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Sem qualquer surpresa...

por Nuno Castelo-Branco, em 14.04.13

 

...o Partido Comunista faz a festa e alinha totalmente com a Coreia do Norte. No velhote estilo de sempre, aqui está um aperitivo:

 

"É conhecido o historial de ingerências, pressões e provocações por parte da Coreia do Sul e dos EUA à República Democrática Popular da Coreia, quer no campo económico e político, quer militar (...) é na política agressiva do imperialismo que radica a escalada de tensão e desestabilização na região, independentemente das preocupações com o modo como os dirigentes da República Democrática Popular da Coreia têm lidado com o incumprimento de acordos, medidas hostis e crescentes provocações levadas a cabo pelos EUA."

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publicado às 11:46


11 comentários

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De jojoratazana a 16.04.2013 às 17:18

Deve pensar que sou parvo?
O que o senhor faz é uma manipulação do artigo, copiando as partes que lhe interessa.
De mais sou suficientemente inteligente, para saber que não se deve malhar em ferro frio.
Entendeu?
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De Nuno Castelo-Branco a 16.04.2013 às 19:44

Não o acho "parvo", apenas distraído. Aqui está o artigo na íntegra. Como vê, não "colei as partes que me interessam". nem inventei coisa alguma. Confesse, a Coreia é um pqueno mundo de maravilhas...


O texto do Avante!, na íntegra como convém:


"Neste sentido, o Partido apelou, em nota do Gabinete de Imprensa, «à contenção de todas as partes e ao retomar imediato de negociações baseadas no reconhecimento e respeito mútuo» e lamentou as posições do Governo português, expressas pelo ministro Paulo Portas, no quadro da sua visita ao Japão, «de total e acrítico alinhamento com as posições dos EUA».

«A península coreana encontra-se dividida há mais de meio século como resultado de uma brutal guerra, fruto da ingerência e agressão dos EUA. Na Coreia do Sul estão estacionados, há mais de seis décadas, dezenas de milhares de soldados e sofisticado equipamento militar, incluindo não convencional, dos EUA. É conhecido o historial de ingerências, pressões e provocações por parte da Coreia do Sul e dos EUA à República Democrática Popular da Coreia, quer no campo económico e político, quer militar», denuncia o documento, enviado anteontem para as redacções, onde se reafirma que «somente um processo de diálogo entre iguais, livre de ingerência e pressões alheias aos interesses do povo coreano, poderá abrir caminho a reunificação pacífica do País e à construção de uma Coreia Unificada, livre de bases e forças militares estrangeiras». 

Politica agressiva 

Face à situação, o PCP apela a todas as partes envolvidas para que se abstenham de levar a cabo acções de consequências imprevisíveis para os povos da região e para a segurança internacional, e recorda que «é na política agressiva do imperialismo que radica a escalada de tensão e desestabilização na região, independentemente das preocupações com o modo como os dirigentes da República Democrática Popular da Coreia têm lidado com o incumprimento de acordos, medidas hostis e crescentes provocações levadas a cabo pelos EUA».

O Partido chama ainda a atenção para o facto de que «as guerras de agressão levadas a cabo nos últimos anos pelas potencias da NATO contra países que haviam destruído os seus arsenais de armas não convencionais (como o Iraque e a Líbia)» e «o desenvolvimento dos arsenais nucleares de alguns países à margem do tratado de não proliferação nuclear (como sejam os casos de Israel, Índia e Paquistão) são inegáveis factores de estímulo à proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas».

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