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« Está Na Hora! »

por Cristina Ribeiro, em 01.10.12
NÃO VAMOS DEIXAR MORRER PORTUGAL
Evento público · De Maria João Quintans e João Embaixador
  •  
    Restaurante Flor do Cais do Sodré
  •   O PROBLEMA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL E A SUA ACTUAL SUBSERVIÊNCIA.

    É A TERCEIRA VEZ!
    O problema que ninguém quer levantar mas existe.

    Orador: Coronel Américo José Fernandes Henriques
    (Orador convidado do almoço de Homenagem a 
    Henrique de Paiva Couceiro, 11 de Fevereiro de 2012)

    RESTAURANTE FLOR DO CAIS DO SODRÉ
    RUA DOS REMOLARES, 31, LISBOA

    EMAIL - eporque@live.com.pt

    CONFIRMAÇÕES ATÉ 2 DE OUTUBRO

publicado às 23:45

O frentismo da esquerda onírica

por João Pinto Bastos, em 01.10.12

Pelos vistos, a extrema-esquerda portuguesa cedeu às tão ansiadas cantilenas da unidade política. A comicidade da política portuguesa chegou ao triste ponto de permitir a junção de esforços dos totalitarismos naïve, filhos dilectos dos marxismos avelhentados. Nem Blum, nem Azaña seriam capazes de engenhar uma solução unitária tão descabelada, em que o leitmotiv reduz-se à apresentação de uma moção de censura deslocada. Esta esquerda precisa mesmo de um Gorby e de uma perestroika. Estará Daniel Oliveira disposto a aceitar uma missão sacrificial sem retorno garantido?

publicado às 22:54

Leituras indispensáveis

por João Pinto Bastos, em 01.10.12

Pedro Picoito, no post "Maomé e as Pussy Riot":

 

"Dá que pensar o nosso desigual acolhimento à  performance das Pussy Riot numa igreja de Moscovo e ao filme americano sobre Maomé que incendiou a rua islâmica. A primeira é um acto de liberdade e uma obra de arte, o segundo é irresponsável e kitsch. Curiosamente, ninguém notou que o protesto anti-Putin num local de culto poderia ser tão ofensivo para os ortodoxos como a sátira do Profeta para os muçulmanos. Curiosamente, ninguém se incomodou com a mistura entre política e religião das punks russas (que seria criticado por todos, e bem, se viesse de D. Januário ou do Arcebispo de Westminster). O que mostra como o “desencantamento do mundo”, assim lhe chamou Max Weber, nasce também do Romantismo: já não nos choca a profanação de um espaço sagrado e, mais do que isso, a arte ocupou o lugar da religião. Ora, tirando o puro medo que se lê nas entrelinhas (Hillary Clinton, por exemplo), a que se deve esta duplicidade de critérios? E como não cair em tal duplicidade, que atenta contra a igualdade de todos os cidadãos?"

publicado às 22:20

Gato escaldado

por Pedro Quartin Graça, em 01.10.12

publicado às 17:11

O tal mar "português"

por Nuno Castelo-Branco, em 01.10.12

Como aqui já se disse, este assunto emerge em ocasiões de crise, ou para justificar a construção de um projecto betoneiro enche-bolsos, talvez sob a forma de uma Expo. No seguimento da competição internacional pela proeminência imperialista, há cem anos a desastrosa República garantia a construção de uma frota de três couraçados, outros tantos cruzadores e um enxame de escoltas e de submarinos. Mais ainda, o regime da demagogia já se gabava do prometido início da moderna construção naval militar em Portugal, trazendo das margens do Clyde para as do Tejo, todo o know-how que nos faria regressar à categoria de potência marítima. 

 

Hoje, a situação inverteu-se e a demagogia pratica-se no sentido oposto. A simples menção de qualquer tema relacionado com a Defesa, provoca uma imediata e estrondosa histeria, coagindo fortemente qualquer político que queira prosseguir a sua promissora carreira. Deixa-se o mar como recurso discursivo em ocasiões duvidosamente solenes e delimita-se a sua fronteira, à pesquisa científica que dará renome aos investigadores portugueses e chorudos proventos materiais a quem fora dos ainda nossos domínios territoriais, souber ou conseguir aproveitar os seus ensinamentos.

 

Que o Estado tome boa nota de uma evidência que apenas é desconhecida para cá do Caia: sem uma ocupação efectiva, sem os famigerados números que estabelecem a almejada soberania oferecida pela anexação e o desejavelmente despótico controlo da circulação e do aproveitamento alheio dos recursos que teoricamente possuímos, estaremos uma vez mais perante um potencial Mapa Cor de Rosa, desta vez num tom mais azulado.  A indústria naval militar e civil, uma Marinha moderna e capaz de defender a superfície reclamada à ONU e também habilitada a patrulhar intensamente as águas por onde circula uma parte vital do comércio mundial, são quimeras que a caótica realidade política portuguesa não conseguirá ultrapassar. Pior ainda, arriscamo-nos ao esbulho puro e simples, ditado pelos emprestadores do dinheiro da nossa submissão e por uma Comissão Europeia bastante ansiosa por "mutualizar" recursos. Por outras palavras, um autêntico saque a ser consagrado por uma cerimónia a celebrar pomposamente lá para as bandas da Torre de Belém. 

 

Se o tema Ilhas Selvagens ainda permanece numa incerteza aviltante, divulgar bem ou mal fundamentadas esperanças num barril de ouro submerso, apenas despoletará a cobiça dos outros. 

 

publicado às 16:11

Agradece-se um esclarecimento do ISCSP

por Nuno Castelo-Branco, em 01.10.12

Afinal, o que disse o tal futuro crânio em Ciências Sociais e Políticas? Limitou-se a assobiar? Que insulto proferiu? Alguém poderá esclarecer os factos?

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publicado às 13:25

In memoriam - Armando Marques Guedes

por Pedro Quartin Graça, em 01.10.12

Tive a honra de ter sido seu aluno em Direito do Mar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Era um Professor que marcava pela simplicidade do trato. Um cavalheiro e um homem bom. Falo de Armando Marques Guedes, Professor Catedrático da FDL e do ISCSP da UTL, que ontem nos deixou aos 92 anos de idade. 

Marques Guedes foi pioneiro do ensino do direito do mar em Portugal. Nasceu em 1919 e doutorou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Foi também professor na Escola de Direito da Universidade Católica e em vários institutos superiores militares, nomeadamente o Instituto de altos Estudos Militares em Pedrouços, Lisboa, onde ensinou Ciência Politica e Direito Internacional. Foi, entre vários outros cargos de relevo, 1º Presidente do Tribunal Constitucional.

Em especial aos seus filhos Luís e Armando deixo um abraço nesta hora triste.

publicado às 08:02

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