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Aconteceu o mesmo no jogo Alemanha-Croácia, onde um penalti que até um zarolho veria, foi olimpicamente ignorado pelo árbitro de serviço, prejudicando os croatas. Ontem os irlandeses também pagaram as favas, sendo os espanhóis beneficiados por duas penalidades ignoradas pelo juiz da partida e assim tem sido ao longo de anos, sendo sempre os mesmos "grandes", aqueles que auferem de todas as oportunidades de vitória na secretaria. Por outro lado, o bovino senhor Platini nem sequer se rala em disfarçar, consciente como está das mãos rotas de uma Alemanha que enche com 37% das contribuições, os cofres da UEFA. A continuar assim, a pressurosa instituição chegará ao ponto de estabelecer quem poderá ou não aceder aos torneios, decretando antecipadamente o vencedor.
Onde é que já vimos isto? A resposta é clara: em tudo o que tenha a ver com "Europa", desde festivais de cançonetas com cinco pré-seleccionados "porque são grandes", até aos favoritismos do directório de Bruxelas, cada vez mais reduzido aos mesmos Big Five. Na bola, a trapaça, a indignidade assumida como norma que falsifica o espírito desportivo, dá-nos uma ideia daquilo que seria uma "federação". Um asqueroso chiqueiro. Aliás, a pocilga já existe e vai enchendo a cada dia que passa.