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Perpétuos lactentes

por Fernando Melro dos Santos, em 14.10.14

Link directo... https://twitter.com/CDCgov/status/522084675003908096

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publicado às 19:38

A barca do inferno e António Costa

por John Wolf, em 14.10.14

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António Costa diz que não existe solução para inundações em Lisboa. Minhas senhoras e meus senhores, entramos no reino do surreal, da estupefacção, da mediocridade, do abismo, da nulidade, da incompetência, e certamente, da ainda maior ruína de Portugal se apostarem neste cavalo para primeiro-ministro. O alegado presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) é que não existe (e não aparece em parte alguma para dar a cara em nome da população de Lisboa). Eu não deveria ficar espantado com o modo como este político se anula, e passa a si mesmo um atestado de burrice, de estupidez. Se não existe solução para um desafio menor como este, então poderemos concluir que António Costa nem por sombras terá soluções para Portugal. À primeira humidade, Costa revela bolor. À primeira contestação de um acto de Deus, Costa afasta os mau-olhados. À primeira contestação à sua responsabilidade, Costa passa a bola aos Sapadores. Poderemos concluir, sem margem seca de dúvida, que estamos sujeitos à atmosfera política que nos querem impingir e muito menos à pluviosidade. A Holanda não se encontra abaixo do nível do mar ou estarei enganado? Situações atmosféricas anómalas? O que o povo da cidade de Lisboa tem a fazer é mover uma acção contra a CML, sem se restringir a este ou aquele mandato. António Costa, o derradeiro de uma extensa fila de irresponsáveis, apenas tem uma coisa a fazer - assumir a bronca, a barca em que (se) transformou a cidade.

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publicado às 17:38

Traga a cana...

por Pedro Quartin Graça, em 14.10.14

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...E aproveite para pescar... 

 

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publicado às 16:02

O Ribeiro Telles era um tonto, não era?

por Pedro Quartin Graça, em 14.10.14

 

Durante anos avisou acerca da impermeabilização da Baixa de Lisboa. Ninguém lhe ligou. Chamavam-lhe "tonto". Hoje, sitiado na Rua de S. José, onde vive, assiste, à janela, aos resultados dos erros cometidos. Falo de Gonçalo Ribeiro Telles. O Gonçalo não merecia assistir a este espectáculo. Portugal não merece governantes assim.

 

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publicado às 15:54

Água vai

por Nuno Castelo-Branco, em 13.10.14

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Em 1982, numa das rotineiras conferências organizadas na antiga sede do PPM na Rua da Escola Politécnica, Gonçalo Ribeiro Telles traçou o quadro geral dos problemas da Lisboa de então, não deixando de prever milimetricamente tudo o que aconteceria num futuro não muito distante. Além do pesadelo betoneiro que grassava a toda a força sob a égide do Sr. Abecasis - o tal prestidigitador que destruiu o Monumental alegando a excessiva volumetria - , GRT apontava para o descalabro na parte Baixa da capital, no preciso momento em que eram conhecidos os projectos de construção de mastodontes como o edifício Libersil e vizinhos Mapfre, entre outros. Parques de estacionamento nos subterrâneos, o desleixo a que estavam votados bueiros e colectores, a imperiosa necessidade da articulação geral da rede de esgotos e o extremo cuidado a ter com as águas subterrâneas - a esquadra que tomou a cidade, aportou no actual Martim Moniz - , aconselhavam uma abordagem muito diversa da total incúria a que a partidocracia - a de clube único e aquela que se seguiu e bem conhecemos - votara a cidade nas últimas décadas. 

 

- "Esta obra terá mesmo de ser feita. É cara, muito morosa, impopular e sobretudo, não rende votos".

Telles tudo previu. Sabia o que era urgente e quais os escolhos intransponíveis. Em suma, dada a situação vigente, nada há a fazer.

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publicado às 21:03

Chegou a Monção

por Fernando Melro dos Santos, em 13.10.14

Estamos de facto geminados com a Índia.

