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Acusada!

por Nuno Castelo-Branco, em 01.02.13

 

A república é acusada de assassínio do Chefe do Estado, de terrorismo bombista, de total desrespeito e subversão da ordem constitucional. É acusada da clamorosa derrota militar na I Guerra Mundial. É acusada da fuga de centenas de milhar de portugueses temerosos da violência, prepotência e inépcia da gente do regime do Costa. É acusada do ataque ao corpo eleitoral nacional, é acusada de coacção física e moral sobre a população, é acusada de falsificação de eleições, da repressão dos sindicatos, da imprensa e da Igreja. É acusada da ruína económica e financeira. É acusada da mais longa ditadura da nossa história, da polícia política, da censura. É acusada da vergonhosa, criminosa e pretensa descolonização, é acusada de causadora do genocídio de populações em África e em Timor. É acusada do abandono de milhares de soldados portugueses em três dos antigos territorios ultramarinos, é acusada das ruinosas cedências feitas para o seu apressado ingresso político na CEE. É acusada do desbaratar dos recursos da economia portuguesa. É acusada de ceder perante a organização de uma infrene cleptocracia institucional que esbulha o país em proveito de uma ínfima minoria de sátrapas. É acusada de fazer desaparecer o que nos resta da independência nacional conseguida através dos sacrifícios de mais de trinta gerações. 

 

Este regime não é legítimo

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publicado às 23:00


46 comentários

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De Anónimo a 10.02.2013 às 09:16

"«Desmascarar-me»?! Acaso sou eu que uso «máscara»?"

Não jogue com as palavras. Você tem uma dificuldade intelectual em entender as metáforas. Eu usei o sentido figurado da palavra:
Desmascarar: Descobrir, mostrar a realidade que se esconde: desmascarar a hipocrisia; desmascarar um mentiroso.
http://www.dicio.com.br/desmascarar/
Queria que eu o chama-se hipócrita, mentiroso?!

Já o desmascarei com a questão do anonimato (é permitido neste blog). A sua obsessão com a revelação da identidade levaria-o a
pôr em questão os Direitos de Autor. No Brasil e em Portugal, uma obra de autor anónimo está sob o direito de autor até 31 de 
Dezembro do ano em que completa 70 anos da sua publicação.
Já o desmascarei com a questão de que não troca argumentos com anónimos (incoerência). Se levasse esta questão ainda mais a fundo questionaria-o sobre como aceita discutir com pseudónimos.
Já o desmascarei sobre os argumentos ZERO (Nuno Castelo-Branco participou nesta discussão).
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De Anónimo a 10.02.2013 às 09:53

"Queria que eu o chama-se hipócrita, mentiroso?!
Rectifico o que disse. O correcto seria: Queria que o acusasse de hipocrisia e de mentira?!
Peço desculpa por este lapso.
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De Anónimo a 10.02.2013 às 10:35

Para não se extrapolar nenhuma má interpretação, resolvi eliminar a frase em causa, e publico o meu comentário como o considero correcto:

"«Desmascarar-me»?! Acaso sou eu que uso «máscara»?"
Não jogue com as palavras. Você tem uma dificuldade intelectual em entender as metáforas. Eu usei o sentido figurado da palavra:
Desmascarar: Descobrir, mostrar a realidade que se esconde: desmascarar a hipocrisia; desmascarar um mentiroso.
http://www.dicio.com.br/desmascarar/

- Já o desmascarei com a questão do anonimato (é permitido neste blog). A sua obsessão com a revelação da identidade levaria-o a pôr em questão os Direitos de Autor. No Brasil e em Portugal, uma obra de autor anónimo está sob o direito de  autor até 31 de Dezembro do ano em que completa 70 anos da sua publicação.
- Já o desmascarei com a questão de que não troca argumentos com anónimos (incoerência). Se levasse esta questão ainda mais a fundo questionaria-o sobre como aceita discutir com pseudónimos.
- Já o desmascarei sobre os argumentos ZERO (Nuno Castelo-Branco participou nesta discussão).
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De Octávio dos Santos a 11.02.2013 às 00:19

A confusão que para aqui vai... que atabalhoamento!..


... Ou, por outras palavras, a incompetência misturada com o atrevimento. E a desfaçatez, o descaramento, de querer dar «lições» - recorrendo-se até a dicionários e a «código de direitos de autor» - mas, ao mesmo tempo, mostrando que não sabe escrever: «chama-se» em vez de «chamasse»! 


Patético, simplesmente patético. E, claro, cobarde. 
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De Anónimo a 11.02.2013 às 09:20

Confirma-se que é uma pessoa intelectualmente desonesta. Que é um homem sem qualidades. Quando se aproveita de um texto não editado que publiquei por erro. Quando se agarra a um "«chama-se» em vez de «chamasse»!" para contra-argumentar está tudo dito. 
Quem seguiu este tópico já se apercebeu que desmontei ponto por ponto todas as acusações que me dirigiu:

- Já o desmascarei com a questão do anonimato (é permitido neste blog). A sua obsessão com a revelação da identidade levaria-o a  pôr em questão os Direitos de Autor. No Brasil e em Portugal, uma obra de autor anónimo está sob o direito de autor até 31 de Dezembro do ano em que completa 70 anos da sua publicação.
- Já o desmascarei com a questão de que não troca argumentos com anónimos (incoerência). Se levasse esta questão ainda mais a
fundo questionaria-o sobre como aceita discutir com pseudónimos.
- Já o desmascarei sobre os argumentos ZERO (Nuno Castelo-Branco participou nesta discussão).

