Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Ordem ou desordem

por João Pinto Bastos, em 03.12.12

Na equação que serve de base à tirania fiscal do Governo há claramente uma lacuna: a presunção, pavorosa e irreflectida, de que a impaciência dos portugueses jamais virá à tona. Posso estar enganado, mas não creio que o letargo da cidadania vá durar ad aeternum. Quem viaja pelo país, quem vê e observa a resignação serena dos portugueses, sabe que, no meio da tranquilidade aparente, há um desespero lancinante pronto a explodir. Uma raiva surda perigosíssima que, se não for atalhada a tempo, pode pôr em causa os fundamentos do regime. Cuidado. O espectro do caos anda por aí.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:42


5 comentários

Imagem de perfil

De João Quaresma a 03.12.2012 às 02:01

Presunção própria de quem não sabe nada de História, não sabe nada de nada, e se acha muito importante porque conseguiu um ou dois canudos e chegar a um lugar de decisão. Uns chicos espertos que não sabem o que fazem.
Imagem de perfil

De Samuel de Paiva Pires a 03.12.2012 às 02:02

Desenganem-se os que ainda acreditam no mito dos brandos costumes.
Imagem de perfil

De João Pinto Bastos a 03.12.2012 às 23:22

Ainda hoje estive a falar com algumas pessoas e fiquei preocupadíssimo. O desemprego e a miséria estão a atingir níveis alarmantes e isso terá consequências ao nível social. A crispação está claramente em crescendo.
Sem imagem de perfil

De Duarte Meira a 03.12.2012 às 23:22


Caros João Bastos e Samuel:

Os gregos já sabem o que vale uma raiva clamorosa em vez de uma "raiva surda"...

As coisas já não passam por aí.

A "resignação serena dos portugueses"  pode ter outra leitura. Vejam a fotografia que o Nuno Castelo Branco aqui pôs no domingo, e lembrem Ekaterinburgo. Também o horror, no Império em que já estamos, não passará por tiros e sangueira: será pior...

Comentar post







Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

Links

Estados protegidos

  •  
  • Estados amigos

  •  
  • Estados soberanos

  •  
  • Estados soberanos de outras línguas

  •  
  • Monarquia

  •  
  • Monarquia em outras línguas

  •  
  • Think tanks e organizações nacionais

  •  
  • Think tanks e organizações estrangeiros

  •  
  • Informação nacional

  •  
  • Informação internacional

  •  
  • Revistas