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Especialmente quando este "oferece" pouco mais do que "uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma" e tem um Presidente desbocado que agora deu para se meter na política que sempre abespinhou. E de forma manifestamente infeliz. Foi o que fez, e bem, Luís Novais Tito, nossos confrade blogger e "barbeiro" encartado. Deixou o Banco de Ulrich, onde era cliente há mais de 4 décadas, autenticamente com as calças na mão. Um exemplo a seguir!

publicado às 18:02

Mais 5 anos a roer o osso?

por Pedro Quartin Graça, em 04.11.12

publicado às 17:01

O Quarto do Filho

por Fernando Melro dos Santos, em 04.11.12
O professor Pedro Arroja diria que uma família tem de revolver em torno de uma figura forte, seja ela matriarcal ou patriarcal. A ideia não é novel e encontra eco na socio-mitologia Bretã - antes de Artur, com Vortigern, o reino era estéril por nao haver um Rei Uno, porque o espírito e a expressão da terra eram frágeis e quebradiças. Assim será com uma família.

Hoje, o mundo ocidental é urbanita. Os requisitos mínimos de conforto e a satisfação com a provedoria já não se medem em géneros essenciais. Mesmo perante a falência da doutrina vigente, consequência do choque frontal com a realidade, ainda impera a renitência em largar o paradigma "abracinhos e emoções" versus "rigor e empenho". Exige-se ao provedor que possa e queira prover não só ao que falta, como ao que os providos entendem que há-de faltar.

E assoma a questão, pervasiva e imanente na esfera pessoal como no cenário político: mas o que é que fazes aos que não querem trabalhar? Deixas à sua sorte alguém que cá anda, só porque não quer ou não está virado para prover a si mesmo?

Isto deve ser visto ao longo de três patamares.

Aritmeticamente é tautológico que nao se pode prover, nem Deus, quando as exigencias excedem os recursos.

Eticamente, deve dar-se, podendo, qb para que o recipiente da dadiva possa fazer algo de si mesmo, mas nao tanto que a provisao o impila a nada fazer enquanto o maná durar, sob pena de empenhar nao só a geração que recebe, mas tambem o desenvolvimento que dele, ou dos seus pares igualmente beneficiados, dependeria.

Por último convém ver isto à luz da justiça, que é objectiva, que é a tradução do facto de que a Lua está lá mesmo que ninguém olhe para ela.

- Eu dou-te isto.
- Tens de dar-me mais.
- Não, isto basta.
- És injusto, isso é a tua apreciação.
- Sim, sou eu quem dá.
- Mas sou eu quem precisa.
- Contudo, não sabes do que precisas, estás a avaliar por forma a que te sobre para outras coisas.
- Então, tenho esse direito.
- Certamente, mas não a expensas minhas.
- Mas se queres que esteja bem, terás de dar-mo.
- Não to darei.
- Então abusas do teu lugar.
- Menos do que tu do teu, e nem sequer me arrogo saber do que preciso, apenas dou.
- Isso não compreendo, mas vejo em meu redor que os outros não encontram as mesmas limitações.
- Se me disseres isso daqui por uns meses, dar-te-ei razão. Mas agora estás iludido pela aparente facilidade com que gozam ainda um idílio que nao pode durar.
- Não interessa, nao me compreendes e sinto-me rejeitado.
- Isso é algo que recai sobre mim mais do que sobre ti. Não levarás mais desta bolsa antes de mostrares que aprendeste a humildade e o esforço.

publicado às 16:58

Passisses...

por Pedro Quartin Graça, em 04.11.12

publicado às 16:44

A coisa começa a complicar-se...

por Pedro Quartin Graça, em 04.11.12

...quando, até numa cidade "operária" a bandeira azul e branca surge na varanda da Câmara Municipal local... Querem ver que foi o camarada Aires Rodrigues que se converteu à Monarquia?

publicado às 16:27

Com "exemplos" destes podemos nós bem...

por Pedro Quartin Graça, em 04.11.12

Merkel pede mais 5 anos de sacrifício e austeridade aos europeus, e aos Portugueses em particular. Por cá o seu súbdito e submisso Coelho fala, pateticamente, de uma "refundação" mas não explica o que entende por tal a não ser a total destruição do Estado Social para a qual não conta, evidentemente, com o Partido Socialista. Ninguém percebe o que Passos diz, nem mesmo quem já por cá anda há uns anitos... Poder-se-ia pensar, contudo, que da Alemanha viriam bons exemplos de como combater o desperdício. Puro engano! Por lá as palavras crises e austeridade não significam absolutamente NADA. Só assim se compreende que o Deusche Bank, ao mesmo tempo que dispensa 2000 funcionários, reúne em hotel de luxo , com estadias de 320 a 15.000 euros por noite/quarto, para "dar o exemplo", é claro...