A partir de agora fica a falar sozinho.
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De Octávio dos Santos a 12.02.2013 às 02:00

Fazemos o seguinte: numa próxima ocasião em que eu faça uma aparição pública, por exemplo, uma apresentação de um livro ou uma intervenção num colóquio (que, aliás, costumo anunciar antecipadamente no meu blog Octanas), você aparece e diz-me, frente a frente, cara a cara, que eu sou uma «pessoa intelectualmente desonesta» e um «homem sem qualidades». Então, aí sim, você deixará de ser um cobarde... e eu deixo de lhe chamar cobarde. 


É claro que, nessa eventualidade, muito provavelmente algo mais acontecerá... eu direi - ou farei - alguma coisa em resposta. Mas com certeza que isso não seria um problema para si, tão confiante que parece estar nas suas «posições»... 


Estamos combinados?  
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De Anónimo a 12.02.2013 às 09:33

Como sou coerente não tencionava responder-lhe mais. Mas como me fez uma pergunta abrirei uma excepção.
Eu apelidei de desonesta a sua atitude de se aproveitar de um erro meu. Eu explicitamente referi qual a versão do texto que considerava a correcta, e você abertamente ignorou esse facto. Mas o mais grave, é que acabou de fazer uma ameaça velada à minha integridade física: "muito provavelmente algo mais acontecerá... eu direi - ou farei - alguma coisa em resposta.".
Recordo-lhe as suas próprias palavras: "«Filho de boa gente», se bem educado, e se não está em causa a própria vida (creio que o Nuno Castelo-Branco, e todo o Estado Sentido, não ameaçariam a integridade física de qualquer comentador), assina, com o seu próprio nome, as suas opiniões."

Como desde o seu primeiro comentário me apercebi do tipo de pessoa que estava em "frente", e pela sua última atitude de ameaça física velada, a minha "posição" de manter o anonimato ficou DEFINITIVAMENTE justificada, até para si.

Como já sei que vai continuar com as suas "lições" de ódio, mantenho a minha "posição" de o deixar a falar sozinho.
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De Anónimo a 12.02.2013 às 12:20

Resolvi alterar o ligeiramente o meu comentário anterior. A situação já está a ficar demasiado perigosa, e um comentário mais impulsivo pode gerar mais problemas. Publico o meu comentário como o considero correcto:

Como sou coerente não tencionava responder-lhe mais. Mas como me fez uma pergunta abrirei uma excepção.
Eu apelidei de desonesta a sua atitude de se aproveitar de um erro meu. Eu explicitamente referi qual a versão do texto que considerava a correcta, e você abertamente ignorou esse facto. Mas o mais grave, é que acabou de fazer uma insinuação, uma alegada ameaça velada: "muito provavelmente algo mais acontecerá... eu direi - ou farei - alguma coisa em resposta."

Como desde o seu primeiro comentário me apercebi do tipo de pessoa que estava em "frente", e pela sua última insinuação, uma alegada ameaça velada, a minha "posição" de manter o anonimato ficou DEFINITIVAMENTE justificada, até para si.

E pronto, esta situação já está um pouco fora de controlo e pode acabar mal. Por mim isto acabou.
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De Anónimo a 12.02.2013 às 17:25

É verdade, esta é terceira versão e a final. A partir do seu último comentário TUDO MUDA e terei de ter cuidados triplicados por questões legais. Por isso resolvi alterar os meus comentário anteriores. Publico o meu comentário como o considero correcto:

Como sou coerente não tencionava responder-lhe mais. Mas como me fez uma pergunta abrirei uma excepção.
Eu apelidei de desonesta a sua atitude de se aproveitar de um erro meu. Eu explicitamente referi qual a versão do texto que considerava a correcta, e você abertamente ignorou esse facto. 
Mas o mais grave, é que a sua frase "muito provavelmente algo mais acontecerá... eu direi - ou farei - alguma coisa em resposta." pode ser interpretada como uma insinuação, uma alegada ameaça velada. Considero pois, que a minha "posição" de manter o anonimato ficou DEFINITIVAMENTE justificada.

E pronto. Como já estamos a entrar num caminho que me desagrada profundamente, em que uma simples palavra escrita, mesmo numa discussão responsável pode implicar, por exemplo, uma ameaça ou um processo judicial, para mim isto acabou. 
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De Octávio dos Santos a 13.02.2013 às 01:40

Mais uma resposta em «triplicado», ou seja, mais uma dose tripla de disparates e de delírios...


... Incluindo o de eu estar, imagine-se, a ameaçar a «integridade física» de alguém. Pode isto tornar-se mais ridículo? Muito provavelmente, sim. Aguardemos pela próxima «réplica» para rir mais um pouco... muito me tenho divertido nos últimos dias. 






  

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