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La dolorosa: Catalunha pede ajuda a Castela

por João Quaresma, em 24.07.12

«Catalunha vai pedir ajuda financeira a Madrid


A região da Catalunha, a segunda de Espanha em termos de PIB depois da de Madrid, vai pedir ajuda financeira ao governo espanhol, disse o responsável pela Economia do governo catalão.

A região de Valência pediu na sexta-feira ajuda financeira a Madrid.

Questionado ao canal de televisão britânico BCC sobre um apelo da Catalunha a Madrid, Andreu Mas-Colell respondeu: "Sim. A situação actual é que a Catalunha não tem outro banco além do Governo espanhol".»

 

A regionalização acaba quando acaba o dinheiro de todos, ou seja, do estado central. Resta saber como é que agora, na hora de pagar a conta, vão funcionar os nacionalismos, regionalismos e outros populismos que foram exacerbados durante décadas.

publicado às 16:00


4 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 24.07.2012 às 18:25

É horrível dizê-lo, mas bati palmas de contente. Sempre queria ver a cara do bandido Rovira!
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De João Quaresma a 24.07.2012 às 19:53

Muita gente em Espanha deve estar com alguma satisfacção por ver os catalães, que são considerados "peseteros" (agarrados ao dinheiro) pelos restantes espanhóis, terem de pedir ajuda económica. O problema é que não vai parar por aqui: a Andaluzia deve ser a próxima. E nós vamos ser atingidos.
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De Isabel Metello a 24.07.2012 às 18:32


Se os preconceitos etnocêntricos não tivessem sempre falado mais alto, mas cada nação da Península Ibérica tivesse integrado uma União Ibérica (UI), sem pôr em risco,  a independência de Portugal, como é óbvio (aliás, hoje, cadê ela???!!!:)- até D. Duarte como Chefe de Estado teria estabelecido relações simbióticas com os monarcas de Espanha, enquanto aglomerado de nações- teríamos beneficiado de um bloco de força substancial, com dois grandes portos (Sines (na costa Atlântica) e Barcelona (no Mediterrâneo) perante países de força- a Alemanha, a Inglaterra e a França. A Inglaterra, a nossa eterna aliada, só tirou dividendos dessa aliança, nós sempre fomos tratados como os parentes pobres- daí o Ultimatum, daí o Mapa Cor-de-rosa, daí o descalabro, daí o desastre da I República, daí a mortandade lusa em Lal Lys, tendo sido os Portugueses usados como "carne para canhão" pela não rendição prevista , daí os Ingleses estarem-se borrifando quando da descolonização Portuguesa, daí o caso Maddie, que tem humilhado Portugal a nível global, quando haveria motivos contundentes para que tal não tivesse acontecido! Daí o deputado Inglês, creio que em 2008, nos ter chamado de "sardine eaters", daí sermos, hoje, uma espécie de colónia Inglesa e até caixote de lixo!
Caso contrário, teríamos relações privilegiadas com as ex-colónias e com toda a América Latina e a Merkel e todos os nórdicos (Finlândia, Áustria...:) nunca se atreveriam a acelerar a fundo e até com muita razão em certas questões, pois a teoria dos bodes expiatórios, quando tantos fundos da CEE (actual UE) foram canalizados para tudo e mais alguma coisa (relembro aaquele famoso caso do empréstimo de um rebanho de pastor para pastor para todos receberem subsídios e comprarem, quiçá, um BMW, copiando governantes que, sempre que mudava o Executivo remodelavam a frota automóvel, os boys e as girls, do poder local ao central, sendo Portugal, de facto, um Estado medieval, pois eram tantos os feudos, ainda por cima tantos com boçais à frente, que a tentação das off shore, dos sacos e dos apitos de várias cores e feitios, a obsessão por centros comerciais,  empreendimentos seguidos, estádios de Futebol,  foram tão fortes que eu até julgo termos beneficiado de Protecção Divina...Image
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De João Quaresma a 24.07.2012 às 19:58

Cara Isabel, desta vez discordo do que diz. Nós não precisamos de fazer sociedade com ninguém e muito menos que venham tomar conta de nós como se fôssemos menores. Só precisamos de ter juízo, de governar o país normalmente, aprendendo com a nossa longa História e fazendo o que é melhor e mais sensato. Uma União Ibérica nunca poderia funcionar, porque seríamos sempre o parceiro menor, e do lado espanhol a intenção é de domínio, não de cooperação. Como aliás sempre foi.

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