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Acusada!

por Nuno Castelo-Branco, em 01.02.13

 

A república é acusada de assassínio do Chefe do Estado, de terrorismo bombista, de total desrespeito e subversão da ordem constitucional. É acusada da clamorosa derrota militar na I Guerra Mundial. É acusada da fuga de centenas de milhar de portugueses temerosos da violência, prepotência e inépcia da gente do regime do Costa. É acusada do ataque ao corpo eleitoral nacional, é acusada de coacção física e moral sobre a população, é acusada de falsificação de eleições, da repressão dos sindicatos, da imprensa e da Igreja. É acusada da ruína económica e financeira. É acusada da mais longa ditadura da nossa história, da polícia política, da censura. É acusada da vergonhosa, criminosa e pretensa descolonização, é acusada de causadora do genocídio de populações em África e em Timor. É acusada do abandono de milhares de soldados portugueses em três dos antigos territorios ultramarinos, é acusada das ruinosas cedências feitas para o seu apressado ingresso político na CEE. É acusada do desbaratar dos recursos da economia portuguesa. É acusada de ceder perante a organização de uma infrene cleptocracia institucional que esbulha o país em proveito de uma ínfima minoria de sátrapas. É acusada de fazer desaparecer o que nos resta da independência nacional conseguida através dos sacrifícios de mais de trinta gerações. 

 

Este regime não é legítimo

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publicado às 23:00


6 comentários

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De Anónimo a 03.02.2013 às 16:40

Só para reforçar o meu comentário anterior. Alterando em pequenos detalhes o comentário de Nuno Castelo-Branco, e seria este o resultado:

"Acusada!
A monarquia é acusada de assassínio, terrorismo, total desrespeito e subversão da ordem constitucional. É acusada da derrota militar na batalha de Alcaçer Quibir. É acusada da fuga de centenas de milhar de portugueses temerosos da violência, prepotência e inépcia da gente do regime. É acusada do ataque ao corpo eleitoral nacional, é acusada de doacção física e moral sobre a população, é acusada de falsificação de eleções, da repressão dos sindicatos, da imprensa e da Igreja. É acusada da ruína económica e financeira. É acusada da mais longa ditadura da nossa história. É acusada da vergonhosa, criminosa e pretensa colonização, é acusada de genocídio das populações em África e em Timor. É acusada das ruinosas cedências feitas para o seu apressado ingresso político a espanha em 1580-1640. É acusada do desbaratar dos recursos da economia portuguesa. É acusada de organização de uma infrene cleptocracia institucional que esbulha o país em proveito de uma ínfima minoria de sátrapas. É acusada de fazer desaparecer o que nos resta da independência nacional conseguida através dos sacrifícios de mais de trinta gerações.
Este regime não é legítimo."

Apresentei no meu comentário anterior alguns exemplos históricos para corroborar a ideia de que de tudo o que acusam sistematicamente a republica encontram abundantemente na história monárquica portuguesa.
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De Octávio dos Santos a 04.02.2013 às 00:10

Todos os supostos «contra-exemplos» que referiu - demagógicos, e que eu sou capaz de desmontar de uma forma breve e simples -  são inúteis, valem ZERO, se não tiver a coragem básica para se identificar. Até lá, você não passa de um reles e cobarde anónimo.  
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De Anónimo a 04.02.2013 às 10:51

Neste blog SÃO PERMITIDOS comentários anónimos. Ponto. São gravados os meus IP. Ponto. Seja educado e respeite as REGRAS deste blog e as pessoas que participam neste blog, sejam anónimas ou identificadas. Discuta argumentos. Não fulanize.
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De Octávio dos Santos a 04.02.2013 às 19:37

«Não fulanize»?! Como é que eu posso «fulanizar» se nem sequer sei com quem estou a lidar? E não aceito «lições» de «educação» e de «respeito» por parte de quem, precisamente, não mostra ter a educação e o respeito mínimos. Discuto e discutirei argumentos em posição de igualdade - isto é, com quem se identificar, quem der a cara e/ou o nome. Enquanto isso não acontecer você é um(a) medricas, e os seus «argumentos» valem, repito, ZERO; você, enquanto anónimo, não existe, pelo que o que afirma e/ou escreve também não existe. Ponto.
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De Anónimo a 04.02.2013 às 22:43

"«Não fulanize»?! Como é que eu posso «fulanizar» se nem sequer sei com quem estou a lidar?"
Aconselho-o a ler a definição de fulanizar no dicionário:
Fulanizar: Atribuir nome ou identificação a pessoas à partida indeterminadas ou cuja identificação não interessa para discutir
uma questão. http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx?pal=fulanizar
Ao identificar uma pessoa anónima, indeterminada como um "um reles e cobarde anónimo" o Sr. Octávio dos Santos FULANIZOU!

"E não aceito «lições» de «educação» e de «respeito» por parte de quem, precisamente, não mostra ter a educação e o respeito
mínimos."
O Sr. Octávio dos Santos tem que aceitar lições de educação e respeito porque identificou-me como "um reles e cobarde anónimo" e um(a) "medricas".

"Discuto e discutirei argumentos em posição de igualdade - isto é, com quem se identificar, quem der a cara e/ou o nome."
Repito uma segunda vez: Neste blog SÃO PERMITIDOS comentários ANÓNIMOS. São gravados os meus IP. Respeite as REGRAS deste blog e as pessoas que participam neste blog, quer sejam anónimas quer estejam identificadas. Considero-me por isso numa posição de igualdade para discutir argumentos com quem quer que seja. Se não está contente com estas REGRAS, faça a sua queixa ao responsável deste blog. Aqui não é Sr. Octávio dos Santos que estabelece as REGRAS de discussão.

"enquanto anónimo, não existe, pelo que o que afirma e/ou escreve também não existe"
Adorei desta tirada... Está a escrever para pessoas que não existem...
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De Octávio dos Santos a 05.02.2013 às 01:10

BláBláBláBláBláBláFULANIZOUBláBláBláBláBláPERMITIDOSBláBláBláBláBláANÓNIMOSBlábláBláBláBláREGRASBláBláBláBláBláBláBláBlá...


Em resumo, e mais uma vez:


Cobarde.


Medricas.


Zero.


Ponto.

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