Homem resgatado hoje na Rua das Pretas, foto TVI24.

Link directo:

https://www.facebook.com/tvi24/photos/a.425836245991.210309.106349590991/10152860371770992/?type=1&theater

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publicado às 18:39

O PS não é de Esquerda

por John Wolf, em 12.10.14

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O porta-voz Ferro Rodrigues oferece a conversa de um vendedor que não sabe para que lado vai cair a sorte política. O Partido Socialista vem com o discurso de campeão da Esquerda, mas sabemos muito bem que já não são dignos representantes desse título, se é que alguma vez foram. Os seus sucessivos governos foram tão neo-liberais quanto os dos outros. Nessa medida, embora afirmem que não vão em compadrios com o Partido Social-Democrata (PSD) porque são distintos e estão abertos a entendimentos mais à Esquerda, a coisa não é assim tão linear. Ora, se precisam do encosto dos que estão mais à Esquerda, então significa que eles não são Esquerda. Ponto final. Talvez sejam outra coisa. Talvez sejam herdeiros de um mito ideológico antigo, intensamente corroído pela sua acção governativa, pela sua vida política. Mas existe uma ameaça muito mais apreciável do que a fragmentação partidária do espectro político nacional. Se Rui Rio for o homem do PSD, António Costa ainda vai ter de esgravatar muito e ceder muito mais para chegar ao poder. Quem coloca a hipótese de oferecer ministérios e secretarias a praticantes como Ana Drago ou Rui Tavares, tem de ter a noção que coloca em risco o destino final da viagem. Os socialistas, que agora disparam a torto e a direito, se não tiverem juízo ainda acertam em ambos os pés. A pergunta que deve ser colocada diz respeito ao modo de interpretar o desagrado nacional, o sentimento de esperança que os socialistas espalham como perfume fácil, quando sabemos, e bem, que nada de substantivo se altera quando os actores políticos forem outros. Portugal, na sua presente e futura situação, estará condicionado pelo ditado da Troika. Ferro Rodrigues elogia Marinho e Pinto porque necessita de guardar uma carta para uma jogada final. Nunca se sabe até onde terão de ir para ganhar votos à Esquerda e à Direita. Em nome do seu putativo governo, os socialistas ainda vão cometer muitas tropelias. O actual governo necessita apenas de continuar a fazer o seu trabalho - seguir em frente sem prestar atenção a ruído demagógico. Enquanto isso decorre, no caminho que nos conduz até às legislativas, veremos como a Câmara Municipal de Lisboa será convertida em plataforma de campanha. Aposto que vamos assistir a inúmeras iniciativas de integração e pluralidade, amostras de ecumenismo político, miscigenações convenientes para dar ar de partido total, absoluto e inquestionável. O problema que se lhes coloca é que o cidadão português já não passa cheques em branco. Porque tem sido o principal visado da incompetência dos grandes lideres nacionais - uns mais endeusados do que outros.

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publicado às 16:11

...

por Fernando Melro dos Santos, em 12.10.14

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publicado às 12:40

Música para hoje: Tricky - I Had A Dream

por Samuel de Paiva Pires, em 10.10.14

 

