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A falácia da alegada mudança do CDS

por Samuel de Paiva Pires, em 04.04.12

No que diz respeito ao caso da carta dos 12 Conselheiros Nacionais do CDS, cujas repercussões na blogosfera têm sido recolhidas pelo João Távora, ao contrário do que algumas pessoas têm escrito, o facto de a carta ter sido rejeitada por aquilo que era o seu objectivo político latente e não pela sua aparente reafirmação de princípios ideológicos, não implica que o CDS tenha mudado na sua orientação pró-vida e pró-família, como  bem assinala o Francisco Mendes da Silva, até porque nem sequer houve qualquer discussão de princípios. Quem pensa que a rejeição da carta implica automaticamente uma qualquer mudança incorre num non sequitur. De resto, a pluralidade e vivacidade que este debate gera são mais do que óptimas.

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publicado às 13:07


2 comentários

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De tric a 04.04.2012 às 19:03

até não houve discussão de princípios, não houve!!?? se até se utilizou o termo "NAZI"...aquela carta era para ser a coisa mais pacifica do mundo, nesse CDS que você descreve...no entanto, deve existir outro CDS...
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De Anónimo a 04.04.2012 às 19:36

grande hipocrisia.
Quantas e quantas vezes estas morais pró-vida e pró-família são tudo menos isso. Ai que eu dava tantos exemplos de tantos e tantas "impolutos "conhecidos, mas depois era uma chatice.
Enxerguem-se!

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