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Em Portugal anda tudo com os nervos à flor da pele. Anda tudo muito sensível. Basta a Markel opinar sobre o grau académico de Portugal, e perde-se logo a compostura, fica-se logo incomodado. A primeira reacção cutânea é de repúdio e negação. Dá vontade de mandar a senhora àquele lugar (pela ??? vez), mas uma leitura mais atenta do seu atestado permite extrair outras certidões, apurar resultados diversos. Pois é. Durante décadas a fio (desde a democratização do ensino em Portugal), os portugueses quiseram se afastar o mais possível das nefastas taxas de analfabetismo, das origens humildes, da terra entranhada debaixo das unhas. E ter o menino a estudar na cidade para vir a ser um "verdadeiro" doutor era motivo de grande orgulho. É mais ou menos isto, em traços largos. Acontece que essa escalada académica  e social, de largas camadas da população, serviu também para discriminar ofícios "menores". Desse modo, instituiu-se que ser carpinteiro ou canalizador não era a mesma coisa do que ter uma licenciatura em gestão, e, de estigma em estigma, Portugal inverteu a cadeia de valores, negligenciando a importância de tantas funções requeridas na sociedade. O complexo de colarinho sujo dominou o espectro estatutário dos profissionais. Estabeleceu-se, de um modo mais ou menos explícito, que trabalhar na bomba de gasolina não é motivo de orgulho - o brio do mecânico escorreu também nessa sangria colectiva. Quando a Sra. D. Ângela diz que há licenciados a mais, está também a dizer que o país carece de profissionais no sentido integral, independente do grau académico que atingiram. Para mim é líquido que assim seja. Nos Estados Unidos pouco interessa o grau académico, ou mesmo o apelido, para todos os efeitos da missão profissional a cumprir. O que interessa é ser-se competente e eficaz seja qual for a posição ocupada. Se Portugal deseja a refundação económica e social da sua matriz, deve devolver a auto-estima ao trolha, ao almeida e ao sapateiro do bairro. Desde que sejam bons naquilo que fazem.

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publicado às 20:36

Música para hoje: Kings of Convenience - Rule My World

por Samuel de Paiva Pires, em 03.11.14

 

 

 

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publicado às 17:39

Qual o partido com mais dinossáurios?

por John Wolf, em 03.11.14

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Qual o continente com mais elefantes? O de Matosinhos.

Qual o partido com mais dinossáurios? O do Rato.

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publicado às 10:18

A entrevista de Durão Barroso

por Nuno Castelo-Branco, em 02.11.14

 

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Sem o incómodo da apreciação daquilo que é a chamada União Europeia e sem veicular qualquer pró ou contra esta existência de múltiplos cambiantes, aqui ficam alguns dos pontos mais importantes focados pelo ex-presidente da C.E.

1. A questão da situação portuguesa nas vésperas do resgate de 2011. Gostem ou não gostem os baladeiros das  narrativas dominicais, a verdade era mesmo aquela que sabemos, ou seja, a da iminente bancarrota.

 

2. A  clara assunção de Portugal não ter uma política europeia. A nosso ver, não tem porque não pode e intimamente ninguém a quer como exclusiva. Para isto decisivamente pesam outros relacionamentos plurisseculares e qualquer programa de estado-unificação continental, consiste numa negação daquilo que este país sempre foi e quis ser, posição esta consolidada pelo nosso alinhamento com a nossa antiga e agora, de forma decisiva, com os países da CPLP.  A dualidade da política externa portuguesa deve ser para alguém como Durão barroso, uma constante que o próprio demonstrou como ministro dos negócios estrangeiros e mais tarde, como 1º ministro. 

