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Queixa-se a minha irmã de ser obrigada a escrever segundo o Acordo Ortográfico, na escola. É simplesmente nojento e repulsivo que o estado possa fazer isto. E parece que já chegou a certas Universidades. Tenho pena de já não ser estudante matriculado numa. Era bem capaz de dar largas ao rebelde que há em mim, indo até às últimas consequências. Como escreveu Camus, "A única forma de lidar com um mundo sem liberdade é tornar-se tão absolutamente livre que a sua própria existência é um acto de rebeldia."

 

Leitura complementar: Contra o processo de apagamento da identidade portuguesa em cursoContra a novilíngua do acordêsContra a submissão ao estado moderno na forma do acordês, acordai portugueses!Vários posts sobre o Acordo Ortográfico no Estado Sentido.

publicado às 23:50


4 comentários

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De dfg a 14.03.2012 às 05:02

Não podem obrigar tal! Totalmente ilegal!
A sua irmã deve simplesmente mandar passear e denunciar a qualquer organização dos direitos do homem.
«Le créole brésilien remplace officiellement le portugais au Portugal»
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De zedeportugal a 14.03.2012 às 12:35

Desde 2008 que um grupo de pessoas generosas e corajosas, a quem procurei dar sempre a minha mais que modesta contribuição*, pôs à disposição de todos os cidadãos portugueses um instrumento legal que permitirá suspender esta aberração ortográfica.
.
http://ilcao.cedilha.net/
.
Bastam 35 mil assinaturas para fazer chegar à AR esta ILC que suspende a aplicação do AO.
Infelizmente...  parece que os cidadãos preferem continuar a dormir, sossegados por agora nas vagas promessas de um secretário de estado que não possui qualquer vestígio de honestidade intelectual - mesmo para com as suas próprias ideias do passado recente.
.
*Sob diversas formas, em vários lugares e ocasiões, Como, por exemplo, aqui:
http://umjardimnodeserto.wordpress.com/?s=acordo+ortogr%C3%A1fico
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De Octávio dos Santos a 14.03.2012 às 15:49

Caro Samuel, sugiro-lhe que revele qual é a escola da sua irmã e, depois, os «professores» que estão a querer obrigá-la a usar o «acordês».
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De areia_do_deserto a 15.03.2012 às 04:37


Eu até concordo com o AO, embora não o ponha em prática- qualquer língua sempre evoluiu pelo erro e o que é erro hoje amanhã será norma. É através da fala que a língua evolui, a escritra é uma forma de cristalização das regras conjunturais, daí que na oralidade sejam permitidas mais liberdades e erros, face às normas sincrónicas, do que no registo escrito. A língua é viva pelo erro e não pela norma, ma adorei, como sempre Camus que até pode ser usado para o argumento contrário ao do Samuel :) é sempre a antítese que faz evoluir o mundo. Vou repeti-la .) " "A única forma de lidar com um mundo sem liberdade é tornar-se tão absolutamente livre que a sua própria existência é um acto de rebeldia." Avé!

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