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Ai, ai, ai Camilo!

por João Pinto Bastos, em 25.02.13

Camilo Lourenço anda, nos últimos tempos, a cometer alguns erros de principiante, mas, convenhamos, nada supera o menosprezo idiotizante vertido pelo ilustre comentador e escriba a respeito da não importância do ensino das humanidades na economia. Não vou estender em demasia esta posta, não vale a pena sequer, o que importa relevar é que um dos grandes e graves problemas das sociedades hodiernas é, justamente, o desprezo letal pelas humanidades. Pensar o mundo, as coisas e as pessoas, única e exclusivamente, através da lente utilitária é meio caminho andado para o desastre. Não precisamos dos arautos do despesismo nem dos fazedores de utopias construtivistas, mas também não necessitamos dos que olham para o mundo com o óculo do materialismo impante. 

publicado às 22:30


2 comentários

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De Nogueira da Costa a 26.02.2013 às 09:11

Ai jesus que o camilo disse que o meu curso não presta pra nada.


Não disse nada disso. Disse que a quantidade de pessoas formadas nessas áreas está desajustada com o mercado, como diria o mesmo sobre outras profissões quaisquer para qual houvesse mais gente a querer trabalhar nelas do que emprego disponível, noutro contexto socio-económico.


Claro que é essencial o ensino da história, assim como o é o da história económica! Quantos erros não seriam evitados no futuro se as pessoas fossem mais ou menos instruídas sobre os erros cometidos no passado....
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De João Pinto Bastos a 01.03.2013 às 12:58

O problema do Camilo Lourenço é ajustar a sua opinião, legítima e respeitável como qualquer outra, sublinhe-se, à lente do utilitarismo mais bastardo e ignorante. É evidente que a oferta deve ser ajustada à procura. Sim, claro. Mas, a cultura e a história, activos demasiado ajustáveis para alguns, não ocupam lugar. São eternas, e como tal devem ser preservadas. Algo que Camilo Lourenço manifestamente despreza.

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