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Tarde piaste

por Nuno Castelo-Branco, em 09.02.12

Sim de facto criticou o 1º Ministro e abusivamente interferiu na política externa portuguesa. Não houve qualquer má interpretação, não nos insulte ainda mais, tomando-nos por parvos. Agora, feita a asneira, mais vale calar-se de uma vez por todas ou fazer o mesmo que o Sr. Gerhard Schröder, solicitando um rendoso cargo na secção de gás da esquisita democracia do Sr. Vladimir Putin.

publicado às 19:25


8 comentários

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De Faust Von Goethe a 09.02.2012 às 20:21

Meu caro amigo,


Aqui não houve ofensa nenhuma ao povo Português mas sim a angola. Isso de nacionalismos exacerbados não leva a lado algum.
Leia o que escrevi e diga se não tem lógica. 
http://oourico.blogs.sapo.pt/101189.html
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De Nuno Castelo-Branco a 09.02.2012 às 21:00

Caro Nelson, as "reservas" de Schultz tanto se colocam a Portugal como à própria Alemanha, ávida angariadora de novos mercados. Uma guerra de concorrência, nada mais. Se ele pensa que não percebemos isso, é porque é mais tonto do que parece.
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De Faust Von Goethe a 10.02.2012 às 03:48


Caro Nuno,


Concordo contigo mas apenas no que toca a trocas comerciais e nunca no que toca a privatizações.
Portugal, sendo um país ribeirinho tal como todos os países da CPLP pode servir como porta de entrada e saída da europa. 
Quanto a angola, não esquecer que o actual governo angolano tem sangue nas mãos e isso Schultz refere na entrevista.
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De Daniel João Santos a 09.02.2012 às 20:38

muito bem.
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De Henriques Duarte a 09.02.2012 às 21:01

Também não encontro qualquer ofensa e creio perceber o que ele quis dizer.
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De Nuno Castelo-Branco a 09.02.2012 às 21:16

Não será ofensivo, SE o Sr. Schultz estender as suas "preocupações" à própria política da Alemanha, sempre à procura de bons negócios seja com quem for. Ora, esse não é o caso.
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De Carlos Velasco a 09.02.2012 às 21:31

Se a Europa está em declínio, assim como a sua democracia, é porque as suas elites decidiram demolir as soberanias nacionais para construir uma superestrutura burocrática que vai passar por cima das vontades dos seus povos e impor a uniformização  total ao continente, acabando com o que fez da Europa uma excepção num mundo de grandes impérios cristalizados: a super-fragmentação política e cultural num quadro de unidade religiosa. Quanto ao verdadeiro pilar da Europa, o cristianismo, também ele tem sido atacado com toda a força por este projecto internacional-socialista. Portanto, mesmo que a  interpretação que o comentador fosse verdadeira, ela indicaria que o Sr. Schulz, um raivoso inimigo das nações europeias, não passa de um imbecil e de um hipócrita, coisa que ele é.
Não é por acaso que todos os que divergem dele acabam por se virar contra esse cão. Temos os exemplos do Sr. Nigel Farage, do Sr. Godfrey Bloom e até do Berlusconi, que apesar de ser quem é, disse a este internacional-socialista o que todos sabem mas ainda têm medo de dizer abertamente.
De resto, para os que acham que é um exagero dizer que a União Europeia é o 4º Reich, que procurem informações acerca do que era o Europaische Wirtschafts-Gemeinschaft, lançado em 1941 pelo ministro do Reich Walter Funk, que procurem informações acerca do relatório da inteligência militar americana Ew-PA 128, elaborado em 1944, que alertava, a partir da obtenção de informações acerca de um encontro entre oficiais nazis e industriais alemães da esfera Krupp, IG-Farben e Hamburg-America Line (sópara ficar em alguns exemplos) para a maneira como as corporações do Reich usariam os paraísos fiscais e países neutros (Suíça, Suécia, ...) para enviar o seu dinheiro para fora e influenciar a política europeia depois da guerra no sentido de forçar uma unificação política travestida de unificação económica (não foi isso que fizeram com a Zollverein?), e que abram os olhos para a maneira descarada como fazem todos de otários, dando indícios que até o Tino de Rans é capaz de compreender. Veja o caso abaixo:

  http://www.coleurope.eu/template.asp?pagename=ird_chairs_krupp (http://www.coleurope.eu/template.asp?pagename=ird_chairs_krupp) 

E que não venham com essa conversinha de que os socialistas não são nacional-socialistas. Tenho vários livros com biografias de sujeitos que durante a guerra eram nazis e logo a seguir entraram para os partidos socialistas, desde sindicalistas a políticos.
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De Paulinha Manu a 09.02.2012 às 22:49

K'hôrrôre! O desenho é giríssimo...tem imenso cô-cô, t'a'a vere?!

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