Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Provar do seu próprio veneno

por Pedro Quartin Graça, em 10.08.12

Segundo a SAIP (uma das sociedades do ex-banqueiro José Roquette), seria José Roquette "a assumir, de forma ilimitada, a responsabilidade pelo projecto, não partilhando a CGD do risco pelo qual foi e continuaria a ser muitíssimo bem remunerada(...)". 

A SAIP lembra que "o projecto foi desde o início acompanhado pelo BPI e, a partir de 2009, também acompanhado e apoiado pela CGD, o que levou o promotor a confiar que estariam reunidas as condições para o seu financiamento até à conclusão. Foi por isso que suportou os enormes custos decorrentes deste tempo de indecisão dos bancos, incluindo custos financeiros e outros custos indirectos resultantes, por exemplo, dos atrasos no início das obras, os quais, em grande parte, poderiam bem ter sido evitados se tivesse havido uma resposta atempada dos bancos".

"O promotor, sem o apoio dos bancos, não pode assumir sozinho o risco do projecto, pelo que mais não lhe resta senão apresentar o processo à insolvência, entendendo que, da mesma forma que seriam responsáveis pelo sucesso que o projecto viesse a ter, agora que recuaram nesse apoio tornaram-se responsáveis pelo fracasso que a apresentação à insolvência representa".

publicado às 07:03


4 comentários

Imagem de perfil

De Nuno Castelo-Branco a 10.08.2012 às 09:57

Mil milhões? Ouvi bem o que dizia a reportagem? Mil milhões? Se a coisa correr mal, adivinhe quem pagará a factura?


Lembra-se daquela oportuna obra que ninguém quis ler, o "Livro Negro do Alqueva"? Não seria melhor começarmos a fazer política, em vez de persistirmos nas habilidades de curto prazo?
Imagem de perfil

De Pedro Quartin Graça a 10.08.2012 às 10:43

Sem dúvida! abraço
Imagem de perfil

De Samuel de Paiva Pires a 10.08.2012 às 10:47

A ironia que é ver o PCP preocupado com esta situação...

Comentar post







Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D

Links

Estados protegidos

  •  
  • Estados amigos

  •  
  • Estados soberanos

  •  
  • Estados soberanos de outras línguas

  •  
  • Monarquia

  •  
  • Monarquia em outras línguas

  •  
  • Think tanks e organizações nacionais

  •  
  • Think tanks e organizações estrangeiros

  •  
  • Informação nacional

  •  
  • Informação internacional

  •  
  • Revistas