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« DEO JUVANTE » (“Com a Ajuda de Deus” ) é o lema do principado; por lá não há partidos políticos: apenas o Chefe de Estado - actualmente o Príncipe Alberto II -, que não se limita a reinar, e, dada a pequenez do mesmo, 18 membros do Conselho Nacional, que com o Príncipe governam a Nação, sendo eleitos directamente.O poder legislativo é dividido entre o Príncipe e os conselheiros. O poder executivo é exercido pelo Príncipe, perante quem respondem o Ministro de Estado e o Conselho de Governo.
O Poder Judicial também pertence ao Príncipe.
Há depois as estruturas municipais.

E, milagre não é!, tudo funciona às mil maravilhas. Porque será? A exiguidade do território também não é " a " resposta, pois que se ele fosse maior bastaria aumentar o número de Conselheiros Nacionais.
     E, através de um amigo do Facebook, fico a saber que " Em Março de 2003, no principado do Liechtenstein  houve um polémico referendo levado a cabo pelo Príncipe Hans Adams II que exigia o reforço dos poderes do soberano. Levantaram-se os ânimos da oposição, exigindo a renúncia do Príncipe que ameaçou exilar-se nas suas residências austríacas, caso não visse os seus poderes acrescidos. 
A acção movida pelo soberano foi muito criticada internacionalmente, inclusive, pela Comissão de Veneza. A democracia do estado foi posta em causa e a monarquia apelidada de autoritária. 
O Príncipe venceu o referendo e viu os seus poderes alargados (o povo é soberano e sabe o que é liberdade, não precisa que lha imponham).
A oposição foi completamente desacreditada e humilhada com os resultados deste referendo. "



Monarquias modernas tradicionais.

publicado às 20:32


8 comentários

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De Duarte Meira a 05.09.2012 às 23:46

Estimada Cristina:

Um oportuno post para os que se sentem umas cócegas monárquicas e se impressionam muito com tretas da "opinião pública" republicana.

A divisa do Luxemburgo também é uma lição boa para os portugueses de hoje:

«Mir wëlle bleiwe wat mir sin».  Como quem diz:
« Queremos permanecer o que somos»!
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De VH a 06.09.2012 às 11:05

Caro Duarte,

eu não me impressiono com as tretas da opinião pública. Você não me percebeu. O que me deixa de braços em baixo é que é impossível discutir invocando as tretas que num outro comentário foram referidas.

A das cócegas monárquicas resultou e fez-me rir, ate.

Excelente post, Cristina!
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De Cristina Ribeiro a 06.09.2012 às 20:42

É que, Duarte, o meu respeito pelo Rei não O quer ver como apenas a " figura " que vai a festas, entrega medalhas e outros troféus, e pouco mais.
Peço permissão para usar a divisa do Luxemburgo no Facebook Image
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De Carlos Velasco a 07.09.2012 às 19:50

Cara Cristina,


Acredito que a redução do debate a uma comparação entre índices económicos, como fazem muitos dos monárquicos anglófilos, é contraproducente, mas é o que vou fazer agora para reforçar a realidade que o post tenta divulgar.
Uma pesquisa dos valores do Pib per capita indica que as nações europeias mais desenvolvidas são de facto as monarquias, mas uma pesquisa nesse grupo restricto indicará que as mais ricas entre elas são justamente as que são monarquias tradicionais ou as que mais se aproximam desse modelo, como é o caso da Suíça, que é uma espécie de monarquia tradicional sem rei.

Um abraço.
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De Cristina Ribeiro a 08.09.2012 às 21:59

Além das outras grandes razões que indicam essa como a verdadeira Monarquia - só nela o Rei o é de verdade, e não uma mera caricatura.


Abraço, Carlos.
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De Miguel Madeira a 07.09.2012 às 23:35

"por lá não há partidos políticos: apenas o Chefe de Estado"

Há 3 partidos no Liechenstein, acho
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De Cristina Ribeiro a 08.09.2012 às 22:03

São referidas duas monarquias: o Príncipe Alberto II é Chefe de Estado do Mónaco - é aí que não há partidos.

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