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O grito

por Cristina Ribeiro, em 13.06.13

Cresce em mim a revolta. A maioria dos portugueses anda apreensiva com o seu futuro imediato, o que, sendo legítimo, sem dúvida, porque o futuro começa no momento imediato, e com o imediato se prepara o futuro dos vindouros, é deveras insuficiente , e até egoísta , além de revelar uma enorme ingratidão para com os seus " egrégios avós " , que mencionam no Hino, a toda a hora, sem sentirem, sequer, o que lhe devem: mera pró-forma que se papagueia de cor. 

Está em causa o destino de uma Nação de nove séculos, que custou a esses ilustres antepassados sangue suor e lágrimas. Queremos nós, as gerações actuais arrastar a infâmia de coveiros de Portugal?

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publicado às 13:43


2 comentários

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De Duarte Meira a 13.06.2013 às 23:30

«Cresce em mim a revolta.»

Mui prezada Cristina:

Temos de saber transmutar o potencial destrutivo da revolta em força construtiva e criadora. Não se deixe abater pelo desânimo e contaminar de amargura pelo ressentimento. Os tempos são duros e serão ainda mais E não há qualquer hipótese viável de esperança nos velhos remédios (aliás sempre provisórios, efémeros)  de alívio e reconfiguração social e política manu militari. Isso acabou.

Temos - cada um de nós por si e com os seus próximos - de encontrar remédio mais sólido e duradoiro.

Permita-me uma sugestão: - considere com muita atenção o que está representado na bandeira que pôs aqui hoje, memorando a lição que nos deu Nun'Álvares em meio do maior perigo na batalha de Valverde... Tais são as armas dele que nos servem hoje.
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De Cristina Ribeiro a 17.06.2013 às 01:44

Duarte,


Não foi por acaso que escolhi o estandarte de Dom Nuno Álvares Pereira. Nele leio uma mensagem de Fé.


Seguindo o exemplo há poucos dias sublinhado pelo Duarte, desiludida, como Alexandre Herculano, mas não rendida: por isso este grito de revolta.

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