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Manifesto-me (1)

por Fernando Melro dos Santos, em 02.03.13

publicado às 16:32

2 de Março - mais do mesmo, não!

por John Wolf, em 02.03.13

 

Um passeio no parque. Onde estão as soluções? Onde está um programa alternativo ao governo e à oposição? É só bater? Não chega. O país precisa de muito mais. Foram tantas as oportunidades e não se vislumbra uma alternativa de construção que possa disputar as próximas eleições. E sabem porquê? Porque os próprios manifestantes não se entendem quanto a uma visão concertada. No meio destas marchas, assistimos às celebridades desta e daquela facção, na linha da frente para os seus 15 minutos de fama. O povo, muito antes de poder ordenar, tem de se organizar, num processo de depuração de baixo para cima, apresentando-se como nova força política. Se permanece no campo da reacção, será sempre um mero súbdito queixoso. Querem algo melhor? Então começem a organizar-se em torno desse ideal. Já chega de vozes roucas. Chegou o momento para demonstrar que há quem seja mais competente do que o governo e a lastimável oposição. Onde estão os representantes naturais, nascidos deste processo? Quem são? Quando darão um verdadeiro passo em frente?

publicado às 16:26

Demónios de dentro e de fora

por Fernando Melro dos Santos, em 02.03.13


O Nevoeiro, de Frank Darabont

The Host of Seraphim (Dead Can Dance)

publicado às 16:00

 

Oscar Wilde, "The Critic as Artist":

 

«Ernest: Gilbert, you treat the world as if it were a crystal ball. You hold it in your hand, and reverse it to please a wilful fancy. You do nothing but rewrite history.

 

Gilbert: The one duty we owe to history is to rewrite it. That is not the least of the tasks in store for the critical spirit. When we have fully discovered the scientific laws that govern life, we shall realise that the one person who has more illusions than the dreamer is the man of action. He, indeed, knows neither the origin of his deeds nor their results. From the field in which he thought that he had sown thorns, we have gathered our vintage, and the fig-tree that he planted for our pleasure is as barren as the thistle, and more bitter. It is because Humanity has never known where it was going that it has been able to find its way.

 

Ernest: You think, then, that in the sphere of action a conscious aim is a delusion?

 

Gilbert: It is worse than a delusion. If we lived long enough to see the results of our actions it may be that those who call themselves good would be sickened with a dull remorse, and those whom the world calls evil stirred by a noble joy. Each little thing that we do passes into the great machine of life which may grind our virtues to powder and make them worthless, or transform our sins into elements of a new civilisation, more marvellous and more splendid than any that has gone before. But men are the slaves of words. They rage against Materialism, as they call it, forgetting that there has been no material improvement that has not spiritualised the world, and that there have been few, if any, spiritual awakenings that have not wasted the world's faculties in barren hopes, and fruitless aspirations, and empty or trammelling creeds. What is termed Sin is an essential element of progress. Without it the world would stagnate, or grow old, or become colourless. By its curiosity Sin increases the experience of the race. Through its intensified assertion of individualism, it saves us from monotony of type. In its rejection of the current notions about morality, it is one with the higher ethics. And as for the virtues! What are the virtues? Nature, M. Renan tells us cares little about chastity, and it may be that it is to the shame of the Magdalen, and not to their own purity, that the Lucretias of modern life owe their freedom from stain. Charity, as even those of whose religion it makes a formal part have been compelled to acknowledge, creates a multitude of evils. The mere existence of conscience, that faculty of which people prate so much nowadays, and are so ignorantly proud, is a sign of our imperfect development. It must be merged in instinct before we become fine. Self-denial is simply a method by which man arrests his progress, and self-sacrifice a survival of the mutilation of the savage, part of that old worship of pain which is so terrible a factor in the history of the world, and which even now makes its victims day by day, and has its altars in the land. Virtues! Who knows what the virtues are? Not you. Not I. Not any one. It is well for our vanity that we slay the criminal, for if we suffered him to live he might show us what we had gained by his crime. It is well for his peace that the saint goes to his martyrdom. He is spared the sight of the horror of his harvest.»

publicado às 13:38

Banda sonora para a manifestação de hoje

por Samuel de Paiva Pires, em 02.03.13

Hoje não vou à manifestação. Mas deixo uma sugestão de banda sonora, para deixarmos de enjoar a Grândola, que assenta tão bem a todos os arquitectos da nossa desgraça, deste governo ao anterior e a todos os outros cujos membros colocaram os seus interesses pessoais e dos seus partidos à frente dos interesses nacionais, trazendo-nos à ignóbil situação de protectorado em que nos encontramos. É que talvez seja bem pior que a crise financeira a crise intelectual, moral e política que infecta e corrói a democracia e o debate público.



publicado às 13:13

Explicação das Pessoas

por Fernando Melro dos Santos, em 02.03.13

Portugal só muda quando deixar de haver dinheiro para sustentar o pântano de compadrio entre o poder partidário e as outras seitas, designadamente cultos marxistas, europeístas, socialistas, banquistas, obra-publiquistas, hidro-electro-monopolistas, constitucionalistas, legalistas, sindicalistas, e toda a frutificação, possível e imaginável, de camarilhas apenas viáveis num país perpetuamente entubado à mama no património dos outros.

