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Num exrcício que mais não é senão uma desesperada tentativa de salvação daquilo que a uma minoria mais importa, Sampaio diz que a "austeridade excessiva pode prejudicar terrivelmente a democracia". Concordamos, mas há que alertar esta duvidosa excelência, quanto a outros perigos para a democracia.
Corre pela net uma informação acerca deste porquinho mealheiro que para alguns, é a Fundação Cidade de Guimarães. Dir-se-ia que todo o alarido SIConstantemente concertado entre os três canais de televisão, apenas visa proteger aqueles que jamais tiveram de se preocupar fosse com o que fosse. A ser verdade - parece impossível, mas "alegadamente" é -, aqui estão uns números.
Folha de ingressos:
Jorge Sampaio, até agora, o estranho substituto da Rainha Dª Amélia na Luta Antituberculosa e na ocupação do real atelier das Necessidades, é o Presidente do Conselho de Administração: 14.300€/mês, além da viatura, telemóvel e mais 500€ como prémio de presença em cada reunião.
Carla Morais, Administradora Executiva: 12.500€/mês, além da viatura, telemóvel e mais 300€ como prémio de presença em cada reunião.
João B. Serra, Administrador Executivo: 12.500€/mês, além da viatura, telemóvel e mais 500€ como prémio de presença em cada reunião.
Manuel Alves Monteiro, Vogal Executivo, 2.000€/mês, além de uma ajuda de 300€ pela sua presença em cada reunião.
Existem 15 personalidades no chamado Conselho Geral, entre os quais figuram nomes como Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço. Se exceptuarmos os 500€ a receber por J. Sampaio, os demais colectam 300€ em cada reunião. Em suma, apenas em salários, a coisa monta a 1,3 milhões de Euros anuais. Isto sucede numa parte do território nacional bem próxima do Vale do Ave, cuja taxa de desemprego já ultrapassa os 15%. Quanto aos enfermeiros pagos mensalmente com uma ninharia, o que haverá para acrescentar? A não ser uma simples "alegação", esta lista de catitas mordomias, sintetiza bem o que tem sido o regime da 3ª República, o "esquema vigente". A última, esperemos.