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Alertado pelo Carlos Velasco - em poucas palavras diz tudo -, eis uma notícia que foi muito oportunamente censurada pelos media portugueses.
O processo de extinção dos Estados nacionais tem como primeiro alvo as Forças Armadas, julgadas como cangalha inútil num mundo "sem ameaças". É bem certo que a finalidade desta política, consistirá na obtenção do total controlo dos recursos de todos os Estados da UE e no caso português, como aqui neste blog temos dito, na quase infalível "mutualização" do nosso apetecível património da até agora chamada Zona Económica Exclusiva. Há ainda que atender ao esforço para o quebrar de possíveis resistências a ocorrerem em países que como Portugal, Espanha ou Grécia, poderão encontrar nas Forças Armadas o principal esteio de oposição ao poder estrangeiro.
Nada disto é inacreditável, tratando-se do mais puro e directo exercício de um poder imperial, desta vez manobrado por gente sem rosto e sem bandeira.
Gostaríamos de saber se em S. Bento também já lampejou tão luminosa ideia?
* Pois é,isto é que é acabar o ano segundo o "espírito do momento". Dois leitores alertaram para uma partida relacionada com o "dia das mentiras" em Espanha. Se assim tiver sido - e pelo menos dois foros de defesa também acreditaram piamente -, é claro que não farei a mesma coisa que os "camaradas gauche chic" Esquerdanet - entre outros, muitos outros - fizeram, recorrendo ao lavar da cara como se nada fosse. Não retirarei o post, apenas me escuso por algo que hoje em dia me pareceu absolutamente normal. Aliás, o embrião desse já anunciado "exército europeu" poderá ser nada mais, senão uma espécie de guarda pretoriana destinada a "operações cirúrgicas" em países desavindos com a pretensa autoridade central.
Termino o ano como um inconformado seguidor de Nicolau Santos. Bem feito, que bom, que alegria!