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Dilema que há muito se desfez.

por Cristina Ribeiro, em 19.06.13
 

São muitos os mitos criados à volta da instituição Monarquia: por ignorância, induzida seja por acção - nas escolas muita é a informação que a denigre, e sabemos a quem interessa tal estado de coisas, com um quase pleno sucesso na lavagem cerebral, seja pela indiferença - poucos serão os que procuram, pelo estudo independente, fora das aulas altamente inquinadas, saber da outra " versão " da verdade. A dos factos. 

  A adiministração da Justiça Real é um deles.

Já nas últimas páginas do livro de Mário Saraiva lê-se: " o Rei é uma pessoa para quem em última instância se pode directamente apelar               [ e aqui, mais uma vez acrescento que, o Autor só pode referir-se ao Rei que não é mero observador, igual ao Presidente da República no sistema de governo como o actual ] (... ) Um dos  primeiros cuidados e escrúpulos dos nossos Reis foi sempre, precisamente, o de serem justos. Que assim foi na realidade sabem-no quantos têm lido algumas das páginas propositadamente subtraídas às histórias safadas da propaganda anti-monárquica, que têm feito o seu giro oficial da mentira e de veneno nas escolas do nosso país. Que assim foi prova-o a História não adulterada, a verdadeira História alicerçada nos textos sérios. ( ... )

D. Afonso Henriques escutou da boca moribunda de seu Pai este derradeiro e formoso conselho: « Faze sempre justiça e aguarda en ela piedade aguisada, ca se um dia deixares de fazer justiça um palmo, logo ao outro dia se arredará de ti uma braça, e do teu coraçon »

Ouviu-o o nosso primeiro Monarca, e nenhum dos seus sucessores o esqueceu, nem jamais deixou de segui-lo. (... )

D. Dinis, na hora solene da despedida deste mundo, deixa bem vincado o seu amor à justiça nestas palavras de adeus dirigidas ao herdeiro da Coroa: « Encomendamo-vos sobre tudo o grande amor que deveis ao nosso povo, pois ficais Rey da melhor, & mais leal gente que tem Senhor Pagam ou Catholico, & como tal haveis de fazer no Reino officio brando e amoroso, antes que de Rey absoluto ».

publicado às 19:01


3 comentários

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De Anónimo a 19.06.2013 às 21:06

"Talassa" ! 3:)
...até gostava de ter encontrado pelo menos um argumento racional... mas isto é campo de paixões e muitas leituras de contos "Era uma vez", "princesas", enfim FANTASIAS, e cada um vive a sua, desde que não incomode os outros.

e viva o SAPO ;)
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De Cristina Ribeiro a 19.06.2013 às 21:41

Pronto! Já cá está um dos que se encaixam naquela coisa da ignorância, da lavagem ao cérebro.
E, como sempre, " a ignorância é atrevida "! Estudar, saber é sempre bom: fica-se a saber que contra factos não há argumentos.
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De Anónimo a 19.06.2013 às 21:56

...minha querida não sei por que livros de estórias andou a ler, mas lições de História não me dá de certeza! xoxo

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