 

3. Angela Merkel.

Neste país demasiadamente habituado a chefes de governo que não liam dossiers e preferiam cantarolar o bem-bom e jogar na chicana politiqueira, alheando-se do profundo conhecimento dos verdadeiros assuntos do Estado - houve quem por isso mesmo tivesse chegado ao Palácio de Belém - , a Chanceler alemã surge sempre como uma oportuna válvula de escape da nossa incompetência e desleixo, mesmo recorrendo-se a intragáveis argumentos revolvidos naquelas décadas em que os nossos avós ainda eram muito jovens. Segundo Barroso, Merkel é mesmo a chefe de governo mais atenta aos problemas globais da Europa e aquela que tem uma visão para a União Europeia, concorde-se ou não com o modus operandi ou o projecto alemão. Mais ainda, D.B. diz algo que embora seja uma evidência diária, a quase todos escapa por mero oportunismo ou estupidez: a Alemanha cumpre o seu papel e tornou-se preponderante por mérito próprio e pela incapacidade, falta de organização e nula vontade dos demais parceiros europeus. Esta é a verdade. Se em vez de Soares, Cavaco, Sócrates e outros, tivéssemos beneficiado da frieza e capacidade de trabalho de uma Merkel caseira, a nossa situação seria bem diferente. Note-se que não sendo a Chanceler uma águia política comparável a Adenauer, Schmidt ou até Kohl, é sem dúvida muito eficaz no seu relacionamento com a França, Itália, Espanha e demais países componentes do grupo continental. Qual é então a dúvida?

4. Rússia. 

Mesmo considerando o seu regime que nos surge como exótico no contexto para parte central e ocidental da península europeia, Putin é infinitamente mais benigno do que todos os caídos secretários-gerais que o PCUS arrogantemente exibia ao mundo como oráculos da única verdade plasmada no velho  Pravda, essa verdadeira alucinação colectiva  encarada como dogma de papel. O relacionamento com uma super-potência - estatuto que a Rússia jamais deixou de ter, apesar das ilusões cultivadas por muitos incautos e sad sweet dreamers com quem nos relacionamos em aliança - , será sempre um dos primordiais problemas da liderança europeia, seja ela a exercida pela Comissão ou aquilo que um dia lhe sucederá, ou pelo país em melhor situação para falar em nome da Europa. 

Barroso disse algo que é muito importante, pois provem de alguém que não é suspeito de anti-atlantismo ou anti-americanismo. Não soubemos ou não quisemos aproveitar as oportunidades apresentadas pela fragorosa queda do Muro de Berlim e do regime soviético.  Pelo contrário, a Rússia foi ostensivamente humilhada, alijada da sua legítima participação e consulta nos assuntos da grande política internacional. Hoje reduzida às fronteiras grosso modo correspondentes às do reinado de Pedro o Grande - quase coincidindo com as da capitulação em Brest-Litovsk -, já não é nem de longe o grande império de Nicolau II e muito menos ainda, a expansionista e agressiva União Soviética de todos os justificáveis medos. O ex-presidente da C.E. teve ainda a coragem de apontar o nome do principal responsável por esse catastrófico programa de rebaixamento de uma Rússia com quem, independentemente do regime ali vigente, imperiosamente teremos sempre de contar: nada mais nada menos, senão os Estados Unidos da América. Talvez agora os mais insistentes red-necks apostadores da política do tudo ou nada - ou por outras palavras, da guerra -, comecem a aperceber-se do verdadeiro perigo que esta política gizada além-Atlântico representa para a própria manutenção de uma NATO sem brechas. 

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publicado às 19:19

...

por Fernando Melro dos Santos, em 02.11.14

 

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publicado às 14:11

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Dia 6 de Novembro, 5ª feira

LIVRARIA DESASSOSSEGO

Rua de São Bento, 34  - 1200-815 Lisboa


AUTOR: Pedro Quartin Graça
 
EDITORA: Chiado Editora

 

“A importância das ilhas no quadro das políticas e do direito do mar – o caso das Selvagens” e está assim dedicado ao estudo das políticas públicas e do enquadramento jurídico aplicável a esta temática, numa dupla perspectiva: por um lado, comprender e explicar o nascimento e a evolução de um regime próprio das ilhas em geral na política e no direito internacional, através da distinção do seu regime com o de outros espaços marítimos; por outro, sendo que este é o principal foco de investigação, examinar a situação política e jurídico-geográfica das “Ilhas Selvagens” portuguesas, tanto no âmbito das políticas públicas, como no do Direito português e do Direito Internacional em geral, essencialmente no que diz respeito às relações diplomáticas bilaterais entre Portugal e Espanha.

