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À parte o facto de ser principescamente paga - o menor dos problemas, como referiu há dias o André Azevedo Alves -, quem conheça as personagens envolvidas nesta Comissão dificilmente ficará surpreendido por esta já estar envolvida numa polémica que deveria levar à demissão do seu Presidente, João Bilhim.
No Jornal de Notícias, escreve assim Paulo Ferreira: «Há outro motivo para verberar a atuação de Passos Coelho: ele permitiu que a Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública fosse instrumentalizada até à náusea. Quer dizer: matou-a à nascença. O currículo do vogal executivo da Metro foi três vezes analisado, até estar em conformidade. Seria outras tantas, caso fosse necessário. Só não é ridículo e vergonhoso para o presidente da dita, que continua serenamente à espera de novas instruções, em vez de fazer o que as circunstâncias impõem: demitir-se.»