabem com esta porcaria. Obrigado, Vasco. Força, Faculdade de Letras.
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De Bárbara WMFerreira a 08.02.2012 às 17:43

Eu sou uma leitora compulsiva. Escrevo e acho que o Português é uma língua riquíssima. Não gosto de pensar que a geração que aí vem vai escrever e comunicar de uma outra maneira. MAS a verdade é que esta nova geração já comunica de uma forma completamente diferente. Eu vou continuar a escrever o Português que sei e que me ensinaram. Reconheço que não é inédito através da História de uma língua ela ser alterada. Ficamos com muito do Brasil na língua Portuguesa , como se Inglaterra agora passa-se a escrever como os Norte Americanos. São línguas Mães. Vou ter de me adaptar mas vou continuar a escrever à moda antiga como fizeram tantos que não têm idade para fazer parte deste novo acordo. Se é uma questão política suponho que tem haver com dinheiro... não sei falar de dinheiro. Isto é apenas uma opinião sobre a nossa língua. Obrigada.
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De Anónimo a 08.02.2012 às 20:11

"a ver" ou "que ver".


haver é outra coisa.
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De António V. Ribeiro a 09.02.2012 às 04:38

Já agora, outra "errata" :- ...passasse..
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De Anónimo a 08.02.2012 às 21:06


parar é morrer
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De Joaquim Amado Lopes a 09.02.2012 às 00:12

Excelente notícia. Vasco Graça Moura, ficamos a dever-lhe uma bebida.

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