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publicado às 17:45

Zeinal e a falência do futebol

por John Wolf, em 09.10.14

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Dos céus ao inferno - poderia ser o título da monografia da ascensão e queda dos deuses em Portugal. Aclamado como o maior da Europa no sector das telecomunicações, Zeinal Bava afinal trazia água no bico. Ou dito de outro modo, quanto maior a altura maior a queda. Mas esse corolário transcende os telemóveis, faz parte do diálogo nacional, consta na bolsa de aclamação dos intocáveis. Desde sempre que reitero que não existem atalhos económicos. Estamos todos sujeitos ao biorritmo dos ganhos e proveitos. Quando se procura encurtar a distância que nos separa do enriquecimento, geralmente dá asneira. O Espírito Santo e o seu Ebola Rio Forte ainda vão fazer mais mossa, causar mais danos. É apenas uma questão de tempo até que outros contaminados dêem à costa. Não gosto de meter tudo no mesmo saco, mas eles andam aí. Existe uma série de elefantes brancos (ou encarnados, azuis...) que ainda goza de um estado de graça, de protecção. Há muito tempo que se sabe que os clubes de futebol se encontram em maus lencóis. Passivos de 500 milhões? Estão a gozar? E ainda há quem lhes conceda crédito bancário. Quando estoirar lá se vai o juízo de uma das pontas do tridente - Fado, Futebol e Fátima. Quando o cidadão-adepto-da-bola exigir para o seu clube a mesma protecção emprestada aos bancos, o governo (este ou o que se seguir) irá baixar as calças e honrar o pedido de absolvição financeira, de salvamento. António Costa é particularmente dotado para essa função. Desde sempre que se serviu do pátio da Câmara Municipal de Lisboa para afagar o pêlo de Luis Filipe Vieira e outros da mesma estatura. Não tenhamos ilusões de campeonatos ganhos - os clubes de futebol também têm encontro marcado com o desmoronamento. Não há volta a dar. Basta olhar para a classificação.

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publicado às 09:24

A Laranja Mecânica (III)

por Fernando Melro dos Santos, em 08.10.14
Espanha também estava preparada.

http://www.elmundo.es/espana/2014/10/08/54347682268e3ef2498b4570.html?a=bc89383a855e50e27ed774e3cd7850ed&t=1412756168

Nota: desde que o SAPO alterou o template dos blogs aqui alojados, deixei de poder fazer uma série de coisas.
Editar posts, aprovar comentários, e banir comentadores que abusem do anonimato é, de momento, impossível...

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publicado às 10:32

A Laranja Mecânica (II)

por Fernando Melro dos Santos, em 08.10.14
Portugal parece estar, de facto, preparado.

Tanto que foi negada permissão de aterragem ao avião que transporta a médica Norueguesa com destino a Oslo.

http://www.noticiasaominuto.com/pais/287181/portugal-negou-autorizacao-para-aviao-com-doente-de-ebola-aterrar

Considero esta uma boa decisão, o que me obriga a questionar se é esta a única preparação de que dispomos.

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publicado às 10:01

A Laranja Mecânica

por Fernando Melro dos Santos, em 08.10.14
Responsáveis. As pessoas querem é responsáveis. Dás-lhes responsáveis e eles ficam sossegados, porque se correr tudo bem, haverá responsáveis; e se correr tudo mal, demite-se o responsável.

Que morra tudo pelo meio é um pormenor de somenos, o que interessa é clamar pelo responsável.

Para quê? Para que todos possamos continuar, individualmente, a ser impune e constitucionalmente irresponsáveis.

Assim, fica assegurado o inalienável direito à inconsciência canto-ridente, que permite banir para o campo da paleontologia todas as noções de independência, lucidez e auto-determinação.

Este post vem a propósito do que Paulo Macedo disse hoje: a linha Saúde 24 vai resolver as vossas dúvidas sobre o ‪Ebola‬.

Portugal está preparado. Como sempre esteve - para a crise, a austeridade, a descolonização, e o assassinato do Rei D. Carlos.

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publicado às 09:41

grafe

 

