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Greek refer end? um...I wonder.

por John Wolf, em 04.07.15

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Tsipras e Varoufakis assumiram que o conceito de liberdade e dignidade lhes pertencia. Interpretaram de um modo ruinoso a vontade do povo grego. Declararam unir um país, mas a escassas horas de um Referendo histórico com impacto para os demais cidadãos da Europa, a Grécia está efectivamente dividida. Amanhã saberemos se estes governantes são autores de um memorando conducente a pânico, caos, quiçá guerra civil. Numa óptica de custos/benefícios para o cidadão helénico saem perdedores. Se era este o modo de forçar a alteração do status quo da União Europeia, serão bem sucedidos, mas à custa de prestações de forasteiros, o desgaste de nações distantes. Serão os membros da União Europeia a suportar a mudança induzida por catalisadores positivos ou de ruptura. A teoria de jogo, o dilema de prisioneiros, ou qualquer outro mindgame que tenham elegido como instrumento de aquisição de vantagens económicas e políticas, parte de um pressuposto eticamente questionável - a ideia de que o sacríficio alheio deve ser promovido para granjear vantagens domésticas. Quando Tsipras invoca a Europa unida e solidária, fá-lo de um modo teórico e abstracto. Enuncia princípios, mas lança dissensão na sua própria casa. Ou seja, nem filosoficamente oferece um bom exemplo.  Ao fim e ao cabo das tormentas do povo grego e de cinco meses de negociações, sabemos que a Grécia irá necessitar de pelo menos 50 mil milhões de euros para continuar a sobreviver e porventura reclamar ainda mais. Há alguns dias houve quem tivesse comparado a Grécia à União Soviética no limiar do descalabro desta. Em dose hiper-concentrada, a Grécia do Syriza, qual bolchevique anão, é uma espécie quase soviética a caminho do descalabro ideológico. Os soviéticos em 1992 já estavam a viver dias de controlo de capitais, falta de alimentos, enquanto emergiam actores da penumbra sinistra da sociedade. Foi nesse ambiente de ruptura que nasceram oligarcas e capitalistas com um particular sentido democrático. A Grécia, berço dos Estoicos entre outros, quer emular-se na invenção filosófica. Mas convém relembrar que a racionalidade e a ética não caminham necessariamente de mãos dadas. O povo sabe-o. E o Referendo reflictirá a verdade. A verdade será o que acontecer e não o que foi prometido.

publicado às 12:24

Template (update 2)

por Fernando Melro dos Santos, em 03.07.15

 

publicado às 23:52

Template (update)

por Fernando Melro dos Santos, em 03.07.15

É só para avisar que estava certo acerca do confisco

 

A seguir: Jugoslávia revisitada, com o cisma entre dracmófilos e euronitas a acentuar-se. As manifestações começam a assemelhar-se ao que se passou nos primeiros dias entre Sérvios e Croatas, vizinhos de longa data, antes de desatarem aos tiros uns aos outros. 

 

A lei das consequências imprevistas. Apertem bem os cintos. 

publicado às 22:57

Que impacto terá um Grexit em Portugal?

por Fernando Melro dos Santos, em 03.07.15

 

 

 

publicado às 17:56

 

publicado às 17:14

Capitulação dos Aleivosos

por Fernando Melro dos Santos, em 03.07.15

Deixe lá, depois janta no Poleiro.

publicado às 16:28

Pós-Grécia (2)

por Fernando Melro dos Santos, em 03.07.15

Enormes filas para comer, sem o serviço dar resposta
Apreciadores de sushi desiludidos com festival em Oeiras - JN
Várias pessoas reclamaram quinta-feira a devolução do valor dos bilhetes que pagaram para um festival de sushi em Oeiras, alegando expetativas...

 

expetativas. sushi. enormes filas. resposta. cash. festival. ilusão. everything you know is wrong. reclamaram. Oeiras. putedo, vil e hediondo putedo que elevou o prostíbulo à escala continental. 

 

Semanário SOL

Este fim-de-semana tenha cuidado

Mega operação da GNR

tenha cuidado. eles é que sabem. nao resista, nao questione, cumpra, meça-se, adira, conforme-se, seja, insira os seus, não escape, não, sim, não, sim, troque a ordem em caso de pânico. 

publicado às 14:57

Pós-Grécia (1)

por Fernando Melro dos Santos, em 03.07.15

 

publicado às 14:53

Mangez pizza

por João Quaresma, em 03.07.15

Não digam que não há bailouts muito convenientes, para alguns:

«In March 2010, two months before the announcement of the first Greek bailout, European banks had €134 billion worth of claims on Greece.  French banks, as shown in the right-hand figure above, had by far the largest exposure: €52 billion – this was 1.6 times that of Germany, eleven times that of Italy, and sixty-two times that of Spain.

