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Fia-te na virgem...e não corras...

por Pedro Quartin Graça, em 03.07.12

Os governantes brincam com o fogo e, dia a dia, pressente-se que a tensão social aumenta de forma significativa. As pessoas começaram a perder o que lhes restava de paciência. O Álvaro já foi "avisado". O CDS já percebeu o perigo. Só Passos e Gaspar é que, teimosamente, persistem em continuar com uma fórmula e num caminho desastroso que levará o País à ruptura total. Um dia destes acontece uma (tão inevitável quanto lamentável) tragédia neste Portugal à beira mar plantado. O tal dos brandos costumes. É que tudo tem um limite e, por cá, este foi há muito ultrapassado. Depois não digam que não avisámos.

publicado às 10:17

Cuidado com o Zé!

por Pedro Quartin Graça, em 03.07.12

publicado às 10:13

A presidenta tem telhados de vidro

por João Quaresma, em 03.07.12

Manhã de Domingo em Brasília. Na Praça dos Três Poderes decorria a cerimónia mensal de troca de bandeira quando acontece isto:

 

Os dois caças supersónicos Mirage 2000 da Força Aérea Brasileira passaram sobre o Palácio do Planalto (sede da Presidência) e sobre o edifício do Supremo Tribunal Federal, que ficou com a fachada neste estado:

 

 

Escusado será dizer que ninguém faz um vôo de exibição a esta velocidade. É claro que os pilotos sabiam perfeitamente que passando a alta velocidade (próxima da barreira do som) o resultado não poderia ser outro. Não foi descuido, foi intencional, tanto que a segunda passagem foi efectuada a uma velocidade mais reduzida. Passar com caças a baixa altitude e a alta velocidade sobre formações inimigas é uma manobra clássica de intimidação pelas forças aéreas.

Dilma Rousseff e os seus andam a mexer num assunto espinhoso: as violações dos Direitos Humanos no tempo da Ditadura Militar. No Brasil e noutros países que passaram pelo mesmo processo de transição, se existe Democracia é porque os militares aceitaram deixar o poder na condição deste assunto ser enterrado e não sofrerem vinganças. Até porque os actuais governantes também beneficiaram de uma amnistia.

Esta foi uma clara advertência das Forças Armadas brasileiras à antiga guerrilheira comunista: há coisas em que é melhor não mexer. 

publicado às 03:30

Mário Soares diz que Passos Coelho tem que falar forte porque não somos um país qualquer, demos mundos ao mundo e, por isso, os alemães não nos podem tratar como bem entendam. Esteves Martins diz que na Grécia existiam filósofos quando os alemães ainda não sabiam ler nem escrever. São os chamados argumentos de merda.

publicado às 23:42

Prós e Prós

por Samuel de Paiva Pires, em 02.07.12

Os participantes no Prós e Contras de hoje são Mário Soares, Miguel Sousa Tavares, Viriato Soromenho Marques e António Esteves Martins. Tirando VSM, que "constelação" assustadora.

publicado às 23:25

Curva de Laffer no Reino Unido

por Samuel de Paiva Pires, em 02.07.12

À atenção do João Miranda, Joaquim Couto, Priscila Rêgo e Insurgentes: "The Laffer Curve Wreaks Havoc in the United Kingdom".

publicado às 23:01

Parece mau demais para ser verdade.

Cortesia da emissão da Televisão de Angola, fiquei a saber - talvez muita gente já soubesse mas eu pessoalmente não sabia - da nova "modernização" da Língua Portuguesa que está na calha. Chama-se Vocabulário Ortográfico Comum, e será um dos temas a serem tratados, entre amanhã e Quinta-feira, em Luanda, no Colóquio Internacional «O Português nas Organizações Internacionais», uma iniciativa do IILP – Instituto Internacional da Língua Portuguesa, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores de Angola.

Em que consiste o Vocabulário Ortográfico Comum? Simples: em integrar na Língua Portuguesa todos os vocabulários em uso nas línguas autóctones de países lusófonos. Por exemplo, e tal como explicou o director-executivo do IILP, o professor brasileiro Gilvan Müller de Oliveira, as palavras das línguas bantus de Angola ou dos dialectos dos índios amazónicos passarão a fazer parte da Língua Portuguesa, podendo ser usadas em pé de igualdade com as palavras do Português original e no mesmo texto, na mesma frase. Ou seja, será possível usar na mesma frase termos mauberes, kikongos e tupinambás, sempre sem deixar de falar Português. E estamos realmente a falar de todos os vocábulos dessas línguas, uma vez que o processo de recolha dessas palavras em línguas locais será feito com recurso a programas informáticos funcionando na internet, efectuando um rastreio a sites ou documentos PDF à procura de novas palavras, que assim serão registadas e integradas automáticamente na base de dados que constituirá o VOC.

É claro que a cada novo vandalismo com a cultura portuguesa surgirão sempre ardentes defensores da "evolução", e da "dinâmica" cultural, com argumentos em favor da aproximação de gentes e de formas de encarar o mundo. Outros justificarão com razões geopolíticas de que Portugal tem de acompanhar o processo. Melhor compreensão é que seguramente não poderá ser argumento.

De acordo com o anunciado, o colóquio poderá ser seguido pela internet, seguindo as indicações do blogue do IILP em:  http://iilp.wordpress.com/

 

publicado às 20:05

Há 80 anos falecia o último Rei de Portugal

por João Quaresma, em 02.07.12

«Sou portuguez e sê-lo-hei sempre».

 

publicado às 19:58

O Reconhecimento da I República Portuguesa pela Inglaterra

por Samuel de Paiva Pires, em 02.07.12

Disponível no meu site, com todos os anexos, ou seja, fotografias dos vários telegramas que estão no Arquivo Histórico-Diplomático:

 

«A corte de D. Manuel II no exílio era tida na mais alta consideração pela corte e Governo de Sua Majestade, o que nos anos seguintes seria notado por diversas vezes, até pelo próprio Teixeira Gomes. Apesar das garantias asseguradas aos republicanos aquando da reunião com Mac Kinwood, e embora nos pareça que a nota oficiosa elaborada por José Relvas foi, em certa medida, responsável pela consciencialização por parte das nações europeias da eventual possibilidade de mudança do regime, existia em Londres uma "forte corrente de opinião hostil à República Portuguesa", na qual se incluiu até Winston Churchill, à época Ministro do Interior, a quem D. Manuel ficaria grato por ter conseguido demorar o reconhecimento durante perto de quatro meses.»

publicado às 13:04

Mais uns 25 caramelos

por Nuno Castelo-Branco, em 01.07.12

Uma autêntica "multidão" que abarrotou a copa de uma tasquinha lá para os lados de Coimbra. Dizem ser um movimento de 25 pessoas que exigem a continuação comemorativa do 5 de Outubro de nefasta memória.

 

25? A coisa está mesmo perdida, pobres diabos.

publicado às 09:52

Hoje apetece-me isto

por Nuno Castelo-Branco, em 01.07.12

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publicado às 09:24

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