As ilhas Selvagens, ou o arquipélago das Selvagens, conforme a opção que façamos relativamente à sua designação, encontram-se localizadas no Oceano Atlântico, entre a ilha da Madeira e as Canárias, sendo que, de um ponto de vista geográfico, estão fisicamente mais próximas do arquipélago das Canárias.

Esse facto, isto é, a maior proximidade geográfica entre as Selvagens e a ilha espanhola de Tenerife, nas Ilhas Canárias, tem vindo a suscitar, pelo menos desde o início do último século XX, por parte de Espanha, dúvidas sobre a titularidade da soberania sobre o referido arquipélago.

Ainda que a Comissão de Direito Marítimo Internacional (CDMI), em documento oficial datado de 1938, tenha rejeitado a importância da proximidade geográfica para fins de atribuição da soberania sobre as referidas ilhas, é, todavia, uma realidade que, desde há vários anos, têm ocorrido vários incidentes diplomáticos entre os dois países ibéricos - Portugal e Espanha-, em virtude da existência de violações de águas territoriais portuguesas por parte de barcos de pesca espanhóis ou mesmo de aviões da Força Aérea de Espanha.

A pretensão territorial de Espanha relativamente às ilhas Selvagens é oficialmente datada de 1911, ano em que foi enviada uma nota diplomática espanhola a Portugal precisamente nesse sentido. Espanha, na mesma, considera que as Selvagens fazem parte do arquipélago das Canárias. Portugal, refutando tal tese, e também em documento oficial, informou a Espanha da sua soberania sobre as ilhas.

A importância das Ilhas Selvagens é grande para os dois países ibéricos em sede de qualificação jurídica internacional do arquipélago, da delimitação dos espaços marinhos de soberania económica, particularmente a questão da actual Zona Económica Exclusiva de 200 milhas e das riquezas existentes nas referidas águas. Mas, também, ao longo da história, em questões de defesa militar, dos compromissos da NATO, entre outros.

Esta é uma matéria relativamente à qual não foi encontrada, até ao momento, uma solução uma vez que, por causa das Selvagens, persistem problemas de harmonização de Direito Internacional relativamente à Zona Económica Exclusiva de Portugal e a ZEE de Espanha."

 

 

 

 

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publicado às 13:10

Basam Dambu ao ataque!

por Nuno Castelo-Branco, em 01.11.14

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Soam as sirenes de alarme, os bombardeiros que parecem saídos do Segredo do Espadão andam em patrulha ao largo da costa portuguesa. Nada de novo, pois este tipo de cruzeiros nas alturas são algo de bastante habitual por parte das forças aéreas da Rússia e dos Estados Unidos da América. Os mais receosos apontam a capacidade de transporte de bombas atómicas nos porões dos Tupolev-95 Bear. É como se receássemos hoje uma patrulha de dois B-29 dos tempos do Enola Gay. Alguns poderão justificar o medo com o argumento daquela solitária Fortaleza Voadora que em 1945 despejou a sua carga sobre Hiroxima. Ora, com um punhado de F-16 já um tanto ou quanto ultrapassados, mesmo o depauperadíssimo Portugal parece melhor apetrechado do que o Império do Japão estava em Agosto daquele já longínquo ano, garantindo que nem mesmo uma enorme frota de obsoletos Bear poderiam alguma vez semear cogumelos nucleares na nossa paisagem. 

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Partamos então do princípio de os aflitos comentadores da NATO ainda adormecerem com a leitura das aventuras de Blake e Mortimer, transfigurando em Putin, o bicho-papão Basam Dambu que pelo menos, era um imperador com bombardeiros aparentemente mais modernos.  É mesmo, aproveitemos então para enviar uma declaração de guerra aos russos!

