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Government censorship in Portugal

por John Wolf, em 15.01.13

 

What´s going on in Portugal must be shared in plain english with the rest of the world. Austerity - a fiscal and economic recipe cooked up by a number of European governments to boost their failing economies is not working at all. The approach is flawed and the improvement the authorities promised is nowhere in sight. However, government officials have used the economic excuse to reshape the concept and structure of the Welfare State at the expense of its citizens. The National Health Service is only one of many examples of public services that have been maimed and the population is bearing the brunt. I´m not even going to mention the outrageous tax hikes that are torturing the workers that are lucky enough to still have a job and a lousy salary. Yet another phenomena is slowly but surely becoming pathological. The degree of control the Government is trying to exercise over the media and public opinion is worrisome. Messages of protest are now controlled as if Portugal were under a totalitarian regime. Some citizens I have spoken to, now regard the former dictator Salazar, as a bland authoritarian figure, when compared to the endeavors taken forth by the Passos Coelho and his center/center right coalition government. Part of the press and some tv channels are alligned with the government and there seems to be no limit regarding the fences that are being mounted. As I write this article, a conference on the Reform of the Portuguese State is taking place with a panel of well known experts, politicians and former leaders, but the Press has not been granted authorization to tape or record the event. The welcome address presented by former Social-Democrat Party director Sofia Galvão, made it clear that coverage of the event will not be tolerated, and only with permission may speakers messages be conveyed. We all know Portugal is a young Democracy that came to being with the Carnation Revolution of April 25th, 1974. But what´s going on seems like a clear reversal of the ideals embodied almost 40 years ago. Are we in Europe and are these the values and principles defended by the European Union? Let´s ask Portugal.

 

(CC International Media)

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publicado às 15:51


14 comentários

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De Artur de Oliveira a 15.01.2013 às 16:10

I will show this to my foreign friends...
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De Agathe Szechenyi a 15.01.2013 às 16:26


Desde muito a Europa já não tem uma política orientada por valores cristãos, assim como os direitos humanos, o matrimónio e a família, a solidariedade, a responsabilidade não permanecem como base política.
So what???
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De John Wolf a 15.01.2013 às 16:29

Cara Agathe,


I think your missing the point of my article...or I have not expressed myself conveniently.
We are talking about censorship whatever the values at stake in Europe or elsewhere.


Thank you.


Best Regards,


John
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De Candido a 15.01.2013 às 20:29

You are an absolute moron...

http://momentoseconomicos.wordpress.com/2013/01/15/amordacados/

Confusing censorship with Chatham House Rule just shows us how ignorant you are.

FYI
http://en.wikipedia.org/wiki/Chatham_House_Rule
http://www.chathamhouse.org/about-us/chathamhouserule
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De Candido a 15.01.2013 às 20:42

Look, more government censorship:

https://twitter.com/RCOSTA_EXPRESSO/status/291283192202280960
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De carlos jorge pedroso a 15.01.2013 às 20:49

excelente abertura de reflexão e final da crónica ainda melhor. Uma conclusão que os portugueses podem fazer, é a relativização da democracia, enquanto sistema de recompensa do seu esforço de contribuintes solidários (?!?)
Constata-se que a defesa de um fetiche tão grande, como a de protecção do sistema bancário, à custa do cidadão, é bondage politica conivente a grandes interesses, que nos escapam à consciência. Quando o investimento nos titulos de divida portuguesa renderam 53% aos aforradores, entramos em transe, alguns morrem por falta de assistencia medica, outros desmaiam com fome e alguns suicidam-se, para não falar dos individados e os homeless. Estamos numa epoque de debauche!

Quanto maior for o debauche politico-economico, mais controlo dos midia existe, isto é frases muito antigas, do tempo da Grécia! portanto, é expectável o controlo total dos midia, repressão na fuga de informações (blow-whistles) e aumento de orçamentos policiais. Isto é a doutrina politica de Maquiavel a funcionar...

excelente post, John e obrigado pela leitura
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De John Wolf a 15.01.2013 às 20:53

Obrigado Carlos,
Não deixarei de expressar o que entender em nome da liberdade de expressão e em nome de sociedades abertas.
Quando os argumentos faltam...os insultos tomam o seu lugar.
Cumprimentos,
John 
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De José Abreu a 16.01.2013 às 09:22