The €110 billion of loans provided to Greece by the IMF and Eurozone in May 2010 enabled Greece to avoid default on its obligations to these banks.  In the absence of such loans, France would have been forced into a massive bailout of its banking system.  Instead, French banks were able virtually to eliminate their exposure to Greece by selling bonds, allowing bonds to mature, and taking partial write-offs in 2012.  The bailout effectively mutualized much of their exposure within the Eurozone.

The impact of this backdoor bailout of French banks is being felt now, with Greece on the precipice of an historic default.  Whereas in March 2010 about 40% of total European lending to Greece was via French banks, today only 0.6% is.  Governments have filled the breach, but not in proportion to their banks’ exposure in 2010.  Rather, it is in proportion to their paid-up capital at the ECB – which in France’s case is only 20%.

In consequence, France has actually managed to reduce its total Greek exposure – sovereign and bank – by €8 billion, as seen in the main figure above.  In contrast, Italy, which had virtually no exposure to Greece in 2010 now has a massive one: €39 billion.  Total German exposure is up by a similar amount – €35 billion.  Spain has also seen its exposure rocket from nearly nothing in 2009 to €25 billion today.

In short, France has managed to use the Greek bailout to offload €8 billion in junk debt onto its neighbors and burden them with tens of billions more in debt they could have avoided had Greece simply been allowed to default in 2010.  The upshot is that Italy and Spain are much closer to financial crisis today than they should be

publicado às 00:59

A insustentável leveza do centro

por Fernando Melro dos Santos, em 02.07.15

Dia interessante em que o FMI declara a dívida Grega impagável, insustentável e sujeita a restruturação como única forma viável de manter o país no rol dos existentes, de uma assentada validando as afirmações do governo liderado por Alexis Tsipras e abrindo caminho para uma parada de horrores capaz de fazer esquecer o périplo demencial do Zimbabwe. 

 

Doravante, os portugueses, espanhóis, italianos e demais Sovietes deixarão de ver-se sob o jugo dos mercados, do capitalismo selvagem, da banca que lhes guarda os patacos e dos emissores de metano com teor de sal acima da média recomendada por S.A.R. Michelle I, a Salutar. 

 

Árvores de Natal em pinho do Oregon barrado a tulicreme? É insustentável. Praias rodoviárias ao longo de autoestradas inteiras? É insustentável. Aviões particulares para os sindicalistas do Metro não perderem tanto tempo nas deslocações entre cada reunião? É insustentável. Reforma aos 50, quando se atinge o grau de Idoso? É insustentável. Vida escolar subsidiada até aos 49, enquanto se é jovem? É insustentável. Logo, tudo isto é não só exequível, como irrecusável.

 

Vai acabar bem. 

 

 

publicado às 21:30

O Bando Sagrado de Tebas

por Fernando Melro dos Santos, em 02.07.15
Havia de ser 400% e até pagando uma parte em oferta do esfincter, talvez assim os escravos do euro se sublevassem.

 

publicado às 15:49

Europa

por João Almeida Amaral, em 01.07.15

Europa.png

 Nasci 5 anos depois do tratado de Roma, assinado entre 6 países que se levantavam, 12 anos após a guerra e faziam parte do coração da Europa, eram eles: Bélgica. Luxemburgo, Holanda,França, Itália e Alemanha ( BRD ).

Entramos quase 30 anos mais tarde (Janeiro 1986) eram já 10 membros e a CEE passou a ter 12 membros.

Em  1 de Janeiro de 1999 foi a vez da moeda única éramos então membros fundadores da moeda única que começou a circular em 1 de Janeiro de 2002. 

13 anos mais tarde e mais 15 membros os arautos da desgraça falam do fim do Euro e do fim do projecto.

Os mais críticos esquecem que os seis fundadores arrancaram quase da estaca zero , sem energia, sem comunicações sem comida. Mas com muito trabalho. Sem trabalho não há progresso. 

Não milito em partido nenhum , nem me considero velho mas considero que Portugal pode ter um papel relevante , nesta fase difícil do processo europeu, como um exemplo de sacificio de um povo. Não sei se o percurso foi extraordinário , mas Portugal numa pré-bancarrota trabalhou , sofreu dificuldades e aparentemente está a conseguir superar as dificuldades. 

Como uma família a Europa deve ser vista como um conjunto de tribos que partilham laços familiares profundos e que são um pilar na defesa dos ideais democráticos no mundo. 

Ao contrario do nervosismo que se vive e que revela uma grande inépcia para resolver o assunto a uma só voz, deveríamos aproveitar para lançar o projecto de federalização Europeia, desta vez com um referendo em todos os países membros.

Está na altura de ter uma defesa comum que apoie a moeda comum.  

Em vez de haver pró-gregos na moeda única e pró-gregos fora dela o importante é federar a Europa insistindo que não pode haver viabilidade económica sem sacrifícios e sem trabalho. 

publicado às 20:29

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