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Respeito pelo peixinho, por favor!

por John Wolf, em 04.01.13

 

 

A Sílvia Alberto esforça-se por demonstrar que tem "respeito" pelos pescadores. É uma atitude do género; "até gosto de peixe, mas não gramo o cheiro, não lhe toco. Por isso peço à Amélia da praça para amanhar o Robalo...com respeito, por favor". Que caldeirada é esta? Se a intenção era fazer "render o peixe", enganáram-se com estas postas, pescadas da televisão, das redes apertadas onde as celebridades são capturadas. E há calinadas pelo meio - "Não conseguia viver na Alemanha porque não tem mar" - a Alemanha não tem mar? E foram os pescadores que chegaram à Índia? Mas há requinte em tudo isto. São pormenores que nos distraem das bocas formadas à meia-volta. São fait-divers enrolados pela passadeira vermelha, quase ofensivos para a já mui sofrida indústria pesqueira. Será a Sílvia Alberto a nova embaixadora do Carapau? As palavras que profere são anzóis que servem para pescar peixinhos da horta. O resto são detalhes de design que não escapam ao meu olho de linguado, de linguareiro. O sinal de beleza da face, imagem de marca da Marilyn Monroe, encontra conforto na repetição. No cardume de pontos colados no uniforme da menina. Eu sei que estamos todos desesperados, mas não valia a pena um ensopado de esguia tão aguado, tão carente de nutrientes. 

publicado às 14:59


8 comentários

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De Pedro Quartin Graça a 04.01.2013 às 16:57

Ui, ui...!Image
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De Anónimo a 04.01.2013 às 22:37

Esta rapariga, coitadita, não tem um único predicado que lhe confira qualidades suficientes para desempenhar com credibilidade  os inúmeros cargos televisivos a que tem vindo a dedicar os seus tempos livres, há anos. Não lhe encontro nada, mas nada, de substancial para ter sido elevada a apresentadora de programas, sejam eles de que espécie forem. Não sabe falar e não tem o vocabulário suficiente para desempenhar as tarefas que lhe têm sido confiadas.
Deve ser afilhada ou sobrinha do director. Ou, o que é ainda mais provável, o pai, o tio ou o avô,  um deles ou todos em conjunto são maçons.  Esta rapariga faz lembrar em tudo a enjoativamente vaidosa Catarina Furtado, uma desgraça completa como apresentadora, que está de pedra e cal na RTP pelo facto do pai ser comuna e ter sido um dos jornalistas/oportunistas revolucionários do pós 25/4. E mais outra, a Bárbara Guimarães, que sendo um pouco melhor do  que as anteriores e um bocadinho mais instruídinha e uma pitada menos vaidosa, está completamente desenquadrada no tipo de programa (Toca a Mexer) que apresenta e noutros semelhantes que já tem apresentado. Talvez ela escapasse fazendo o mesmo que começou por fazer quando se iniciou nestas lides, na TVI, ou seja a ler notícias. Talvez. Esta, como as outras, também tem lugar vitalício nas televisões porque o marido é polìticamente  aquilo que se sabe. Tão só.
Toda e qualquer pessoa (familiares e amigos incluídos)  desde que faça parte da esquerda institucionalizada - socialista, comunista e extrema esquerda - cuja filiação continua obrigatória para quem quiser singrar profissionalmente neste país, tem a vida assegurada até ao fim dos seus dias. Isto, pior do que vergonha é um escândalo inominável a que há que pôr cobro o mais urgentemente possível.

E já que falo em nulidades televisivas, não posso deixar de mencionar o repugnante, cretino e insuportável locutor, esse parvalhão que é o  José Rodrigues dos Santos. Recuso-me a ver as notícias na RTP quando este é o locutar de serviço.  Nunca vi, cá ou no estrangeiro, um locutor tão mau e tão ridículo a apresentar o telejornal. Mas ninguém vê aqueles pemanentes e indignos ademanes e trejeitos e, horror máximo, o piscar d'olhos,  que metem nojo ao mais indiferente? Este é outro que tal. É filho de não sei quem com o mesmo nome, que é de certeza uma personagem muito importante na entourage socialista/comunista e basta isto para estar tudo dito. Tão mau como este só o Rodrigo G. de Carvalho que, lá está!, o pai tem o mesmo nome e parece que é médico e é socialista pela certa.  Só pode. Apostava um milhão.
Maria
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De John Wolf a 05.01.2013 às 08:15

Cara Maria,


Muito obrigado pelo seu texto que de um modo brilhante descreve a miséria. Concordo com o que afirma. Não consigo, ano após ano, encontrar um modo de apreciar o José Rodrigues dos Santos que padece dos mesmos males, embora tenha tiques diferentes. Tudo isto é a expressão da mesma patologia de favores concedidos, cunhas e facilidades concedidas sem se saber porquê. 


Cordialmente,


John
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De O Capuchinho a 04.01.2013 às 23:00

Esta moça é uma pérola. E repare-se que está a ler, olhando discretamente para o lado. O que diria se fosse de improviso?
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De John Wolf a 05.01.2013 às 08:37

Caro Capuchinho,


Tem uma cábula, sim senhor. Passou a noite anterior a preparar o texto...


Obrigado.


Cordialmente,


John
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De Faust Von Goethe a 05.01.2013 às 02:10

Se lhe perguntassem o que era uma ilha a Sílvia Alberto, provavelmente responderia "uma extensão de território rodeado de mar por todos os lados, excepto por cima!"
Mas não te preocupes, John! No futuro quando perguntarem às crianças de onde vem o leite de vaca, elas provavelmente dirão que vem do pacote porque só conhecem as embalagens de leite que se vende no supermercado.
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De Fernando Martins a 06.01.2013 às 23:32

Ela queria dizer que a Alemanha não tem mar porque, na verdade, tem dois: o Mar do Norte e Mar Báltico. Portugal, pelo contrário, só tem um mar: chamaram-lhe Oceano Atlântico. Baralhou-se... no fundo.
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De John Wolf a 07.01.2013 às 16:54

Viva Fernando Martins,
São tantos mares que a "piquena" ficou baralhada...
Obrigado.
Cordialmente,
John

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