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É tratar-lhes da saúde.

por João Quaresma, em 23.04.12

Notícia da Deutsche Welle:

 

Idosos fogem da Holanda com medo da eutanásia

 

Asilo na Alemanha converte-se em abrigo para idosos que fogem da Holanda com medo de serem vítimas de eutanásia a pedido da família. São quatro mil casos de eutanásia por ano, sendo um quarto sem aprovação do paciente.(...)

 

Estudo justifica temores – Uma análise feita pela Universidade de Göttingen de sete mil casos de eutanásia praticados na Holanda justifica o medo de idosos de terem a sua vida abreviada a pedido de familiares. Em 41% destes casos, o desejo de antecipar a morte do paciente foi da sua família. 14% das vítimas eram totalmente conscientes e capacitados até para responder por eventuais crimes na Justiça. (...)

 

Não, não é na China nem na Coreia do Norte. É numa daquelas sociedades perfeitas do Norte da Europa.

publicado às 22:05


8 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 23.04.2012 às 23:00

Olha... e eu que ando há anos a ouvir falar nas eutanásias do III Reich....
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De areia_do_deserto.i.e_Isabel_Metello a 23.04.2012 às 23:54


Defendo a eutanásia a pedido do doente, como forma de morrer com dignidade (claro que, como Crente, creio que a Hora É Dus que a Define, mas, neste aspecto, contradigo-me- Deus nunca se Revoltaria por alguém pôr fim à vida, face a um sofrimento extremo), mas nunca pelos interesses terrenos e aviltantes de familiares- tal é puro homicídio premeditado e deveria ser condenado como tal! Image
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De Textículos a 24.04.2012 às 01:22

Vivi na Holanda o ano passado e claro já lá tinha ouvido essa história, para além de existir uma equipa do ministério da sáude com o serviço de eutánia porta-à-porta.
http://txticulos.wordpress.com/2011/12/14/quando-o-verdugo-chega-a-cidade/
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De Tiago C a 24.04.2012 às 09:14

Numa monarquia acontece uma coisa destas?? Deve haver algum engano nesta noticia!  Quase de certeza que se trata da Filândia.
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De João Quaresma a 24.04.2012 às 11:47

Touché! Também me ocorreu isso. Mas, escusado será dizer, é uma monarquia constitucional. Ainda assim, pergunto-me se os monarcas de algumas destas "sociedades perfeitas" se terão verdadeiramente debruçado sobre estas questões que muitas vezes são implementadas sem direito a referendo.
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De Nuno Castelo-Branco a 24.04.2012 às 12:40

É por essas e por outras que compreendo muito bem aquele dia de "greve real" de Balduíno dos belgas e  mais recentemente, do grão-duque do Luxemburgo. O 1º ministro estrebuchou, mas sem resultado, pois a lei passou mas de forma ínvia. Podem ser monarcas constitucionais, mas não têm de assinar de cruz. Nem pensar.
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De Carlos Velasco a 24.04.2012 às 13:47

É nessas horas que um monarca demonstra o que vale e a monarquia prova porque é mais sólida do que uma república não coroada. Quando isso não acontece, basta trocar o monarca para que o edifício se mantenha intacto e os direitos da maioria, para não falar dos pilares sobre os quais assenta a civilização, não sejam demolidos pela acção de um minoria activista e poderosa, com ou sem o consentimento dos fracos. Os fracos, como a História lembra, podem por vezes defender políticas suicidas em virtude da doutrinação dos que possuem meios poderosos de propaganda, e esses meios são muito eficazes nos dias de hoje. Infelizmente, e isso tem sido habitual, muitos monarcas preferem ficar calados para não desagradar. Quando agem dessa maneira, sacrificam o futuro da própria monarquia por causa de interesses imediatos.  

 
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De José Luiz Sarmento a 24.04.2012 às 22:00

Cá para mim, deve ser mentira. A Deutsche Welle não é de fiar.

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