Que se federem todos mas deixem-nos em paz, está bem?!

publicado às 15:21

A coisa pega-se...

por Pedro Quartin Graça, em 04.11.12

Fantástica a forma como os próprios republicanos tratam a sua bandeira e o País onde vivem...

publicado às 15:15

Ao domingo

por Nuno Castelo-Branco, em 04.11.12

 

Victória Luísa, a filha do Kaiser

publicado às 08:00

Já não há lugares "sagrados"...

por Nuno Castelo-Branco, em 03.11.12

 

Nem a Marinha Grande escapa? Aqui d'El Rei!

publicado às 22:27

Isabel II

por Nuno Castelo-Branco, em 03.11.12

publicado às 19:41

Portugal - o inevitável regresso ao passado

por Pedro Quartin Graça, em 03.11.12

publicado às 09:22

O desvanecimento do mito dos BRICS

por Samuel de Paiva Pires, em 02.11.12

Nos últimos anos, sempre que alguém me falou nos BRICS com entusiasmo, em particular no Brasil, que é aquele sobre o qual tenho mais conhecimento de causa, respondi que não tardaria muito para assistirmos ao desvanecimento do mito. Sobre o Brasil, basta estudar a História do país e da sua Política Externa para perceber que andam desde a Independência a correr atrás do mito de serem uma super-potência, quando nem mesmo regionalmente a sua liderança política pode ser considerada um facto incontestável. A isto, junte-se-lhe ainda um certo wishful thinking em torno do mito do declínio dos EUA. De resto, a teoria dos ciclos económicos também ajuda a perceber o que se tem passado e o que se passará. Este artigo dá conta do desvanecimento do mito dos BRICS e por isso mesmo recomenda-se a sua leitura.

publicado às 18:59

Basta isto para acabar a crise

por Samuel de Paiva Pires, em 02.11.12

A Autoridade Tributária descobriu finalmente o remédio para todos os males do país: exigir "fatura" (cobrar impostos é com eles, escrever português é que nem por isso). É o que basta. Não acreditam? Então verifiquem lá se não receberam este mesmo e-mail cujos delírios me escuso a comentar:

Exmo. Senhor

NIF
NOME

Assunto: Incentivo à exigência de fatura

A partir de 1 de janeiro de 2013 será obrigatória a emissão de fatura por todas as vendas de bens e serviços mesmo quando os particulares não a exijam.


Quando é emitida fatura, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) garante o controlo e a cobrança do IVA correspondente. Se a fatura não for emitida esse controlo é impossível.

Se todos exigirmos fatura em todas as aquisições que efetuamos conseguiremos:

• Aumentar a riqueza conhecida que Portugal produz (PIB);

• Aumentar as receitas fiscais, sem pagarmos mais impostos;

• Aumentar a equidade e justiça entre todos os contribuintes portugueses;

• Diminuir o défice orçamental e criar condições para uma redução futura da carga fiscal;

• Criar melhores condições para que o nosso país possa ultrapassar com rapidez a fase díficil em que se encontra.

Quando não exigimos fatura contribuímos para:

• Aumentar a evasão fiscal e enriquecer ilicitamente aqueles que não pagam impostos;

• Diminuir a receita fiscal, que é uma riqueza de todos os portugueses;

• Prejudicar com mais impostos os contribuintes cumpridores.

O seu papel é decisivo. Exigir fatura não tem custos. É um direito e um dever de todos. E todos ganhamos. Portugal e cada um de nós.

Em breve receberá mais informação acerca dos benefícios fiscais (até € 250) que serão proporcionados a quem exige fatura.

