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Numismática

por Nuno Castelo-Branco, em 27.03.13

 

O nobelizado Krugman chama a atenção dos cipriotas para uma evidência que infelizmente não pode ser reposta via máquina do tempo. O "Chipre que regresse á sua moeda, vendo de imediato chegarem hostes de turistas e fazendo subir as suas exportações". Por cá este deveria ser desde há dez anos o Plano B e até sugerimos o não regresso do Escudo de outros tempos. Além das evidentes vantagens - e algumas aflições de monta - quanto às finanças, há que atender ao claro sinal político, fundamental aspecto hoje em dia bastante negligenciado. Existe uma moeda que durante séculos foi nossa e que agora identifica o maior país de expressão portuguesa: o Real.

 

Antes de sair de cena, a 3ª República deveria prestar um serviço ao país.

 

Pensem bem no assunto antes do saque que nos preparam. As tranquilizadoras palavras e juras das autoridades nacionais e comunitárias, tem o exactíssimo valor daquele "pedaço de papel" que garantia a inviolabilidade da Bélgica. Há quase cem anos, em 1914, foi o que se viu. Os actores são os mesmos e nada aprenderam ou esqueceram. Aquém e além Flandres, como é evidente.

publicado às 19:45


2 comentários

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De Anónimo a 27.03.2013 às 22:35

A História repete-se. A ser óbvia a implosão do euro, via Alemanha, porque não o Real ?

alexandre

 
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De David a 28.03.2013 às 02:00

Antes de sair de cena? até pode sair de cena, mas não vai ser pelas razões que pensa, nem vai dar lugar àquilo com que delira.  isto há com cada um...

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