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publicado às 19:22

Os sentidos proibidos de Ferro Rodrigues

por John Wolf, em 01.11.14

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Não existem nomes proíbidos no Partido Socialista (PS), caro Ferro Rodrigues. Por mim, até podem inventar nomes e apelidos, e inscrevê-los no vosso partido. E, sim, é verdade. O PS não é o Partido Comunista (PC) da União Soviética nem é o PC português. Porque esses ao menos são (ou foram) coerentes e íntegros. Mantiveram-se firmes nas suas convicções. Não invocaram princípios para realizar o seu oposto. Não falaram em nome do povo, e não encheram os bolsos de redes de influência e práticas neo-liberais. O PS pode até beatificar José Sócrates e retirá-lo do índice da excomungação, mas Portugal sabe quem lhe causou sérios danos. Os portugueses sabem quem desferiu o golpe de misericórdia que conduziu ao desmoronamento e à emergência de um memorando. Ferro Rodrigues pode não ter perdido o jeitinho da bancada, e o sarcasmo que nos conduz a parte incerta, mas confirma que não respeita a história do país e insulta os seus cidadãos. O regresso de Sócrates à galeria de todos os santos socialistas não nos deve surpreender. Faz parte da lavagem cerebral que nos querem impor. E sim, os partidos comunistas são exímios na doutrinação. Afinal as parecenças com o PC, são mais que as destrinças. Da próxima vez, talvez possam encontrar outro termo de comparação. Algo de índole anarquista ou religiosa. Não sei qual o propósito da reabilitação de Sócrates nos meandros políticos de Portugal, mas coisa boa não será. 

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publicado às 19:02

A Sul do Céu - crónica semanal

por Fernando Melro dos Santos, em 01.11.14
Semana de 22 a 31 de Outubro

Comecemos por ignorar que uma semana tem sete, e não dez dias. É seguro, correcto e recomendável agora que todas as fronteiras do ridículo e da fantasia parecem ter sido galgadas, com o anúncio de que a Santa Inquisição Fisco-Liquidatario-Social (SIFILIS) vai propor-se a facilitar a sodomia ao contribuinte, ora sócio à força deste pacto demente, por débito directo em conta bancária. 

Ainda neste contexto, chegou-me indirectamente um comentário aposto num dos tópicos dedicados à notícia, que dizia assim, e cito entre estados de espírito contraditórios:

"parece-me bem; poupa-se nas multas por esquecimento em pagar o IUC".

 

Isto, para mim, é algo entre o já vir nascido para escravo desde a antepenúltima geração, e a completa lassidão do esfíncter mental. Causa-me vergonha de viver no mesmo país por onde respira gente desta índole.

 

Gás, gravatas e guilhotinas

Com o acordo alcançado entre a Rússia e a Ucrânia para fornecimento ininterrupto de gás natural até Março, respira-se de alívio a Norte, e ainda não se viu bem o outro lado da moeda a Sul. 

É que a Ucrânia, país que tanto os EUA do Cristo Misto como a Europa neo-Maoísta ardem por integrar na NATO abarbatando-se assim às commodities ali produzidas, cerceando geograficamente mais um pouco da Rússia de caminho,  está falida e vai precisar de injecções, urgentes e sucessivas, de dinheiro oriundo do FMI, do BCE e da Fed. Que é como quem diz, baixem lá as calcinhas mais uns anos. Nada que o regresso do imposto sobre isqueiros e barbas não resolva. 

Num país sub-desenvolvido como o Burkina Faso, queimava-se o Parlamento. Em Portugal, moderno e evoluído, acolhe-se o estupro com a candura de um coro monástico. Em França é que parece que a coisa se arrisca a regredir uns anos, segundo notícias sobejamente reiteradas que dão conta de três fenómenos em correlação perfeita: o aumento da "tensão social", a insolvência iminente do país, e a queda de outro Messias da esquerda aborígene.

