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La Haîne

por Fernando Melro dos Santos, em 18.09.12

Boa tarde a todos.

 

O Estado assumiu dívidas, ainda por cima sobre alegados ilícitos, a dois privados - Duarte Lima e Vitor Baía - no valor de vários milhares de prestações do IMI. Trata-se do mesmo Estado que não fechou fundações nem observatórios e que rebenta com valores incomensuráveis todos os dias, para manter a farsa democrática em Portugal.

 

De um lado há gente sinistra que, fazendo o PS parecer um partido de direita, defende boçalmente que se transforme o país numa Venezuela, ou pior, num território anarca onde impere, sobretudo, o charro e a expropriação. Estes são a ralé arvorada em paladina do bem comum.

 

Do outro há gente destra na argumentação e no exercício do intelecto, mas cuja altivez impede de olhar com pragmatismo e humildade para o que tem de ser feito do estado e do Estado em Portugal. Estes são os meninos copo-de-leite a quem foi dada uma almofada que não querem arriscar ainda que seja a troco do verdadeiro bem comum, que seria por arrasto o seu.

 

Entretanto, Arménio Carlos, o truculento taumaturgo, continua a conjurar sortilégios tão desajustados do que é clinicamente aceitável que já nem sei como comentá-los.

 

E pronto, agora vou trabalhar. Logo volto.

publicado às 13:24


5 comentários

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De jojoratazana a 18.09.2012 às 15:50

Bom trabalho.
Ainda é um daqueles felizardos que tem um bem tão escasso. 
Os meus parabéns, só assim compreendo a sua revolta para com o Arménio Carlos, era tudo bem mais simples se não existissem sindicatos.
Já agora registo que para si, uma democracia não comporta sindicatos, para além dos Trabalhadores Sociais Democratas.
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De Fernando Melro dos Santos a 18.09.2012 às 17:27

Boa tarde jójó,


a sorte pode ter parte na manutenção de um trabalho, mas no meu caso particular duvido, uma vez que já crio o meu próprio emprego há 23 anos, sem patrocínios, subsídios ou apoios. É claro que se me passar um carro por cima de uma perna, não há vontade que me valha, mas aquém disso parece-me mal invocar sempre a sorte e o azar nestas coisas. 


Noutro ponto, não vejo onde possa ter visto revolta da minha parte contra AC. Desprezo-o, acho-o quase uma não entidade anacrónica e servente de ideologias anacrónicas. Mas revolta não me inspira. 


De igual modo não entendo como é que regista seja o que for sobre aquilo que eu possa ou não pensar sobre os sindicatos, muito menos os TSD, uma vez que nem sequer falei nisso. 


Contribua sempre, e bem haja.
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De jojoratazana a 18.09.2012 às 18:47

Registo que no final é só uma fobia da sua parte.
Como eu o entendo.
No que diz respeito a ideologias anacrónicas e serventuário das mesmas.


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De Fernando Melro dos Santos a 18.09.2012 às 19:17

Se for esse o seu Zen.

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