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Apenas algumas questões.
1. O saque das economias
O assalto a 30% dos depósitos superiores a 100.000€, atinge muitíssima gente. Os mais penalizados serão certamente quem confiou nos bancos - e no Estado + U.E. - e decidiu neles guardar as economias de uma vida. Se os Irmãos Metralha institucionais tivessem ido às contas dos esquemáticos das armas e outras lavandarias financeiras, poderiam, digamos, ter colocado a fasquia acima do milhão de €uro.
2. A "confiança" na U.E.
Que gente é esta tão distraída, permissiva e pronta a aceitar na moeda única - e na própria U.E. -, um país que nada mais é, senão uma espécie de Dona Branca com métodos e contas tão falsificadas como aquela já falecida anciã portuguesa, grande amiga e benfeitora de muita gente do nosso regime? Não sabia Bruxelas o que estava em causa? Não tinha o menor conhecimento acerca dos dirigentes Rastapopoulos do Chipre e da sua correspondente mãezinha continental, gente que era e é de pouca ou nenhuma confiança?
3. Rússia
Esperamos sentados a reacção dos caseiros órfãos de Lenine, previsivelmente indignados pelo saque ao povo cipriota. Talvez fosse melhor desde já separarem o Stelios e o pobre do Ioannis, esbulhados dos seus 100.000€, daqueles depositantes de nome próprio Andrei, Vladimir, Mikhail e muitos outros cujos apelidos normalmente terminam em "ine" ou "ov". Sim, esses mesmos que tendo sido educados, militantemente treinados e aquecidos pelo "Sol da Terra", logo souberam recauchutar a vanguarda proletária, reaparecendo como flamantes batalhões cleptocráticos. Nada disto é por acaso.