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Rui A., A minha liberdade é melhor que a tua:
«De tudo isto, tenho vindo a retirar algumas lições que gostaria de partilhar com os meus pacientes leitores. A primeira, é que o grande inimigo da liberdade é o fanatismo. Pelo fanatismo compreendo a falta de respeito pelo outro e a consequente exclusão dos que não pensam como nós. A segunda, de algum modo corolário da primeira conclusão, é que as sociedades humanas são, antes de tudo o mais, espaços de pluralidade, isto é, centros de convergência de opiniões contrárias. A terceira, em forma de conclusão, é a de que a verdadeira sociedade livre é aquela que se demonstra capaz de criar um espaço de convivência e de coabitação pacífica entre contrários, e não aquela que impõe um qualquer modelo de “liberdade”.»