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O homem contemporâneo, frívolo e ensoberbecido, jamais conseguirá compreender a essência do magistério católico. Bento XVI soube-o de antemão: lutou denodadamente contra os vendilhões do templo, fazendo da revivificação da fé a essência do seu papado. Obrou com o verbo, ligando, como poucos, as pontas soltas do subjectivismo relativista; ensinou e pacificou, dando um exemplo último de radical desinteresse pela vil matéria terrena. Ratzinger conhecia o objecto com que lidava: o insuportável e inamovível universo da vulgaridade. Sabia, também, que a matéria da ralé, que fermenta na mediocridade contingente do quotidiano, não é, na sua essência, domável. Talvez por isso Bento XVI tenha preferido, no derradeiro fim do seu apostolado colectivo, terminar os seus dias num mosteiro de clausura. Ratzinger não nos abandonou. Deixou-nos, com alma e ardor, a semente de um labor fremente pela paz e pelo conhecimento. Na companhia do Senhor, que desceu à Terra omissa e que remiu com o sangue do Filho do Homem os nossos pecados, venceu o Mundo. Resta-nos a nós, ovelhas de um rebanho transviado, seguir o seu exemplo, sabendo que Ele, o Deus que nos fez à sua imagem e semelhança, estará sempre connosco.
Belo texto !
Bento XVI deixa um magistral legado de luta e de autenticidade na tentativa de recuperação da Verdadeira Igreja de Cristo !
O que me preocupa é saber que muitos dos lóbis que pretendem destruir a Igreja - insensatos! não sabem que Jesus disse que estaria com a sua Igreja até o fim dos tempos...?! - vão começar a movimentar-se para semear o joio e a cizânia nos corredores do Vaticano e no coração dos fiéis...
Que o Espírito Santo nos dê um novo Santo Papa que continue a conduzir a barca pelos caminhos rectos de Deus !