Imprensa amordaçada é um PORTUGAL AMORDAÇADO. A imprensa escrita, radio e tv, deveria lançar uma campanha pública pela liberdade de imprensa, opondo-se â mordaça de comunicação e debate social e político. Assim todos os cidadãos amantes dos valores democráticos poderiam associar-se a essa iniciativa, josehabreu@gmail.com
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De John Wolf a 16.01.2013 às 10:00

Caro José Abreu,
Muito agradeço o seu comentário.
Acabo de lhe enviar uma mensagem para o endereço electrónico que me facultou.
Cumprimentos,
John
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De Anónimo a 16.01.2013 às 19:41

(Comentário em duas partes)

Pois tudo isto é verdade e não há que admirar.

Este bando de burlões da mais pura água que há quarenta anos nos prometeu que com a bendita democracia este país ia tornar-se na oitava maravilha do milénio, isto, bem entendido, depois deles terem arrancado os portugueses das garras do ditador sanguinário que os tinha mantido incultos(???), sem emprego(???), sem liberdade de expressão(???), sob uma censura férrea na comunicação social(???), etc.,  temos que neste esplendoroso regime onde tudo isto nos foi oferecido(???) com sobras, aparece um artigo como este, apontando - e com toda a razão - precisamente o oposto.
Vejamos as mentiras monumentais consecutivamente propaladas a que os portugueses têm estado sujeitos desde há quatro décadas, por um bando de vís descaradões:

-Nunca tivemos uma censura da comunicação social tão camuflada e cínica do que aquela a que hoje estamos submetidos.
-Nunca tivemos políticos mais mentirosos e falsos, sem comparação possível com os políticos do anterior regime, muito simplesmente porque neste não os havia.
-No Estado Novo os livros e revistas que não se encontrassem à venda em Portugal, fosse ele por uma questão de censura ou outra, eram fàcilmente obtidos numa qualquer viagem ao estrangeiro ou senão, pedidos a um familiar ou amigo que lá residisse e recebìamo-los direitinhos e sem problemas.
-Desde que há 'democracia' a pouca literatura que foi conseguindo ser editada revelando preto no branco os podres do regime e apontando a dedo os políticos corruptos e ladrões (e até criminosos de sangue)  e as mega-traficâncias de cada um, foi sonegada ao público leitor e retirada imediatamente de circulação - vide, entre outros, o livro de Rui Mateus sobre o PS Desconhecido. Neste regime de completa liberdade(???) os livros que o sistema censura, não se conseguem encontrar nem nos alfarrabistas nem no estrangeiro. A polícia de costumes(versão 1984) trata de os confiscar, retirando-os do mercado nacional e estrangeiro e muito possìvelmente destruíndo-os pelo fogo. 

Os velhacos derrubaram um regime autoritário para o substituir por um democrático onde iria haver emprego para todos e um progresso descomunal para o país. E no entanto naquele havia progresso, havia muito dinheiro nos cofres do Estado, não havia desemprego nem inflação e os portugueses viviam em paz e felizes. Neste regime, que não passa de uma ditadura 'democrática', verdadeiramente tenebroso, há milhões de desempregados e outros tantos com fome, o país encontra-se desfalcado em muitos biliões e endividado até ao pescoço e com três bancarrotas em cima do pêlo. Estamos perante um regime ilegítimo e tudo menos benigno porque não governa para o desenvolvimento do país nem para o bem-estar do povo. Por todos os motivos e mais um, é um regime que mete muito medo, afinal o seu objectivo primeiro. Através da sua malignidade e imprevisibilidade,  basta o poder assim o decidir, medidas altamente gravosas para os portugueses podem ser postas em marcha em qualquer altura com 'força de lei' . Eles, diabòlicamente previdentes e antecipando futuros empecilhos, trataram de elaborar leis que se coadunassem com as suas ganância e maldade desmedidas. Foi o que aconteceu a partir do dia em que eles puseram os pés em Portugal. A partir daí, a prática(governação) malsã tornou-se sem peias sinónimo de corrupção+crime+hipocrisia+cinismo+mentira+fraude, como jamais se julgou possível em Portugal com a possível excepção da 1ª. República.
De facto, democracia mais perfeita do que esta era impossível.
Maria
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De Anónimo a 16.01.2013 às 20:38

(segunda e última parte)

Se estes reles governantes, que andam dia sim, dia sim, desde há quatro décadas a arrotar postas de pescada com a democracia, tivessem um pingo de vergonha nos focinhos pediam perdão aos portugueses pelo mal que lhes têm feito e desapareciam de Portugal para sempre. Mas eles sabem lá o que é ter vergonha, são cobras venenosas em figura de gente que desconhecem por completo este nobre sentimento.