 "Partidos arriscam vir a ter de pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI)." Arriscam? Porquê? Os partidos políticos não têm personalidade jurídica? Não são entidades geradoras de receitas? As sedes e filiais não servem para gerar dinâmicas de negócio? Então porque raio devem beneficiar de tratamento privilegiado? Voltamos à mesma questão de sempre - a reforma do Estado nas suas distintas variantes partidárias e contributivas. Reformar o Estado significa retirar bengalas e benesses às estruturas que acabam por corporizá-lo, porque os partidos precedem a sua própria construção. Essa é uma das análises passível de ser aceite. Eu percebo que no Paleolítico da democracia em Portugal, na aurora do existencialismo político, os partidos merecessem algumas facilidades para ganhar raízes e florescer. Mas essa época de cultivo e colheita partidária há muito que acabou. O estado de graça terminou - a vaca já foi mugida vezes sem conta. Os partidos ou têm pernas para andar ou não têm. A decisão de "impostar" os partidos não tem nada de impostor. Se os partidos pretendem ser a extensão da sociedade civil, os representantes dos cidadãos nas suas atribulações societárias, então seria expectável que se portassem como cidadãos de pleno direito. Eu percebo que a questão tenha sido engavetada vezes sem conta. Deve haver partidos com uma caderneta predial muito extensa. Deve haver grémios à Esquerda e à Direita com edifícios a torto e a direito. Se custa ao mais mortal dos cidadãos receber a notificação de pagamento do IMI, não vejo razão para poupar os senhorios partidários. Mas existe uma outra dimensão, uma outra consideração acessória, porventura paradoxal. Que eu saiba, as sedes e filiais partidárias assumem a vocação imobiliária de escritórios, então como se explica a quantidade de residentes que literalmente não arreda pé desses estabelecimentos, que vive nessas casas há mais de quarenta anos? São inquilinos políticos de longa data, mal habituados e convencidos de que devem merecer respeito e consideração. Mas deram muito pouco em troca. E não devem ser isentos. Não estão isentos de responsabilidade pelo descalabro nacional.

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publicado às 09:02

Linha directa

por Fernando Melro dos Santos, em 07.10.14
Pope Francis ‏@Pontifex 2m2 minutes ago
Let us ask the Lord for the grace not to speak badly of others, not to criticize, not to gossip, but rather to
love everyone.

morning ‏@_Morning_ 5s5 seconds ago
@Pontifex Dear Pope, let's ask the Lord to smite down bureaucrats, petty quibblers, socialist oligarchs
and false Messiahs who bomb cities.

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publicado às 12:03

Trip monetário de Cavaco Silva

por John Wolf, em 07.10.14

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O Presidente da República Portuguesa fala como se estivéssemos no reino da Dinamarca. Fala como se fosse noruguês. Explica-se como se fosse sueco. Mas Cavaco Silva esquece que é português e parece não conhecer Portugal. Os deputados ganham mal? Ganham menos do que os seus pares por essa Europa fora? O senhor presidente parece esquecer, de um modo conveniente, que os senhores deputados têm "negócios por fora" em quase todos os sectores da economia. Durante anos a fio os excelentíssimos senhores parlamentares da nação serviram-se de um magnífico acervo de influência e informação privilegiada para fazer florescer os seus afazeres privados. Cavaco Silva fala de dinheiros como um micro-economista de meia-tigela quando deveria evocar e defender princípios maiores. Se tivesse um pingo de sentido de ética, teria referido as benesses granjeadas por políticos no exercício das suas funções e que transitaram indevidamente para o sector privado.  Aqui temos o melhor exemplo de parceria público-privado no seu sentido mais perverso, abarbatado. O deputado trabalha uns anos na bancada do partido e ao largar a cadeira leva consigo uma agenda carregada de contactos e noções claras de onde deve investir o seu esforço no sector privado. A haver transferências de dinheiros, estas deveriam acontecer noutro sentido. Directamente do bolso dos políticos para o erário público, como compensação pelas vantagens decorrentes da vida política. Falemos de um regime de exclusividade no exercício de cargos públicos, e a coisa muda de figura. Nesse caso poder-se-ia aceitar a ideia de um cheque salarial mais chorudo. Mas a tentação é grande. Querem mais e sempre mais. Cavaco Silva, já sabemos, é tonto, e não sabe, nem nunca soube, interpretar o sentimento nacional. O homem fala sem dúvida de salários mínimos, mas enganou-se nos destinatários dessa proposta laboral.

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publicado às 09:51

Profissão do futuro: carpinteiro

por Fernando Melro dos Santos, em 06.10.14
Não fechem as fronteiras, não.