Com os melhores cumprimentos.
O Diretor-Geral,
José António de Azevedo Pereira

publicado às 17:01

"Como é difícil ser liberal em Portugal"

por Samuel de Paiva Pires, em 01.11.12

Rui Rocha escreve um delicioso post, que aqui deixo na íntegra:

 

«Encerramento da discussão da proposta de Orçamento de Estado para 2013. Carlos Abreu Amorim intervém pelo PSD. Arranca destemido. Passa por Marx com apenas uma mão no volante. Saca peão e com os pneus a chiarem cita, e passas a reproduzir por ordem alfabética para não ferir susceptibilidades, Acemoglu & Robinson (estes, note-se, a propósito de obra ainda não publicada entre nós), Arendt, De Soto, Landes (ah pois é), Fuckyouama, ou lá o que é, e Weber. Pensas que é o fim da história. Mas não, ainda há mais. Já sem as mãos no volante e com os quatro piscas ligados, o grande Amorim acelera para concluir afirmando, com todas as letras, que só assim, assim exactamente como ele diz, será possível "frustrar as expectativas escatológicas daqueles que querem que todos percam a esperança". Embasbacado, soltas um àfodasse, pensando de ti para ti que "frustrar as expectativas escatológicas" é a forma mais elegante que, em toda a tua vida, ouviste usada para designar a prisão de ventre. És, todavia, suficientemente humilde para, vergado pela tua insignificância cultural e ontológica, confirmar no dicionário Priberam se não há ali rabo escondido com gato de fora. E é nesse momento que percebes que não é certo, mas é muito provável, que o grande Amorim estivesse a referir-se não à prisão de ventre, mas ao fim do mundo. Agora, já só te sobra a palidez de um sorriso amarelo, apenas perceptível na comissura dos lábios ainda levemente entreabertos. Era, de facto, demasiado bom para ser verdade. Em todo o caso, se contado não acreditas, podes confirmar tudo isto aqui. Isto e o incrível preço do Dacia Duster.»

publicado às 17:54

Porque nem só de pão viverá o homem...

por João Pinto Bastos, em 01.11.12

 

Comemoraram-se ontem os 500 anos da inauguração do tecto da Capela Sistina. Ao olhar para este conjunto de frescos, brilhantemente pintados por Michelangelo Buonarroti, recordo-me sempre das doutas palavras de Victor Hugo: "o fim da arte é quase divino: ressuscitar, se faz história; criar, se faz poesia". Neste caso não ressuscita nem cria, simplesmente alumia. Como disse Bento XVI, "con un’intensità espressiva unica, il grande artista disegna il Dio Creatore, la sua azione, la sua potenza, per dire con evidenza che il mondo non è prodotto dell’oscurità, del caso, dell’assurdo, ma deriva da un’Intelligenza, da una Libertà, da un supremo atto di Amore"



publicado às 13:11





                                       « Antiguidades do Rio Lima, da Cidade, ou Forum Limicorum dos Romanos ou dos Póvos Limicos »


" Antes de dar principio a este Dialogo, devo confessar-vos sinceramente que tendo eu viajado por muitos paizes ferteis e amenos da Asia, America e Europa, tenho visto poucos que sejaõ comparaveis e tam apraziveis como as veigas e deliciosas campinas, que se achaõ nas margens deste rio. Ele mesmo he todo alegria e encantamento.

Talvez que por essa causa alguns dos nossos Escriptores trasladassem para aqui os Campos Elysios , de que fazem mençaõ os Historiadores e os Poetas. Manoel de Faria e Sousa, de cujo merecimento na Historia atestaõ oa naturaes e os estranhos, disse que se houve Campos Elysios no mundo, foraõ estes, em que estamos, e que se os naõ houve, devem eles por tais ter tidos. Outro Historiador nosso, o famoso Antonio de Sousa de Macedo, tambem disse que naõ pode negar-se que os campos que rega o Lima sejaõ os Elysios.

Acresce o terem dito os antigos, e entre elles Virgilio, que pelos Campos Elysios passava um rio chamado Lethes ( ... ), e o saber-se

 que esse rio, desde a antiguidade mais remota, sempre foi nomeado Rio Lethes. Estrabaõ o disse, expressamente tratando dos rios da nossa Provincia "

publicado às 11:58

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