Como diz o artigo, nesta 'conferência governamental' que teve lugar para debater A Reforma do Estado Português, não estranhamente, foi terminantemente proíbida a sua cobertura pelos orgãos de comunicação social e por personalidades independentes interessadas nos temas a debater - escritores, críticos, etc. E no entanto estiveram lá presentes, além dos membros do governo, ex-ministros, ex-governantes, economistas, ex- e actuais conselheiros de Estado, senadores(?!), empresários(!) e personagens, outras, de cujos nomes e origem geográfica nem sequer desconfiamos... Mas só é natural que assim seja.  

O primeiro ministro e restantes governantes não vão (nem podem) decidir coisìssima nenhuma sobre a Reforma do Estado, quem o vai fazer são os mundialistas (ou os mandatários da seita) presentes na conferência, sejam eles portugueses ou doutra nacionalidade. Como é por demais sabido a nossa política interna e externa é gizada e implementada, não na/pela U.E. e muito menos no/pelo país, mas no outro lado do Atlântico. Eis porque a conferência é feita à porta fechada. Secreta, portanto.  Exactamente como secretas são as que todos os anos em fins de Maio, princípios de Junho são levadas a efeito pela seita Bilderberger num qualquer país da Europa ou da América do Norte (estamos quase lá...) onde são traçados literalmente a régua e esquadro  os destinos dos países e povos da Terra, com prioridade absoluta para as chamadas democracias. Que ninguém se iluda, nesta 'conferência', mais uma das que se vão sucedendo pelo globo, discutiram-se apenas os preliminares. As decisões verdadeiramente importantes - aquelas que desestabilizam o mundo, desencadeiam guerras artificiais e afectam gravemente as respectivas populações - ficam para daqui a quatro ou cinco meses, novamente realizadas em conciliábulos e sem observadores estranhos ao clube, como convém.
 
Este regime mais a perigosa politicagem que finge que o representa, estão na origem do maior crime político jamais perpetrado no nosso país. O regime e os seus executores foram-nos impostos socorrendo-se de uma dupla traição. O primeiro, através de um golpe de Estado miserável; os segundos, fruto d'eleições criminosamente manipuladas e mentiras sucessivas ao longo de quase décadas. Este regime é uma farsa imunda porque nunca foi sancionado em eleições imparciais, justas e honestas.
Se mais não fora, torna-se imperioso pelas razões aduzidas que este inominável regime seja substituído urgentemente. Bem como afastados todos os farsantes que nele têm desempenhado cargos preponderantes desde o seu início e, escudando-se neles, prejudicado severamente o povo e o país. 
Após o que, todos os energúmenos que compõem esta mafia que nos sufoca e paraliza, sejam votados ao mais profundo ostracismo pelo povo português.
Maria

 
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De John Wolf a 16.01.2013 às 22:30

Cara Maria,
Muito obrigado pelo comentário em dois actos! 
Com muita razão as suas palavras reflectem a amargura que sente pelo estado a que o país chegou. O destino não está nas mãos de actores locais, que ainda procuram oferecer essa ilusão. O paradigma está doente e arrastará para o descalabro distintos países com diferentes expressões da patologia. Não existem nações eleitas. Estes males que nos afectam são transversais às sociedades em geral e a múltiplos países. Dos EUA à China, passando por Portugal, os cidadãos de cada país estão obrigados a rever as premissas.
Nessa medida, serei tão crítico em relação ao meu país de nacionalidade (EUA) como serei em relação ao país que me vai na alma, e que desejo que não parta do meu coração.
A minha estadia é aqui e a minha humilde luta pelos valores universais de liberdade será travada a partir deste posto.
Melhores cumprimentos,
John
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De Anónimo a 17.01.2013 às 16:03

Eu é que lhe agradeço os excelentes escritos e transcrições que vai aqui deixando. E obrigada pelo seu apoio.
Maria
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De John Wolf a 18.01.2013 às 18:56

Obrigado Maria!
Cordialmente,
John

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