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publicado às 22:15

Bola no Ferro Rodrigues

por John Wolf, em 05.10.14

 

Os sintomas não são nada animadores. Diria mesmo que o prognóstico não é reservado. Faz parte do domínio público, de um modo despudorado e inconsciente. Faz parte das atribulações da condição política em Portugal. A ideia de que se é mais importante do que a opinião pública, que a distância do eleitorado não tem importância em democracias representativas. Alguma vez terá Ferro Rodrigues questionado qual a sua relevância para o interesse nacional? Será que o novo lider parlamentar ainda não percebeu que já não tem (se é que alguma vez teve) ligação político-afectiva aos cidadãos portugueses? Por mais que julgue que ainda pode oferecer os seus bons serviços à nação, não sei se o inverso se aplica: a questão de saber se o país acha por bem o seu regresso. Será mesmo desejável arrastar a bagagem que está associada ao seu nome. Recordamos facilmente "aquele abraço" dado a Paulo Pedroso, mas temos brancas na memória quando pensamos o seu desempenho profissional, político. Lembramos sem esforço que os amigos lá estão para os maiores apertos. Mas, com essa prerrogativa vem uma certa desconsideração pelo país. À época casapiana pairou um certo ar de: "que se lixe a opinião do povo português. Que se lixe a verdade. O que interessa é safar os camaradas." Mas esta tendência para ver o mundo exclusivamente através dos próprios olhos deve ser um mal de família. Deve correr no sangue do clã. Ainda me recordo da entrevista dada pela Rita Ferro Rodrigues, há alguns anos a esta parte, sobre o início da sua carreira e do modo humilde com que se apresentou à entrevista de emprego na RTP, na qual "intencionalmente"  não terá mencionado o apelido, ou o facto de ser filha de quem é, para não granjear vantagem em relação a outros candidatos televisivos. Os políticos, assim como os iogurtes, têm um prazo de validade, podem azedar. Será que o "born again" Ferro, assim como os prospectivos Silva Pereira, Jorge Coelho, Manuel Alegre (ou ainda uns quantos que não refiro intencionalmente), não perceberam que não interessam ao menino Jesus? O que aqui argumento nada tem ver com ideologia, partidos, esquerdas ou direitas. Tem a ver com o abc da ética. Tem a ver com o que está certo. Tem a ver com condições básicas. Tem a ver com instintos primários. Tem a ver com os cinco sentidos. Tem a ver com animalidade. Tem a ver com sobrevivência. Tem a ver com presas fáceis. Tem a ver com quem elege. Tem a ver com quem vota. Tem a ver com cair que nem um pato. É o que eu digo. Um homem não se pode distrair. Um homem vai à bola e quando dá por isso já tem um Ferro empoleirado, disposto a fazer mais das suas na companhia de outros semelhantes.

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publicado às 12:30

Smalltown Obamaville, episódio piloto

por Fernando Melro dos Santos, em 03.10.14

 

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publicado às 21:18

Darwinismo

por Fernando Melro dos Santos, em 03.10.14

 

nunca haverá Ebola fora de África
pode haver um caso, mas é teorico
se houver um caso, no primeiro mundo sofisticado, a gente controla
há um caso mas estava previsto
pode haver mais de um caso, embora seja produto dos numeros
temos de empoderar as comunidades para o caso de haver casos
isto nao se propaga nem espalha, por isso ha tao poucos casos
ha 12 pessoas em risco
ha 80 pessoas em risco
risco em avioes é zero
ha 400 pessoas em risco
onde está o aviao?
pode haver mais de um caso, mas nao passará disso
o custo social tem de ser impedido
o custo económico tem de ser impedido
o custo do ostracismo é mais grave que tudo
temos de agir sobre as alterações climaticas
muitas mulheres ainda recebem salarios baixos
ha um terceiro caso, por favor proceda a anestesia ligando a TV

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publicado às 19:14







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