 

Uma relíquia bárbara

Os Suíços vão referendar, a 30 de Novembro se não me falha a mielina, o repatriamento de uma fracção significativa das suas reservas de ouro armazenadas fora do território nacional. Supõe-se que finalmente alguém tenha achado estranho que a Reserva Federal Americana tenha dito à Alemanha que o seu pedido equivalente, feito há uns meses, demoraria sete anos (sete anos) a processar, em suaves prestações.

Suponha-se agora que o ouro Suiço, tal como o Alemão e provavelmente boa parte do Português e do de todas as nações falidas do Ocidente, que não obstante continuam a endividar-se como zombies viciados em crack, não esteja, de facto, onde deveria estar. Impossível? Nem de longe. Na verdade, o inventário actual de ouro (e prata) da COMEX e de vários outros mercados centrais onde se negoceiam metais preciosos é tão baixo que bastaria um punhado, literalmente, de ordens de entrega física (em mão, e não em papel, cujos preços actuais reflectem tanto o real valor dos metais como o meu escritório, hoje, reflecte o aprumo e a organização) para estoirar com a ilusão de controle que os planeadores centrais ainda mantêm.

Junte-se a isto a sucessão de evidências que mostram a China a acumular febrilmente ouro, prata, cobre, e terras raras; e tempere-se com a fresquíssima loucura do Banco do Japão, a quem Kuroda o Suicidário acaba de mandar imprimir mais uns triliões de Yen, ao mesmo tempo realizando o sonho molhado de Mário Soares e confirmando a morte tripla dos nipónicos num caldo de radiação, deflação e declínio demográfico - em suma, um perfeito bukakke-fest social.

E temos mais um pavio curtinho para o Armagedão.

 

Milhafres, Tordos e Papagaios

Esta semana andaram por perto dos Açores uns aviões Russos, em concreto uma célula de bombardeiros Tu-95 acompanhados por reabastecedores Il-78. A nova doutrina da Força Aérea Russa é pautada pelo conceito de BVRE (Beyond Visual Range Engagement), ou combate além do alcance visual. Neste sentido, o serviço (chamemos-lhe assim) tutelado pelo vice-PM, e magistral twitter-troll, Dmitry Rogozin (um dos tipos mais engraçados e com melhor sentido de pragmatismo que jamais vi no mundo da política) vem vindo a efectuar modernizações vertiginosas sobretudo em duas tecnologias: propulsão e orientação.

Com efeito, munidos dos mísseis de cruzeiro AS15, Yakhont, Kh555 e BrahMos, e acompanhados pelas múltiplas variantes - também actualizadas - de caças interceptores Flanker, Foxhound e Fullback, aos bombardeiros Russos bastará aproximarem-se a cerca de 1500 milhas náuticas (bué quilómetros) dos seus alvos, largar uma salva de foguetes hipersónicos, e era uma vez oito cidades. Os caças estão armados com misseis ar-ar AA9, AA12, e AA13 - qualquer dos quais com alcance superior (no caso do AA13, 5x superior) aos brinquedos que os F15, F16, F22 e F35 transportam. É o resultado dos investimentos marcianos em políticas sociais a Oeste, e da manutenção de uma higiene mental apurada a Leste. Assim, cairiam que nem tordos os nossos obsolescentes aviõezitos.

Depois é giro ver Nuno "Saddam tem Cidades Subterrâneas" Rogeiro e José "Sacerdote Ortodoxo" Milhazes a debitar alucinações frenéticas onde Obama nos salva projectando relâmpagos pelos olhos, os aparelhos Russos são feitos de ferrugem e Portugal está sólido.

 

Uma palavra para os "stress tests"

Ahahah.

 

Um filme: "Fury", de David Ayer. Por vezes é preciso desligar o complicómetro. 8.5/10.

 

Um álbum: "Écailles de Lune", dos Alcest. A eloquência de uivos ferais numa atmosfera feérica. 8/10

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publicado às 09:54

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