 

O dinheiro, actualmente, vem dos impostos e da troika.

 

Os impostos devem deixar de ser pagos, e a troika deve deixar de enviar dinheiro.

 

Só faz sentido haver manifestações, com ou sem franjas de acção mais directa, se forem apartidárias e tiverem bem presente a consequência lógica do seu intento, que é deixar de haver dinheiro de terceiros para pagar os vícios de cá.

 

Assim, eu pessoalmente manifesto-me hoje, por estar farto de ver parasitas vicejar e grunhos sem mente promovidos ao senado.

publicado às 09:57

Goodfellas

por Fernando Melro dos Santos, em 02.03.13

publicado às 09:13

« Luar de Saudade »

por Cristina Ribeiro, em 01.03.13

« Glorioso Voo »

 

" Na paz cantante do céu,
Nessa doçura infinita
Onde o Criador habita
Mais alto que as luzes belas
De miríades de estrelas,
Ouviu-se o estranho rumor
De alguém que se aproximava
Com rapidez e valor
Deus escutou... escutava
Com afecto paternal.

Era o avião que passava
Levando Gago e Cabral.

..................................... "

Alberto Pimentel, « Luar de Saudade »

publicado às 23:31

2 de Março: Equipa A vs Equipa B

por John Wolf, em 01.03.13

Amanhã, Sábado dia 2 de Março de 2013, disputa-se um encontro entre uma equipa B e uma equipa A - o governo de Portugal e a população Portuguesa. Respectivamente.

publicado às 17:16

Não mudem, não. Depois não se queixem

por João Pinto Bastos, em 01.03.13

Sim, Henrique, tens razão, na periferia os mandarins vão mudando, mas na Europa tudo como dantes, quartel-general em Abrantes. O problema é mesmo esse, uma Europa que ordena, manda e esquarteja, sem que os ventos da revolta trespassem os suaves e cómodos cadeirões do Berlaymont. No entanto, e como nada é linear, eu recomendaria alguma atenção aos comandantes deste navio desgovernado. É que com tanto ódio à solta, e tanta raiva pronta a explodir em gritos e pontapés a eito, todo o cuidado é pouco. Quando não se cuida dos alicerces dos edifícios, não esperem que os mesmos se mantenham indefinidamente de pé. A lógica é simples, mas cruel. Muito cruel.

publicado às 12:54

Um debate estúpido

por João Pinto Bastos, em 01.03.13

Um debate em que se pede o impossível: o fim da austeridade, com a bênção da troika. Estes socialistas não têm emenda.

publicado às 12:38

Ebriedade descontrolada

por João Pinto Bastos, em 01.03.13

Seguro propõe o regresso ao antigamente. Guilherme Silva diz que não se pode tocar no Estado Social. Como diria o outro, it's the insanity, stupid!

 

 (@JPintoBastos) 1 de março de 2013

publicado às 11:55

O esbulho continua

por Fernando Melro dos Santos, em 01.03.13

Na minha factura da água, a partir deste mês, passei a pagar mais 100% por "resíduos" e mais 120% por "saneamento", para uma factura equivalente a 320% da anterior.

 

Não estou a dizer que o valor absoluto (cerca de €25) é alto ou baixo.

 

Estou a dizer que pago o triplo do que pagava antes, e de forma abusiva e ilegal porque nem sequer tenho esgotos - moro numa casa com fossa séptica, como todas as da mesma localidade.

 

Se for reclamar pela tramitação normal esta factura, pagarei muitas vezes 320% o seu valor, e terei de esperar anos. 

 

É isto a máfia do Estado em Portugal.

publicado às 11:03

Uma festa, a saída do ajustamento

por Fernando Melro dos Santos, em 01.03.13
ID: 36508
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: PE_13036_CQS - Concurso Limitado Internacional por Prévia Qualificação para a Prestação de Serviços de Conservação, Manutenção e Apoio à Exploração a Edifícios Escolares do Programa de Modernização das Escolas com Ensino Secundário, da Delegação Sul
Entidade: Parque Escolar, E.P.E.
Preço Base: 1344100.00 €
Ver mais
Separador
ID: 36509
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: PE_13037_CQS - Concurso Limitado Internacional por Prévia Qualificação para a Prestação de Serviços de Conservação, Manutenção e Apoio à Exploração a Edifícios Escolares do Programa de Modernização das Escolas com Ensino Secundário, da Delegação Sul
Entidade: Parque Escolar, E.P.E.
Preço Base: 1544100.00 €
Ver mais
Separador
ID: 36510
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELETRICA E GÁS NATURAL AOS CENTROS HOSPITALARES DE TONDELA-VISEU E COVA DA BEIRA
Entidade: Centro Hospitalar Tondela-Viseu, E. P. E.
Preço Base: 2069798.88 €

publicado às 10:57

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